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Turquia vai discutir reforço do acordo de cereais com Kyiv e Moscovo

O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, vai debater no fim de semana com os seus homólogos russo e ucraniano um reforço do acordo que permite a exportações de cereais dos portos ucranianos, mediado por Ancara.

Turquia vai discutir reforço do acordo de cereais com Kyiv e Moscovo

Segundo avançou Erdogan à margem do Fórum TRT, que começou esta sexta-feira, em Istambul, Turquia e Ucrânia têm discutido a possibilidade de "reforçar o acordo".

A Ucrânia e a Rússia assinaram, em julho passado, acordos para permitir exportar cereais que estavam bloqueados nos portos ucranianos e fertilizantes russos sem que a outra parte levante obstáculos ou ataque os navios.

O acordo foi assinado com a mediação da Turquia e da ONU e foi recentemente prolongado até pelo menos março de 2023.

Numa participação especial no Fórum TRT, feita por videoconferência, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, considerou que o acordo é o tipo de iniciativa internacional que pode, de facto, ter impacto na reaproximação de Kyive Moscovo para possíveis negociações de paz.

"A Ucrânia pediu a aplicação do direito internacional para resolver os problemas e o acordo sobre cereais foi exemplar nesse sentido", sublinhou o presidente ucraniano.

O vice-primeiro-ministro turco, Sedat Önal, e o seu homólogo russo, Sergei Vershinin, iniciaram na quinta-feira dois dias de conversações em Istambul para examinar o estado atual do acordo de exportação de cereais assinado indiretamente entre Kyiv e Moscovo.

Durante a sua visita, o diplomata russo visitou o Centro de Coordenação Conjunta em Istambul, que controla a aplicação do acordo entre a Rússia, a Ucrânia, a Turquia e a ONU, informou a embaixada da Rússia, numa mensagem divulgada na rede social Twitter.

O acordo, cujo principal objetivo foi atenuar a crise alimentar causada pela invasão russa da Ucrânia, já permitiu exportar mais de 12 milhões de toneladas de cereais. 

Leia Também: EUA, Finlândia e Suécia pedem rapidez à Turquia nas adesões à NATO

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