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Escassez de recursos? EUA prontos para enfrentar ameaças, diz Pentágono

O Pentágono garantiu hoje que tem capacidade para responder às ameaças que possam surgir no mundo, apesar de um relatório divulgado recentemente indicar que os recursos atualmente disponíveis nos EUA não seriam suficientes para enfrentar uma guerra.

Escassez de recursos? EUA prontos para enfrentar ameaças, diz Pentágono
Notícias ao Minuto

06:40 - 25/01/23 por Lusa

Mundo EUA

O porta-voz do Departamento de Defesa, Pat Ryder, assegurou durante uma conferência de imprensa que o Pentágono não fará nada que possa afetar o seu nível de preparação ou capacidade para responder aos requisitos de segurança nacional.

Pat Ryder reagia às perguntas sobre um relatório do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS, na sigla em inglês), divulgado na segunda-feira, que indicava que a base da defesa industrial dos EUA não está preparada para enfrentar uma hipotética guerra com a China devido a Taiwan.

O relatório refere que os EUA ficariam em menos de uma semana sem munições de longo alcance e precisão suficientes e que o motivo seria a assistência militar que Washington está a prestar à Ucrânia, para se defender da invasão russa.

O porta-voz do Pentágono realçou que, ao mesmo tempo que os EUA ajudam a Ucrânia, estão preparados para enfrentar outras ameaças.

"Há conversas em andamento e ativas como parte do processo para garantir que tenhamos o que precisamos e que possamos continuar a reabastecer o nosso inventário", salientou.

Ryder explicou que a estratégia de defesa nacional "deixa muito claro" que a China continua a ser um desafio crescente para os EUA e que é com base nisso que os orçamentos militares são elaborados.

"Estou confiante de que, independentemente da situação do mundo, como fizemos há muito tempo, as Forças Armadas dos EUA poderão estar prontas para apoiar os requisitos que nos solicitarem", vincou ainda.

O New York Times divulgou hoje que o Pentágono está empenhado numa corrida para aumentar a sua produção de 'rockets' de artilharia em 500% nos próximos dois anos, promovendo níveis de fabrico de munições para registos semelhantes aos da Guerra da Coreia (1950- 1953).

Este jornal, que cita um relatório do Exército dos EUA, ressalva que este projeto fará parte do "esforço de modernização mais agressivo em quase 40 anos".

O investimento para produzir artilharia ocorre num momento em que os EUA estão a enviar grandes quantidades deste equipamento para a Ucrânia, especificamente obuses Howitzer de 155 milímetros.

Leia Também: Senadores dos EUA pedem envio de tanques a Kyiv "o mais rápido possível"

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