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EUA acreditam que Kyiv deu 'luz verde' a explosão que matou Daria Dugina

Ao New York Times, fontes dos serviços secretos norte-americanos dizem que oficiais ucranianos foram repreendidos, mas não explicaram se o presidente da Ucrânia estaria a par deste plano.

EUA acreditam que Kyiv deu 'luz verde' a explosão que matou Daria Dugina
Notícias ao Minuto

23:53 - 05/10/22 por Notícias ao Minuto

Mundo Ucrânia/Rússia

Os serviços secretos dos Estados Unidos (EUA) acreditam que alguns responsáveis que pertencem ao governo ucraniano são responsáveis pelo ataque ao carro onde seguia Daria Dugina, filha do filósofo Alexandr Dugin, apoiante do Kremlin.

A informação é avançada pelo New York Times, que adianta ainda que não foi especificado quais os responsáveis que deram 'luz verde' para o ataque, que aconteceu em agosto. A mesma fonte não especificou se o presidente da Ucrânia estava ou não a par do ataque.

Os serviços secretos acreditam ainda que a jovem, de 29 anos, não seria o alvo, mas sim o seu pai. "[Pensavam] que quem conduziu o ataque acreditava que ele estaria no veículo com a sua filha", escreve o jornal norte-americano.

Sem identificar qualquer pessoa, os representantes norte-americanos que falaram com o New York Times garantiram que nenhum responsável do governo norte-americano teve conhecimento do ataque e que alguns responsáveis ucranianos foram repreendidos devido a esta situação. Tal como não especificaram a quem tinha sido dado esta repreensão, também não contaram quem, dentro do governo dos EUA, foi responsável por advertir quem esteve envolvido neste ataque.

Darua Dugina morreu, aos 29 anos de idade, assim como o motorista que a levava no carro, que foi armadilhado. De acordo com informações russas oficiais, "o corpo estava tão gravemente queimado que a identificação imediata do corpo foi impossível". 

A Ucrânia negou qualquer envolvimento no ataque, e o Kremlin prometeu vingança. As imagens do funeral da jovem levantaram ainda suspeitas sobre a morte, já que o seu rosto não estaria, aparentemente, queimado.

Leia Também: Rússia e China demarcam-se das condenações da ONU a míssil norte-coreano

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