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Ucrânia. Rússia substitui comandante-chefe do distrito militar ocidental

A Rússia substituiu o comandante-chefe do distrito militar ocidental (DMO), general-coronel Alexandr Zhuravlev, no decorrer do oitavo mês da campanha militar russa na Ucrânia, foi hoje anunciado.

Ucrânia. Rússia substitui comandante-chefe do distrito militar ocidental

O novo comandante do DMO é o tenente-general Román Bérdnikov, de acordo com o jornal independente russo RBC.

No entanto, no 'site' do Ministério da Defesa, Zhuravlev ainda está inscrito como chefe do DMO e Berdnikov como líder do 29.º Exército de Armas Combinadas.

Anteriormente, este último havia sido comandantes das Formações Combinadas do Distrito Militar do Leste e mais tarde liderou um grupo de forças russas na Síria.

Em 1991 graduou-se na Escola Militar de Suvorov em Kiev. Em 2020, foi promovido a tenente-general, segundo a RBC.

Zhuravlev tornou-se chefe das forças do DMO em 2018. Nesse ano, o comandante foi condecorado pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com o título de Herói da Rússia.

Em maio, segundo a imprensa russa, o Ministério da Defesa informou que Zhuravlev condecorou militares por mostrar "bravura e heroísmo" durante a intitulada "operação militar especial" na Ucrânia.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas -- mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,5 milhões para os países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa -- justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de "desnazificar" e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia - foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 5.996 civis mortos e 8.848 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.

Leia Também: Anexações são "direito consagrado na Carta da ONU", diz embaixador russo

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