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Ucrânia tem "sinais" de que russos se "preparam" para deixar Zaporíjia

Segundo o presidente da empresa estatal de energia nuclear da Ucrânia, há ainda "a impressão de que estão a fazer as malas e a roubar tudo o que podem".

Ucrânia tem "sinais" de que russos se "preparam" para deixar Zaporíjia
Notícias ao Minuto

16:22 - 27/11/22 por Notícias ao Minuto

Mundo Guerra na Ucrânia

O presidente da empresa estatal de energia nuclear da Ucrânia (Energoatom), Petro Kotin, afirmou, este domingo, que “há sinais” de que as tropas russas se preparam para abandonar a central nuclear de Zaporíjia, ocupada desde março.

"Durante as últimas semanas, recebemos efetivamente informações de que surgiram sinais de que [as tropas russas] possivelmente se estão a preparar para abandonar [a central]", disse o responsável, citado pela agência de notícias Reuters.

“Em primeiro lugar, há um número muito grande de notícias nos meios de comunicação social russos de que valeria a pena abandonar a [central] e talvez valesse a pena entregar o controlo à AIEA [Agência Internacional de Energia Atómica]", acrescentou.

Segundo Kotin, há ainda “a impressão de que estão a fazer as malas e a roubar tudo o que podem”. No entanto, “é demasiado cedo” para admitir que as tropas russas vão sair da central. “Não vemos isso agora, mas estão a preparar-se”, ressalvou.

Sublinhe-se que o diretor-geral da AIEA, Rafael Grossi, anunciou, na sexta-feira, que a agência vai enviar uma missão de especialistas à central nuclear, na próxima semana, para verificar a segurança.

O conflito entre a Ucrânia e a Rússia começou com o objetivo, segundo Vladimir Putin, de "desnazificar" e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia. A operação foi condenada pela generalidade da comunidade internacional.

A ONU confirmou que cerca de seis mil civis morreram e mais de dez mil ficaram feridos na guerra, sublinhando que os números reais serão muito superiores e só poderão ser conhecidos quando houver acesso a zonas cercadas ou sob intensos combates.

Leia Também: Rússia anuncia morte de "uma centena de mercenários estrangeiros"

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