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Duas centenas protestam contra regime chinês em Washington D.C.

A dois quarteirões da Casa Branca, várias pessoas voltaram a pedir mais apoio contra a ditadura de Xi Jinping.

Duas centenas protestam contra regime chinês em Washington D.C.
Notícias ao Minuto

17:39 - 05/12/22 por Notícias ao Minuto

Mundo China

Cerca de 200 pessoas protestaram no domingo contra o regime de Xi Jinping perto da Casa Branca, em Washington D.C.,  em mais uma demonstração de solidariedade pelos protestos na China contra as medidas restritivas e contra o Partido Comunista Chinês (PCC).

No protesto, na Praça da Liberdade na capital norte-americana, várias pessoas surgiram com frases de protesto exigindo o 'fim da ditadura', o 'fim da censura' e a saída de Xi Jinping, cuja liderança à frente dos destinos da China trouxe um aumento no uso de videovigilância e da censura nas redes sociais para conter qualquer dissidência e oposição.

À semelhança do que se tem verificado nos protestos na China, nomeadamente em Xangai, foram também erguidos pedaços de papel em branco, um objeto que se tornou num símbolo da oposição à censura.

À Associated Press, uma manifestante, que não deu o seu nome completo por recear retaliação por parte das autoridades, admitiu que nunca se importou tanto com problemas sociais na China como agora. "A política de Covid-19 é realmente imprópria. Agora que estou num país com liberdade de expressão, vou fazer o meu melhor para que os meus direitos sejam protegidos", afirmou.

Segundo a agência norte-americana, também se juntaram à manifestação pessoas de etnias minoritárias que têm sido atacadas pelo PCC, especialmente tibetanos e uigures - estes últimos têm ganhado uma visibilidade cada vez maior, devido aos vários relatórios internacionais que alertam para grandes campos de concentração em Xinjiang, nos quais muçulmanos uigures são 'reeducados' e torturados.

Os protestos na China começaram a 25 de novembro, depois de 10 pessoas morrerem num incêndio numa cidade no noroeste da China, com as autoridades a serem acusadas de limitar o acesso aos serviços de emergência por causa das medidas que restringiam o movimento de pessoas.

Leia Também: Manifestação em Paris protesta contra abusos sobre minoria Uigur na China

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