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AO MINUTO: Ameaça no enclave de Kaliningrado; Apoio militar? 3,1 milhões

Acompanhe aqui AO MINUTO os mais recentes desenvolvimentos sobre a guerra na Ucrânia.

AO MINUTO: Ameaça no enclave de Kaliningrado; Apoio militar? 3,1 milhões
Notícias ao Minuto

07:57 - 02/12/22 por Notícias ao Minuto

Ao Minuto Mundo Guerra na Ucrânia

A invasão russa da Ucrânia faz manchetes, desde o seu início há mais de nove meses. Mykhailo Podolyak, o conselheiro do presidente Volodymyr Zelensky anunciou, na quinta-feira à noite, que já terão morrido até 13 mil soldados ucranianos desde o início da invasão.

As falhas energéticas pelo país continuam, deixando milhões de pessoas às escuras, à medida que o Inverno se vai acentuando e as temperaturas vão descendo.

No panorama internacional, o secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, disse que a aliança militar do Atlântico Norte "não será arrastada para a guerra de Putin".

Fim de cobertura

Marta Amorim | há 1 mês

Boa noite. Terminamos mais um acompanhamento AO MINUTO sobre os acontecimentos na guerra da Ucrânia. Estaremos de regresso na manhã de sábado. Obrigada por ter estado desse lado!

Registadas 17 cartas com explosivos ou partes de animais em embaixadas

Lusa | há 1 mês

A Ucrânia estimou esta sexta-feira que ocorreram 17 casos em embaixadas na Europa que receberam cartas com explosivos ou partes de animais, principalmente olhos de vaca e porco, adiantou o ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano.
  

Lituânia alerta para ameaça russa no enclave de Kaliningrado

Lusa | há 1 mês

O ministro da Defesa da Lituânia, Arvydas Anusauskas, alertou hoje que a ameaça russa continua presente no enclave de Kaliningrado e que na região "os militares foram substituídos e continua a haver armas nucleares".

"Observamos como a região de Kaliningrado se converte num porta-aviões indestrutível da Rússia na região. Tem as suas capacidades, as suas armas nucleares táticas, aqui, junto à Lituânia", garantiu o ministro antes de referir que aqueles militares que foram transferidos do território para a Ucrânia já foram substituídos por outros efetivos mobilizados, adiantou a Europa Press.  

Nesse sentido, indicou que este destacamento "às vezes ameaça a Lituânia", com que o território faz fronteira a norte, e afirmou que "o nível de ameaça varia, mas não desaparece".

Lituânia alerta para ameaça russa no enclave de Kaliningrado

O ministro da Defesa da Lituânia, Arvydas Anusauskas, alertou hoje que a ameaça russa continua presente no enclave de Kaliningrado e que na região "os militares foram substituídos e continua a haver armas nucleares".

Lusa | 23:25 - 02/12/2022

Ucrânia, Apagões põem em risco doentes crónicos a ser tratados

Lusa | há 1 mês

Os apagões causados pelos ataques russos com mísseis e drones contra a infraestrutura elétrica civil ucraniana põem em perigo os ucranianos gravemente doentes que dependem do fornecimento ininterrupto de eletricidade.

"Maksym depende de duas coisas. Cuidados permanentes e eletricidade", disse à EFE Liliia Leptso enquanto vigia o seu filho de nove anos, que está a olhar para uns desenhos animados num 'tablet' junto à sua cama

Liliia pode garantir a primeira necessidade, mas preocupa-a a segunda, já que os apagões em Volia-Vysotska, uma povoação próxima da cidade de Zhovkva - no oblast de Lviv, oeste da Ucrânia - onde vive, são cada vez mais frequentes e prolongados.

Apoio militar da UE ao Exército ucraniano supera os 3.1 milhões de euros

Lusa | há 1 mês

A União Europeia (UE) já garantiu apoio militar ao Exército ucraniano em mais de 3.100 milhões de euros através do Fundo Europeu de Apoio à Paz (FEAP), realçou esta sexta-feira o chefe da diplomacia europeia, Josep Borrell.
 

Apoio militar da UE ao Exército ucraniano supera os 3,1 milhões de euros

A União Europeia (UE) já garantiu apoio militar ao Exército ucraniano em mais de 3.100 milhões de euros através do Fundo Europeu de Apoio à Paz (FEAP), realçou esta sexta-feira o chefe da diplomacia europeia, Josep Borrell.

Lusa | 22:37 - 02/12/2022

EUA preveem que PIB russo fique abaixo de níveis pré-guerra até 2030

Lusa | há 1 mês

Os EUA preveem que a economia russa não recupere antes de 2030 o nível anterior ao do início da guerra e instaram a comunidade internacional a trabalhar em conjunto para garantir o fornecimento de energia na Ucrânia.

A economista-chefe do Departamento de Estado, Emily Blanchard, adiantou em conferência de imprensa que, ainda assim, se estima que o Produto Interno Bruto (PIB) russo fique 20% abaixo do que poderia atingir se não tivesse sido desencadeada a guerra.

A administração norte-americana baseia a sua análise em dados do Fundo Monetário Internacional (FMI) e em outras previsões do setor privado, mas admite que fazer cálculos é complicado, porque desde que começou o conflito as instituições russas retiraram rapidamente dados ou deixaram de os registar.

UE aprova proposta de limite de 60 dólares por barril de petróleo russo

Lusa | há 1 mês

Os países da União Europeia (UE) concordaram com um limite de preço de 60 dólares por barril para o petróleo russo, no âmbito das sanções para evitar picos de preços de combustíveis e para prejudicar os interesses de Moscovo.
 

Putin sofre queda em escadas e aumenta especulação sobre saúde

Marta Amorim | há 1 mês

O presidente russo terá caído das escadas e batido com o cóccix, revela, esta sexta-feira, o New York Post. Putin, de 70 anos, terá caído na sua residência oficial em Moscovo, na noite de quarta-feira, de acordo com o canal de Telegram 'General SVR', que é alegadamente administrado por um ex-espião russo.
 
O líder russo terá caído cinco degraus e aumentam as especulações sobre a sua saúde.

O mesmo meio de comunicação, que cita o canal de Telegram, revela que os seguranças terão ocorrido imediatamente para o ajudá-lo, mas o impacto da queda fez com que Putin "defecasse involuntariamente" devido a um "cancro que lhe afeta o estômago e intestinos".

Putin sofre queda em escadas e aumenta especulação sobre saúde

O presidente russo, de 70 anos, terá caído na sua residência oficial em Moscovo, na noite de quarta-feira.

Notícias ao Minuto | 20:14 - 02/12/2022

UE aprova 533 milhões de euros para cooperação com Ucrânia e Moldova

Lusa | há 1 mês

A Comissão Europeia aprovou hoje 533 milhões de euros em programas de cooperação transfronteiriça (Interreg) com a Ucrânia e Moldova, protocolos que vão envolver 10 Estados-membros da União Europeia (UE) até 2027.
 

Meloni sobrepõe-se a Berlusconi e Salvini no envio de armas à Ucrânia

Marta Amorim | há 1 mês

O novo governo da Itália emitiu um decreto para continuar a enviar armas para a Ucrânia até 2023, continuando a política do governo anterior, de apoio a Kyiv.
 
A norma que permite à Itália continuar a enviar material bélico para Kyiv sem autorização do Parlamento segue em frente apesar da relutância de partidos da coligação. 

O decreto estende até 31 de dezembro de 2023 uma autorização existente para "a transferência de meios militares, materiais e equipamentos para as autoridades governamentais da Ucrânia", de acordo com um comunicado do governo citados pelos meio de comunicação locais. 

Desde que assumiu o cargo em outubro, a primeira-ministra Giorgia Meloni expressou repetidamente o seu apoio a Kyiv, enfatizando a importância da aliança atlântica. No seu primeiro discurso parlamento, a líder do partido Irmãos de Itália prometeu "continuar a ser um parceiro confiável da NATO no apoio à Ucrânia".

Meloni sobrepõe-se a Berlusconi e Salvini no envio de armas à Ucrânia

No seu primeiro discurso parlamento, a líder do partido Irmãos de Itália prometeu "continuar a ser um parceiro confiável da NATO no apoio à Ucrânia".

Notícias ao Minuto | 17:50 - 02/12/2022

Tribunais pró-russos de Donetsk vão julgar 70 soldados do regimento Azov

Lusa | há 1 mês

Os tribunais pró-russos da região de Donetsk, anexada pela Rússia em setembro, vão julgar cerca de 70 soldados do regimento Azov e das Forças Armadas ucranianas que defenderam a cidade portuária de Mariupol do cerco russo, foi hoje divulgado. 

De acordo com a agência oficial russa TASS, as autoridades russas concluíram a investigação de casos de alegados crimes de guerra contra cerca de 70 militares das Forças Armadas ucranianas e do regimento Azov, que Moscovo classifica como uma organização extremista.

UE cria laboratório para ajudar Ucrânia a defender-se de ciberataques

Lusa | há 1 mês

A diplomacia da União Europeia (UE) anunciou hoje a criação de um laboratório cibernético de apoio às forças armadas ucranianas, que será utilizado para simular e evitar ciberataques através da formação de militares.

"A UE financiou e entregou equipamentos para um laboratório cibernético, de 'software' e 'hardware' de segurança às forças armadas ucranianas, como parte do seu apoio contínuo à Ucrânia no âmbito do Mecanismo Europeu de Apoio à Paz", indica o corpo diplomático comunitário em nota de imprensa.

Igreja Ortodoxa Russa diz que Ucrânia perdeu "bom-senso"

Lusa | há 1 mês

A Igreja Ortodoxa Russa (IOR) criticou hoje a intenção das autoridades ucranianas de proibir a Igreja Ortodoxa ligada a Moscovo, considerando que Kyiv perdeu o "bom-senso".

"Tal demonstra a perda [por parte de Kiev] do que lhe restava de bom-senso", escreveu na plataforma digital Telegram o porta-voz da IOR, Vladimir Legoida. 
O Presidente da República ucraniano, Volodymyr Zelensky, anunciou na quinta-feira a adoção de medidas para garantir a "independência espiritual" em relação à Rússia e neutralizar "as atividades subversivas dos serviços especiais russos na esfera religiosa da Ucrânia".


  

"'Fadiga de guerra' é perigosa para nós". Zelenska faz apelo ao Ocidente

Daniela Carrilho | há 1 mês

Olena Zelenska, a esposa do presidente ucraniano, pediu ao Reino Unido e a todo o Ocidente para não se habituarem com a situação da Ucrânia, como se se tratasse de ‘mais um dia normal’. 
 
"É perfeitamente compreensível que o ocidente esteja cansado. No entanto, esta frase, eu ouço bastante - fadiga de guerra - é uma frase bastante perigosa para nós, porque é exatamente isso que o adversário deseja. [O inimigo] espera que as pessoas se esqueçam, que o mundo se canse das tristes notícias e que a Ucrânia desapareça das primeiras páginas. Assim, sentiriam que tinham permissão para fazer o que quisessem", afirma a primeira-dama ucraniana, em entrevista ao The Times.

"'Fadiga de guerra' é perigosa para nós". Zelenska faz apelo ao Ocidente

A primeira-dama ucraniana, Olena Zelenska, apelou para que não haja um sentimento de habituação relativamente à situação de guerra que se vive na Ucrânia.

Daniela Carrilho | 16:16 - 02/12/2022

OSCE necessária apesar de "prejudicada" pelo conflito, diz Borrell

Lusa | há 1 mês

O alto representante da União Europeia (UE) para os Negócios Estrangeiros, Josep Borrell, admitiu hoje que a Organização para a Cooperação e Segurança na Europa (OSCE) foi "severamente prejudicada" pela guerra ucraniana, mas frisou que ainda é necessária.
  

Lisboa. Reforçada proteção da embaixada da Ucrânia após cartas em Espanha

Lusa | há 1 mês

As autoridades portuguesas reforçaram a proteção da embaixada da Ucrânia em Lisboa e admitem reapreciar o nível de ameaça em Portugal, após cartas armadilhadas terem sido recebidas por entidades em Espanha, anunciou hoje o Sistema de Segurança Interna (SSI).  

Em resposta a um pedido de esclarecimento da Lusa, na sequência da notícia da receção de pelo menos seis cartas armadilhadas em Espanha, o SSI confirmou que a Unidade de Coordenação Antiterrorismo (UCAT), que funciona no quadro do Sistema de Segurança Interna, "está a acompanhar atentamente a situação" e que se encontra em "estreita articulação com os seus parceiros espanhóis, europeus e internacionais". 
 
"Caso, fruto dessa cooperação com Espanha e parceiros internacionais, e da nossa análise interna, se justifique uma reapreciação do grau de ameaça e segurança, serão tomadas de imediato pelas autoridades competentes as correspondentes e adequadas medidas de alerta e dispositivo de segurança", acrescentou também o gabinete do secretário-geral do SSI, Paulo Vizeu Pinheiro.

Lisboa. Reforçada proteção da embaixada da Ucrânia após cartas em Espanha

As autoridades portuguesas reforçaram a proteção da embaixada da Ucrânia em Lisboa e admitem reapreciar o nível de ameaça em Portugal, após cartas armadilhadas terem sido recebidas por entidades em Espanha, anunciou hoje o Sistema de Segurança Interna (SSI).

Lusa | 15:40 - 02/12/2022

Comissão Europeia preocupada com desinformação sobre guerra na Ucrânia

Lusa | há 1 mês

A vice-presidente da Comissão Europeia Vera Jourová revelou hoje no primeiro encontro anual do European Media and Information Fund (EMIF) que "as plataformas 'online' são um campo de batalha ativo na invasão russa da Ucrânia".

Um dia após a Comissão Europeia anunciar a criação de seis novos centros multinacionais de combate à desinformação, passando a cobrir todos os 27 países da União Europeia, Vera Jourová mostrou-se preocupada em relação à desinformação sobre a guerra na Ucrânia, numa mensagem gravada para o evento que decorreu, hoje, na Fundação Calouste Gulbenkian.

A vice-presidente responsável pela pasta dos Valores e da Transparência disse que é necessária uma maior consciência sobre os atores responsáveis pela desinformação para conseguir explorar as suas vulnerabilidades.

Vera Jourová reforçou o papel do observatório e dos seus polos regionais, que "já se mostraram extremamente valiosos para impulsionar o combate à desinformação", identificando mais de 1.600 casos de 'fake news' desde o início da guerra, sendo, por isso, "absolutamente crucial que se limite a disseminação da desinformação 'online'".

Apesar dos esforços, disse, há ainda muita desinformação disponível na internet e para que seja possível combatê-la é preciso reforçar as fontes que fornecem informação fidedigna.

Vera Jourová termina o discurso relembrando que o "combate à desinformação diz respeito a todos nós", e que a Comissão Europeia estará sempre disponível para fazer parte dos esforços conjuntos.

Comissão Europeia preocupada com desinformação sobre guerra na Ucrânia

A vice-presidente da Comissão Europeia Vera Jourová revelou hoje no primeiro encontro anual do European Media and Information Fund (EMIF) que "as plataformas 'online' são um campo de batalha ativo na invasão russa da Ucrânia".

Lusa | 15:38 - 02/12/2022

Gomes Cravinho reconhece que OSCE não pode garantir a paz na Ucrânia

Lusa | há 1 mês

O ministro dos Negócios Estrangeiros português reconheceu hoje que a OSCE não pode ser responsabilizada pela manutenção da paz na Ucrânia, quando há uma parte, a Rússia, determinada em manter a sua agressão militar ao país vizinho.

"A Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), que nasceu em 1975, num clima de relações muito tensas, no âmbito da Guerra Fria, não pode agora ser responsabilizada pela manutenção da paz, quando há uma parte, a Rússia, que insiste na invasão da Ucrânia", disse João Gomes Cravinho, que está em Lodz, na Polónia, a participar na reunião anual do Conselho Ministerial deste organismo.

Em declarações à agência Lusa, o chefe da diplomacia portuguesa disse que a reunião em Lodz foi "importante", destacando o número significativo de ministros que esteve presente no encontro da organização, que conta com 57 países e que se encontra "numa situação particularmente difícil".

"A questão que agora se coloca é qual o papel futuro da OSCE. Este foi o tema principal da reunião de hoje. Houve uma larga maioria de países que considera que a organização, embora não esteja em condições de fazer a ponte entre a Rússia e a Ucrânia (...), deve manter-se em funcionamento para o dia em que isso seja possível", afirmou.

Gomes Cravinho reconhece que OSCE não pode garantir a paz na Ucrânia

O ministro dos Negócios Estrangeiros português reconheceu hoje que a OSCE não pode ser responsabilizada pela manutenção da paz na Ucrânia, quando há uma parte, a Rússia, determinada em manter a sua agressão militar ao país vizinho.

Lusa | 14:34 - 02/12/2022

Yanushevych. 75% de Kherson já tem fornecimento energético

José Miguel Pires | há 1 mês

O administrador militar da região de Kherson, libertada da ocupação russa a 11 de novembro, anunciou que 75% da cidade tem já fornecimento energético.

"75% de Kherson, com luz. Até agora, o fornecimento de energia foi restabelecido para mais de 100 mil consumidores domésticos", disse Yaroslav Yanushevych numa mensagem no Telegram citada pela agência Ukrinform. Algo que só foi possível, disse, “apenas três semanas após a libertação da cidade, em que os russos praticamente destruíram a infraestrutura energética”.

Rússia planeia colocar a sua campanha militar nos livros de História

Lusa | há 1 mês

A Rússia planeia incluir a campanha militar na Ucrânia nos livros escolares de História, declarou hoje o ministro da Educação russo, Sergei Kravtsov.

"Sem falta, isso estará nos manuais", disse Kravtsov, citado pela agência de notícias TASS.

O ministro russo sublinhou que "os novos programas de História" terão esta secção "obrigatória".

Ao mesmo tempo, Kravtsov indicou que o novo material que em breve será estudado nas escolas está a ser analisado pelo Ministério da Justiça da Rússia.

Rússia planeia colocar a sua campanha militar nos livros de História

A Rússia planeia incluir a campanha militar na Ucrânia nos livros escolares de História, declarou hoje o ministro da Educação russo, Sergei Kravtsov.

Lusa | 14:48 - 02/12/2022

Orbán reitera veto húngaro a pacote europeu de apoio à Ucrânia

Notícias ao Minuto | há 1 mês

O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, disse esta sexta-feira que a oposição húngara ao pacote de apoio da União Europeia à Ucrânia, de 18 mil milhões de euros, vai-se manter.

À rádio estatal húngara, Orbán reconheceu, ainda assim, que a Ucrânia precisa de ajuda para financiar o funcionamento de serviços essenciais do país.

“A questão é como ajudar a Ucrânia”, disse Orbán, continuando: "Uma proposta diz que devemos usar os orçamentos dos estados membros da União Europeia para contrair novos empréstimos juntos e usar esse dinheiro para dar à Ucrânia. Não somos a favor disso porque não queremos que a União Europeia se torne uma comunidade de Estados endividados em vez de uma comunidade de Estados membros cooperantes”.

Alemanha vai fornecer a Kyiv mais sete tanques antiaéreos

Notícias ao Minuto | há 1 mês

A Alemanha prevê a entrega à Ucrânia de mais sete tanques antiaéreos Gepard (os ucranianos estão já a usar 30 unidades alemãs), bem como 100 mil kits de primeiros socorros.

A informação consta de uma lista de entregas militares, publicada pelo próprio governo alemão.

O chanceler da Alemanha, Olaf Scholz, realizou uma chamada telefónica com o presidente russo Vladimir Putin nesta sexta-feira, onde o alemão apelou ao líder russo para encontrar uma solução diplomática "assim que possível".

ONU lamenta acesso limitado a territórios ucranianos ocupados

Notícias ao Minuto | há 1 mês

A missão independente das Nações Unidas (ONU), criada para investigar os contornos da invasão russa da Ucrânia, lamentou, esta sexta-feira, a falta de acesso aos territórios anexados pelo Kremlin.

"Nós estabelecemos contacto com a Federação Russa em várias ocasiões sem resultado", confessou a bósnia Jasminka Dzumhur, um dos três elementos que compõem esta missão (que já em setembro tinha concluído que os russos cometeram crimes de guerra), em conferência de imprensa desde Kyiv, citada pela agência de notícias Efe.

"Por causa disso, a recolha de provas é difícil", disse Dzumhur, explicando que, apesar disso, foi possível entrevistar vítimas e testemunhas de abusos em regiões que foram recentemente libertadas, incluindo deslocados internos da cidade de Kherson, ou então lugares que ainda estão sob ocupação russa.

Dzumhur apontou ainda outra dificuldade no seu trabalho, ligada com o "estigma" que ainda se regista em torno da violência sexual, pelo que falar com as vítimas desta situação torna-se mais complicado, até porque "muitas não estão dispostas a falar publicamente do que sofreram".

À bósnia juntam-se, na equipa de três profissionais, o norueguês Erik Mose - que lidera os trabalhos - e o colombiano Pablo de Greiff.

 

 

Cruz Vermelha alerta para o perigo das minas terrestres no inverno

Lusa | há 1 mês

O Comité Internacional da Cruz Vermelha (CICV) alertou hoje para que com a chegada do inverno, a neve e o gelo dificultarão a deteção de minas antipessoais implantadas em várias áreas da Ucrânia, aumentando o risco de mortes e ferimentos.

Num comunicado, a organização pediu à Rússia e à Ucrânia que marquem ou limpem as áreas contaminadas por este tipo de armamento, proibido por uma convenção internacional que completa 25 anos neste fim de semana.

"Em muitos casos, os dispositivos não detonam, mas continuam a representar um risco para os civis e, após oito anos de conflito, já havia grandes áreas nas regiões de Donetsk e Lugansk contaminadas com munições não detonadas. O inverno agora agrava os perigos de longo prazo", referiu a organização.

O CICV também indicou que, com a falta de aquecimento e eletricidade em muitas partes da Ucrânia, mais pessoas serão forçadas a sair para áreas perigosas em busca de lenha para se aquecerem, aumentando o risco de detonações de minas terrestres.

Esta arma pode ser letal ou causar cegueira, queimaduras, ferimentos nas extremidades ou ferimentos profundos por estilhaços, lembrou a Cruz Vermelha, que tem a maior equipa de descontaminação deste tipo de armamento na Ucrânia.

Cruz Vermelha alerta para o perigo das minas terrestres no inverno

O Comité Internacional da Cruz Vermelha (CICV) alertou hoje para que com a chegada do inverno, a neve e o gelo dificultarão a deteção de minas antipessoais implantadas em várias áreas da Ucrânia, aumentando o risco de mortes e ferimentos.

Lusa | 13:42 - 02/12/2022

Com o inverno a chegar, Kyiv pode ficar sem aquecimento até à primavera

Daniela Carrilho | há 1 mês

A cidade de Kyiv pode permanecer sem aquecimento até à primavera do próximo ano se ocorreram mais ataques russos que deixem a capital ucraniana 'às escuras' durante mais de 24 horas. O alerta foi dado pelo autarca da região, Vitali Klitschko, citado pelo Financial Post.

De acordo com Klitschko, isso forçará a cidade a despejar a água dos sistemas de aquecimento e será muito difícil voltar a bombear os sistemas durante o inverno. Em causa estão as temperaturas congelantes que se fazem sentir na Ucrânia já por esta altura. 

Consulado da Ucrânia em Brno evacuado devido a "pacote suspeito"

Notícias ao Minuto | há 1 mês

O consulado ucraniano em Brno, na República Checa, teve de ser evacuado, esta sexta-feira, após ter chegado ao estabelecimento "um pacote suspeito" semelhante aos interceptados em Espanha. Em causa estão os "pacotes ensanguentados" recebidos por várias embaixadas ucranianas na Europa. Esta manhã, a polícia checa afirmou que a área circundante ao consulado, incluindo um jardim de infância, teve de ser evacuada e que "um pacote semelhante chegou à Embaixada da Ucrânia em Praga". 

Comissão Europeia quer criminalizar subversão das sanções à Rússia na UE

Lusa | há 1 mês

A Comissão Europeia propôs hoje criminalizar a subversão das sanções aplicadas pela União Europeia (UE) à Rússia, estabelecendo regras comuns no espaço comunitário para facilitar a investigação e punição de tais violações das medidas restritivas nos países europeus. "A Comissão Europeia apresenta hoje uma proposta para harmonizar as infrações penais e as penas pela violação das medidas restritivas da UE [pois], embora a agressão russa à Ucrânia ainda decorra, é primordial que as medidas restritivas da UE sejam plenamente aplicadas e que a violação dessas medidas não seja compensadora", salienta a instituição em comunicado de imprensa.

Embaixadas ucranianas receberam "pacotes" com "olhos de animais"

Márcia Guímaro Rodrigues | há 1 mês

O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Oleg Nikolenko, revelou, esta sexta-feira, que várias embaixadas e consulados ucranianos receberam “pacotes sangrentos” com “olhos de animais”.

Segundo o responsável, os pacotes, “ensopados com um líquido e cheiro caraterísticos”, foram entregues nas embaixadas da Ucrânia na Hungria, Polónia, Croácia, País Baixos e Itália. Também os consulados em Nápoles, Cracóvia e Brno foram alvo da “ameaça”.

Na rede social Facebook, Nikolenko afirmou que está a ser investigado “o significado desta mensagem” e garantiu que “os diplomatas ucranianos continuarão a trabalhar no fortalecimento da capacidade de defesa da Ucrânia”.

Embaixadas ucranianas receberam "pacotes" com "olhos de animais"

A informação foi avançada pelo porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros ucraniano, Oleg Nikolenko.

Márcia Guímaro Rodrigues | 11:45 - 02/12/2022

Chanceler alemão pede a Putin solução diplomática em conflito na Ucrânia

José Miguel Pires | há 1 mês

O chanceler alemão, Olaf Scholz, instou o presidente da Rússia, Vladimir Putin, a encontrar uma solução diplomática para o conflito armado na Ucrânia, assim que possível e "incluindo a retirada das tropas russas".

Citado pela agência Reuters, um porta-voz de Scholz disse que "o chanceler condenou particularmente os ataques aéreos russos contra infraestruturas civis na Ucrânia", reforçando a "determinação da Alemanha em apoiar a Ucrânia no esforço por assegurar a sua capacidade de defesa contra a agressão russa".

O Kremlin disse, nesta sexta-feira, que Vladimir Putin esteve - e está - sempre aberto a falar com Kyiv, em busca de uma solução para o conflito armado. A complicar as eventuais negociações está, no entanto, afirmam os russos, a insistência de Washington em não reconhecer a anexação dos territórios ucranianos.

Putin aberto a falar com EUA, mas posição sobre territórios não facilita

José Miguel Pires | há 1 mês

O presidente russo, Vladimir Putin, estará aberto para abrir negociações com os Estados Unidos sobre o conflito armado na Ucrânia, avançou o Kremlin. Encontrar um terreno neutro para conversar é, no entanto, difícil, avançaram os russos, devido à insistência dos norte-americanos em não reconhecer os territórios ucranianos anexados como sendo parte da Rússia.

Recorde-se que, na quinta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, admitiu não ter planeado qualquer contacto com Putin nos próximos tempos. Disse, no entanto, que estava preparado para falar com o seu homólogo russo, caso este mostrasse interesse em colocar um fim ao conflito na Ucrânia.

“O presidente da Federação Russa sempre esteve e continua aberto a negociações para garantir os nossos interesses”, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, aos jornalistas quando questionado sobre os comentários de Biden.

Concedido contrato de mais de 400 milhões de euros para foguetes HIMARS

José Miguel Pires | há 1 mês

O Pentágono norte-americano concedeu um contrato de 430.930.711 dólares (cerca de 409 milhões de euros) à gigante industrial de defesa Lockheed Martin para a produção de foguetes de longo alcance High Mobility Artillery Rocket Systems (HIMARS), bem como "apoiar serviços para satisfazer uma necessidade urgente de apoiar o exércio e vários parceiros militares estrangeiros", conforme se pode ler em comunicado.

A data de finalização está prevista para 31 de dezembro de 2025.

Até agora, segundo o The Kyiv Independent, a Ucrânia recebeu 20 HIMARS dos EUA, com mais 18 a serem entregues nos próximos anos como parte de um pacote de armas avaliado em mil milhões de dólares. Os militares ucranianos, diz o jornal, têm usado os sistemas para ataques precisos aos depósitos de munição militar da Rússia e rotas de abastecimento em territórios ocupados. Os foguetes HIMARS são capazes de atingir alvos a longa distância com extrema precisão e há quem defenda que são a maior arma de retaliação de Kyiv.

Ataques em Kherson matam três civis

José Miguel Pires | há 1 mês

Nas últimas 24 horas, as tropas russas atingiram a região de Kherson 42 vezes, matando três civis e ferindo sete. A informação foi avançada pelo governador de Kherson, Yaroslav Yanushevych, esta sexta-feira, segundo o The Kyiv Independent. Segundo Yanushevitch, foram atingidas areas residenciais, casas particulares e arranha-céus.

Por sua vez, o governador de Donetsk, Pavlo Kyrylenko, acusou quatro civis feridos em Bakhmut e mais dois em Kurakhove, vítimas de ataques russos.

Os relatos vão surgindo no mesmo dia em que, nas primeiras horas da manhã, o Kremlin terá atacado a região de Zaporíjia, onde causou fortes danos numa infraestrutura sem, no entanto, se contarem mortes ou feridos.

 

AIEA quer zona de proteção à volta da central de Zaporíjia até fim do ano

José Miguel Pires | há 1 mês

A Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) quer chegar a acordo com a Rússia e com a Ucrânia para criar uma zona de proteção à volta da central nuclear de Zaporíjia, até ao fim do ano.

O seu líder, Rafael Mariano Grossi, esteve em entrevista ao jornal La Repubblica, onde revelou terem sido feitos "progressos importantes" para criar uma proposta "concreta" de "segurança" para a central nuclear ucraniana, que tem estado na mira dos ataque russos nos últimos meses.

“O nosso objetivo é evitar um acidente nuclear, não criar uma situação militar que favoreça uma das partes ou a outra”, disse Grossi.

Ucranianos dizem que mais de 90 mil soldados russos morreram na guerra

José Miguel Pires | há 1 mês

O Estado-Maior das Forças Armadas Ucranianas anunciou, esta sexta-feira, que perto de 90.090 soldados russos terão morrido desde o início da invasão da Ucrânia, a 24 de fevereiro.

Terão sido também destruídos 2.916 tanques, 1.905 sistemas de artilharia, 210 sistemas de defesa aérea e 395 lança-foguetes autopropulsionados e blindados múltiplos, bem como 280 aviões, 262 helicópteros, 1.564 drones, 531 mísseis de cruzeiro, 16 navios, 4.464 veículos e tanques de combustível e 163 peças de equipamento especial.

Sanna Marin. Guerra mostra que UE "não é suficientemente forte"

Lusa | há 1 mês

Em visita à Austrália, a primeira-ministra da Finlândia, Sanna Marin, disse que a invasão e ocupação da vizinha Ucrânia pela Rússia tinham exposto as fraquezas e erros estratégicos da Europa ao lidar com Moscovo.

"Tenho de ser muito honesta (....) convosco, a Europa não é suficientemente forte. Neste momento, estaríamos em apuros sem os Estados Unidos", disse a líder do país, candidato à adesão à NATO, numa intervenção no Lowy Institute, um grupo de reflexão sediado em Sydney.

Marin insistiu que a Ucrânia precisa de ser ajudada em "todos os sentidos", acrescentando que os EUA têm desempenhado um papel central no fornecimento de armas, dinheiro e ajuda humanitária necessários a Kiev para travar o avanço da Rússia.

Guerra mostra que UE "não é suficientemente forte"

A primeira-ministra da Finlândia afirmou hoje que a Europa "não é suficientemente forte" para fazer frente a Moscovo sozinha, numa avaliação "muito honesta" das capacidades europeias na sequência da invasão russa da Ucrânia.

Lusa | 08:27 - 02/12/2022

Mais de 1.300 soldados ucranianos libertados pelos russos

Lusa | há 1 mês

O Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky anunciou na quinta-feira que mais de 1.300 prisioneiros ucranianos foram libertados pelos russos no decurso da atual guerra.

Zelensky referiu-se a este número durante o seu habitual discurso noturno, ao referir-se à libertação de mais 50 militares detidos pela Rússia. O chefe de Estado ucraniano precisou tratarem-se de quatro oficiais e 46 sargentos e soldados do Exército, Defesa territorial, Guardas nacionais, Marinha e guardas fronteiriços.

"No total, desde 24 de fevereiro mais de 1.300 ucranianos foram devolvidos do cativeiro russo. Traremos os restantes. Toda a Ucrânia será livre. Todos os ucranianos estarão em casa", disse.

Zelensky diz que mais de 1.300 prisioneiros foram libertados pelos russos

O Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky anunciou na quinta-feira que mais de 1.300 prisioneiros ucranianos foram libertados pelos russos no decurso da atual guerra.

Lusa | 06:17 - 02/12/2022

Russos estarão com falta de munições, dizem britânicos

José Miguel Pires | há 1 mês

Segundo o Departamento de Defesa do Reino Unido, a "escassez de munições da Rússia é provavelmente um dos principais fatores que atualmente limitam o potencial da Rússia para reiniciar operações terrestres ofensivas efetivas em grande escala".

No Twitter, no seu 'briefing' habitual, os britânicos alegam que "a retirada da Rússia da margem oeste do rio Dnipro no mês passado forneceu às Forças Armadas ucranianas oportunidades de atacar nós de logística e linhas de comunicação russos adicionais", ameaça que "provavelmente levou os logísticos russos a realocar os nós de abastecimento, incluindo pontos de transferência ferroviária, mais ao sul e ao leste".

Assim, auguram, "as unidades logísticas russas vão precisar de realizar cargas e descargas de mão-de-obra extra do transporte ferroviário para o transporte rodoviário" e "os movimentos de estrada subsequentemente ainda serão vulneráveis à artilharia ucraniana à medida que avançam para fornecer posições defensivas avançadas russas".

Presidente da Câmara de Zaporíjia acusa queda de mísseis russos

José Miguel Pires | há 1 mês

Zaporíjia acordou esta quinta-feira sob ataque russo, acusou o presidente da Câmara desta cidade ucraniana.

Anatoly Kurtev partiu para o Telegram, onde alertou: "Como resultado do ataque inimigo, esta infraestrutura pegou fogo. A onda de choque estourou as janelas das casas vizinhas".

Algumas horas depois, Oleksandr Starukh, chefe da administração militar regional de Zaporíjia, disse no Telegram que "o inimigo mais uma vez lançou um ataque de mísseis contra Zaporíjia". O objetivo era "a destruição da infraestrutura industrial e energética do centro regional" e "como resultado, um incêndio começou", sem se contarem, no entanto, vítimas.

Até 13 mil soldados ucranianos mortos, diz conselheiro de Zelensky

José Miguel Pires | há 1 mês

As forças armadas da Ucrânia terão perdido entre 10 mil e 13 mil soldados desde o início da invasão russa, disse o conselheiro presidencial Mykhailo Podolyak a uma rede de televisão ucraniana na quinta-feira.

"Temos números oficiais do estado-maior, temos números oficiais do comando superior, e eles chegam a [entre] 10 mil e 12 mil a 13 mil mortos”, disse Podolyak ao canal Kanal 24.

O mesmo conselheiro avançou ainda que Zelensky vai tornar públicos os dados oficiais “quando chegar o momento certo”.

No mês passado, o principal general dos EUA, Mark Milley, disse que a Rússia teria sofrido, desde o início da invasão, mais de 100 mil mortes ou feridos, sendo as baixas ucranianas provavelmente semelhantes em número.

Para recordar

José Miguel Pires | há 1 mês
  • Jens Stoltenberg disse que a NATO "não será arrastada para a guerra de Putin". O secretário-geral da aliança militar do Atlântico Norte afastou qualquer papel no conflito armado entre Ucrânia e Rússia. Realçou, no entanto, que a NATO "multiplicou o número de navios que patrulham o mar do Norte e o mar Báltico e aumentou a partilha de informações".
  • O presidente ucraniano anunciou restrições a organizações religiosas ligadas à Rússia. Volodymyr Zelensky disse que a Ucrânia vai limitar no seu território as atividades das organizações religiosas filiadas à Rússia. Pelo caminho, Zelensky disse também que os ucranianos vão questionar uma alegada ligação canónica da Igreja ortodoxa com o patriarcado de Moscovo "e, se necessário, adotar as medidas previstas na lei".
  • Putin pretendia resolver invasão em dez dias. O presidente da Rússia planeou que a guerra na Ucrânia durasse apenas dez dias, de acordo com documentos obtidos pelo Instituto dos Serviços Reais para a Defesa e Estudos de Segurança (Royal United Services Institute for Defence and Security Studies, RUSI, na sigla em inglês), avança a Sky News. De acordo com a publicação, esses documentos estarão assinados por Vladimir Putin e não só o responsável russo planeou um combate curto, como também tinha planos para que todo o território ucraniano estivesse anexado em agosto.
  • Joe Biden disse que  "sabia que a Rússia era cruel", mas não "tanto". Os presidentes dos Estados Unidos e da França deram, na quinta-feira, uma conferência conjunta em Washington, no âmbito da visita do líder europeu aos EUA. Lá, Biden disse que vai "continuar a apoiar os ucranianos contra a agressão russa".

Início de cobertura

José Miguel Pires | há 1 mês

Bom dia. Abrimos esta manhã a nossa cobertura AO MINUTO sobre as principais notícias da guerra na Ucrânia. Pode recordar a cobertura de quinta-feira aqui:

AO MINUTO: Putin fez plano de 10 dias; Tropas retiram-se de Zaporizhzhia?

Acompanhe aqui AO MINUTO os mais recentes desenvolvimentos sobre a guerra na Ucrânia.

Notícias ao Minuto | 07:55 - 01/12/2022

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