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Bolsonaro: "Creio que vamos fazer boas alianças para ganhar as eleições"

O chefe de Estado discursou após o resultado das eleições presidenciais ser conhecido.

Bolsonaro: "Creio que vamos fazer boas alianças para ganhar as eleições"
Notícias ao Minuto

03:14 - 03/10/22 por Notícias ao Minuto

Mundo Eleições Brasil

O atual presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, rejeitou comentar, no domingo à noite, a transparência dos resultados das eleições presidenciais, que resultaram na realização de uma segunda volta, a ser disputada no final do mês.

"Vou aguardar o parecer", afirmou Jair Bolsonaro.

Face à "vontade de mudar" do povo,  o governante disse que algumas mudanças poderiam ter um resultado pior, dando exemplos de outros países da América do Sul com governos de esquerda.

"A mudança que, porventura, alguns querem, pode ser pior", apontou, notando: "É por aí o nosso trabalho na 2.ª volta".

Questionado sobre qual vai ser a mensagem que quer deixar durante as próximas quatro semanas de campanha, Bolsonaro disse que passaria por mostrar que "o Brasil era um dos países que se estava a sair-se melhor na questão da Economia".

O governante referiu-se ainda à pandemia de Covid-19, notando que o país comprou 500 milhões de dólares em vacinas "para quem sentiu na obrigação de se vacinar". "Só temos dados positivos", defendeu.

Visivelmente descontente, Bolsonaro diz que já começou a fazer contactos com outros responsáveis do partido que se preocupavam mais com as campanhas estatais.

"A campanha agora é a nossa", disse, referindo-se a que o objetivo principal era ganhar as eleições presidenciais. "Creio que vamos fazer boas alianças para ganhar as eleições", garantiu.

O governante garantiu ainda que tem "confiança total" em ganhar as eleições e, confrontando com as projeções que tinha feito para estes resultados - na ordem os 60% -, Bolsonaro respondeu ao jornalista: "Não precisa gritar". 

"Vamos fazer um bom trabalho até ao dia 28", garantiu.

As declarações foram proferidas depois de os dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) terem comprovado a necessidade de realização de uma segunda volta eleitoral, para definir qual o próximo chefe de Estado do país, e que está agendada para 30 de outubro.

Numa altura em que estão já apurados quase todos os votos (cerca de 99%) desta primeira volta, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) dá conta de que o esquerdista Lula da Silva conquistou cerca de 48% dos votos. O seu principal oponente, Jair Bolsonaro, ficou-se pouco acima dos 43% dos votos.

Para além de Lula da Silva e Bolsonaro, os 156 milhões de eleitores chamados às urnas tiveram a possibilidade de votar em Ciro Gomes, Simone Tebet, Luís Felipe D'Ávila, Soraya Tronicke, Eymael, Padre Kelmon, Leonardo Pericles, Sofia Manzano e Vera Lúcia como candidatos às presidenciais brasileiras.

Leia Também: Ganhar eleição na primeira volta? "Nem sempre é possível", diz Lula

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