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Embaixadas na Roménia e Dinamarca também receberam cartas ameaçadoras

As embaixadas da Ucrânia na Roménia e na Dinamarca receberam hoje pacotes ou cartas ameaçadoras, o que eleva para 21 os casos deste tipo de remessas para países europeus que apoiam Kyiv, revelou o Governo ucraniano.

Embaixadas na Roménia e Dinamarca também receberam cartas ameaçadoras

"Temos novos casos de remessas perigosas para embaixadas nossas", disse o ministro ucraniano dos Negócios Estrangeiros, Dmytro Kuleba, em declarações citadas pelo portal Ukrinfrom.

O objetivo é "aterrorizar os nossos representantes", continuou o ministro, deixando aos responsáveis por tais atos a mensagem de que "parem de desperdiçar tempo e dinheiro" porque "não vão conseguir nada".

Até agora, foram confirmadas cartas ameaçadoras - com material pirotécnico ou com olhos de animais no interior e vestígios de sangue - em Espanha, Hungria, Holanda, Polónia, Croácia, Itália e República Checa.

Em Espanha foram intercetados envelopes com essas características nos últimos dias na Embaixada em Madrid, bem como nos consulados de Málaga e Barcelona.

Antes já terem sido enviadas cartas armadilhadas, a primeira das quais a 24 de novembro para o Palácio da Moncloa (sede do Governo espanhol) e dirigida ao primeiro-ministro, Pedro Sánchez.

Cartas armadilhadas foram igualmente enviadas para o Ministério da Defesa espanhol, o Centro de Satélites da base aérea de Torrejón de Ardoz (Madrid) e a empresa de armas Instalaza, em Saragoça.

Só um destes pacotes causou um ferido ligeiro, quando um trabalhador da embaixada da Ucrânia abriu o envelope e sofreu ferimentos nas mãos.

O ministro da Administração Interna espanhol recomendou na sexta-feira à Comissão Europeia e países parceiros que tomem medidas caso recebam cartas armadilhadas semelhantes às enviadas a várias entidades em Espanha, admitindo que podem estar relacionadas com a guerra na Ucrânia.

Na segunda-feira, a embaixada da Ucrânia em Lisboa chamou a polícia por causa de "correspondência suspeita" mas as autoridades não encontraram qualquer explosivo.

Leia Também: Putin na Crimeia? "As suas ambições agressivas diminuíram"

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