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AO MINUTO: Russofobia "grotesca"; Zelensky dá garantias aos russos

Acompanhe aqui AO MINUTO os mais recentes desenvolvimentos sobre a guerra na Ucrânia.

AO MINUTO: Russofobia "grotesca"; Zelensky dá garantias aos russos
Notícias ao Minuto

07:55 - 24/09/22 por Notícias ao Minuto

Ao Minuto Mundo Guerra na Ucrânia

Vive-se o 213.º dia de guerra na Ucrânia e continuam os referendos para anexação russa dos territórios ucranianos de Donetsk, Lugansk, Zaporíjia e Kherson. As votações arrancaram ontem e deverão continuar até dia 27 de setembro.

As críticas têm-se feito ouvir e, esta sexta-feira, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, mostrou-se confiante de que "o mundo irá reagir com a maior justiça aos pseudo-referendos" e que estes "serão inequivocamente condenados".

É de realçar que o ministro dos Negócios Estrangeiros (MNE), João Gomes Cravinho, fez um balanço "sombrio" da 77.ª Assembleia-Geral das Nações Unidas (ONU), considerando que os princípios do multilateralismo foram "violados da forma mais grosseira" pela Rússia.

Fim de cobertura

Márcia Guímaro Rodrigues | há 1 mês

Boa noite. Damos como terminada esta cobertura AO MINUTO sobre os principais acontecimentos na guerra da Ucrânia. Estaremos de regresso na manhã de domingo, num novo registo. Obrigada por nos ter acompanhado!

Homens russos fogem em massa com receio de serem enviados para conflito

Márcia Guímaro Rodrigues | há 1 mês

Homens em idade militar fugiram da Rússia em massa na sexta-feira, enchendo aviões e causando engarrafamentos nas passagens de fronteira, para evitar serem enviados para lutar na Ucrânia após a mobilização militar parcial convocada pelo Kremlin.

Filas de 10 quilómetros formaram-se numa estrada que leva à fronteira sul com a Geórgia, de acordo com o Yandex Maps, um serviço russo de mapas 'online'. As filas de carros eram tão longas na fronteira com o Cazaquistão que algumas pessoas abandonaram os seus veículos e seguiram a pé - assim como alguns ucranianos fizeram depois de a Rússia ter invadido o seu país em 24 de fevereiro.

Saiba mais aqui.

Mais de 110 mil residentes de Lugansk já votaram no referendo

Márcia Guímaro Rodrigues | há 1 mês

Mais de 110 mil cidadãos da autoproclamada república popular de Lugansk votaram, nos últimos dias, no referendo sobre a anexação pela Rússia. A informação é avançada pela agência de notícias TASS, que cita a presidente do gabinete da Comissão Eleitoral Central de Lugansk, Svetlana Kirsanova.

"Até hoje, 24 de setembro de 2022, cerca de 110.754 residentes da república popular de Lugansk participaram nas votações em território da Federação Russa", disse a responsável, acrescentando que não se registaram incidentes no segundo dia de votação.

Ameaças nucleares de Putin e Lavrov são "absolutamente inaceitáveis"

Márcia Guímaro Rodrigues | há 1 mês

O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Dmytro Kuleba, defendeu, este sábado, que as “declarações irresponsáveis” do seu homólogo russo, Sergei Lavrov, e do presidente da Rússia, Vladimir Putin, “sobre a possível utilização de armas nucleares são absolutamente inaceitáveis”.

Numa publicação na rede social Twitter, o responsável frisou que “a Ucrânia não vai ceder” e apelou a “todas as potências nucleares para que se manifestem agora e deixem claro à Rússia que tais retóricas põem o mundo em risco e não serão toleradas”.

 

Kyiv pede à ONU reunião sobre referendos de anexação russa

Márcia Guímaro Rodrigues | há 1 mês

A Ucrânia solicitou hoje que o Conselho de Segurança se reúna na terça-feira para abordar os referendos de anexação que a Rússia convocou em várias regiões, considerando que são uma "violação brutal" da Carta da Nações Unidas. O embaixador ucraniano, Sergiy Kyslytsya, solicitou a reunião com urgência numa carta ao seu homólogo francês, Nicolas de Rivière, atual presidente do órgão, pedindo também que um representante do Governo da Ucrânia e o secretário-geral da ONU, António Guterres, possam intervir.

Zelensky dirige-se aos russos: "Não querem saber das vossas vidas"

Márcia Guímaro Rodrigues | há 1 mês

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, dirigiu-se este sábado aos cidadãos da Rússia e, em russo, afirmou que a “mobilização criminosa” anunciada pelo seu homólogo russo, Vladimir Putin, é uma prova de que “os comandantes russos não querem saber” das suas vidas.

No seu habitual discurso à nação, no dia que marca o sétimo mês desde a invasão russa da Ucrânia, o chefe de Estado ucraniano frisou que “as autoridades russas estão bem cientes de que estão a enviar os seus cidadãos para a morte”, uma vez que “não há outras opções”.

“Os comandantes russos não querem saber das vidas - apenas precisam de repor os espaços vazios deixados pelos mortos, feridos, aqueles que fugiram ou os soldados russos que foram capturados”, acrescentou. “O vosso governo não se importa com quem irá ocupar estes lugares”.

Lavrov diz que resultados dos referendos serão respeitados

Márcia Guímaro Rodrigues | há 1 mês

O ministro dos Negócios Estrangeiros russo disse hoje que o país "respeitará inquestionavelmente os resultados dos referendos" nas regiões da Ucrânia e acusou União Europeia e Estados Unidos de não serem "neutros" e fazerem parte do conflito.

Serguei Lavrov falava numa conferência de imprensa após a sua participação na Assembleia Geral da ONU e depois de ser questionado sobre se um resultado favorável significaria uma anexação imediata, ao que respondeu: "A Rússia respeitará a expressão do povo ucraniano".

"Interesses do país" levaram Moçambique a abster-se de condenar Rússia

Márcia Guímaro Rodrigues | há 1 mês

O primeiro-ministro de Moçambique disse hoje que a opção do país em se abster na condenação à agressão russa à Ucrânia deveu-se a princípios constitucionais e tendo em conta "o que é bom para os interesses" moçambicanos. Em resposta à Lusa após o seu discurso na 77.ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), em Nova Iorque, Adriano Maleiane afirmou que procurou "dar oportunidade ao diálogo" com a abstenção.

"O nosso voto significa aquilo que nós dissemos: a nossa Constituição é muito pela paz, pelo diálogo. E tudo o que nós estamos a fazer é seguir esses princípios, esses valores. Esta instituição em que nós estamos (ONU) é mesmo para garantir essa paz e estabilidade", justificou o primeiro-ministro.

Rússia admite fila de 2.300 carros que querem atravessar para a Geórgia

Tomásia Sousa | há 1 mês

A Rússia admitiu hoje a existência de uma fila de cerca de 2.300 veículos na fronteira com a Geórgia, que esperam na Ossétia do Norte para passarem pelo desfiladeiro Verjni Lars, o único entre os dois países.

Rússia admite fila de 2.300 carros que querem atravessar para a Geórgia

A Rússia admitiu hoje a existência de uma fila de cerca de 2.300 veículos na fronteira com a Geórgia, que esperam na Ossétia do Norte para passarem pelo desfiladeiro Verjni Lars, o único entre os dois países.

Lusa | 20:43 - 24/09/2022

China pede que Moscovo e Kyiv não deixem conflito "transbordar"

Tomásia Sousa | há 1 mês

O ministro dos Negócios Estrangeiros da China, Wang Yi, pediu hoje, na Assembleia Geral da ONU, que a Ucrânia e a Rússia não deixem a guerra "transbordar" e protejam os direitos e interesses legítimos dos países.

Pedimos a todas as partes envolvidas que evitem que a crise transborde e protejam os direitos e interesses legítimos dos países em desenvolvimento", disse Wang Yi.

Anexação de territórios ocupados em discussão na Duma

Márcia Guímaro Rodrigues | há 1 mês

Os projetos-lei que integram as regiões ucranianas ocupadas pelas tropas russas na Rússia deverão ser discutidos na Duma, câmara baixa do parlamento da Rússia, já na próxima quinta-feira, dia 29 de setembro, e entrarão em vigor no dia seguinte.

A informação é avançada pela agência de notícias TASS, que cita fonte anónima, e surge na altura em que decorrem referendos sobre a anexação pela Rússia nas regiões de Donetsk, Lugansk, Zaporíjia e Kherson.

"Dado os resultados preliminares dos referendos e a prontidão da Rússia em reconhecer os resultados, provavelmente, no dia 30 de setembro, o procedimento para unir os territórios ocorrerá", disse a fonte.

 

 "Referendos são uma reação ao apelo de Zelensky"

Márcia Guímaro Rodrigues | há 1 mês

Sergei Lavrov defendeu que os referendos sobre a anexação pela Rússia das regiões separatistas pró-russas e de cidades ucranianas ocupadas pelas tropas russas são “uma reação ao apelo” do presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, para “os russos saírem” do país.

“Agora o Ocidente está histérico devido aos referendos na região de Donetsk, Lugansk, Zaporíjia e Kherson, mas os referendos são uma reação ao apelo de Zelensky aos russos para saírem da Ucrânia”, disse o ministro dos Negócios Estrangeiros russo na ONU.

Notícias ao Minuto Sergei Lavrov discursou na 77.ª Assembleia Geral da ONU© Getty Images  

Bruxelas e Washington "provocaram uma guerra contra a Rússia"

Márcia Guímaro Rodrigues | há 1 mês

O ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia seguiu o seu discurso na ONU afirmando que a “russofobia está numa escala sem precedentes”. “Já não há vergonha em dizer que querem fazer a Rússia desaparecer. Que querem remover do mapa mundial uma entidade geopolítica que é um pouco independente demais”, afirmou Sergei Lavrov.

“Acreditávamos nas promessas do Ocidente, que nos dizia que não ia expandir a NATO nem um pingo em direção ao Oriente”, disse, acrescentando que Bruxelas e Washington “provocaram uma guerra contra a Rússia”

Lavrov acusa o Ocidente de russofobia "grotesca"

O ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Serguei Lavrov, acusou hoje na ONU o Ocidente de "russofobia sem precedentes" e "grotesca".

Lusa | 19:43 - 24/09/2022

Lavrov na ONU. "Em vez de termos diálogo verdadeiro, temos provocações"

Márcia Guímaro Rodrigues | há 1 mês

O ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Sergei Lavrov, discursou este sábado na 77.ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). No seu discurso, o chefe da diplomacia russa acusou os Estados Unidos da América (EUA) e os seus aliados de tentarem “mudar o curso da História”.

“Digam-me um país onde os EUA intervieram pela força e a vida da população do país melhorou”, destacou.

“Estamos num momento dramático e, em vez de termos um diálogo verdadeiro, à procura de um acordo, o que temos são provocações”, atirou ainda, acrescentando que “as mentiras do Ocidente destroem a confiança nas instituições internacionais”.

 

Mais 240 soldados russos mortos nas últimas 24h, diz Ucrânia

Márcia Guímaro Rodrigues | há 1 mês

As Forças Armadas ucranianas revelaram, este sábado, que morreram mais 240 soldados russos nas últimas 24 horas, aumentando o total para 56.300 desde o início da invasão. No seu relatório diário, a Ucrânia diz ainda ter destruído 2.262 tanques (+8) e 4.807 (+11) veículos armados. 

Centenas de russos detidos em protestos contra mobilização parcial

Márcia Guímaro Rodrigues | há 1 mês

Cerca de 700 pessoas foram detidas, este sábado, na sequência de protestos contra a mobilização militar parcial, anunciada, na quarta-feira, pelo presidente da Rússia, Vladimir Putin. A informação é avançada pela OVD-Info, uma organização não governamental (ONG) de direitos humanos russa. 

"Às 18h51, hora de Moscovo, mais de 689 pessoas já tinham sido detidas em 30 cidades”, disse a ONG, citada pela agência de notícias espanhola Efe. Na rede social Twitter, a OVD-Info revelou que a polícia está a retirar os telemóveis e passaportes de alguns detidos e a desligar os de outros.

Autoridades pró-russas relatam participação elevada nos referendos

Márcia Guímaro Rodrigues | há 1 mês

As autoridades pró-russas no leste e sul da Ucrânia referem uma participação elevada no primeiro dia de votação dos referendos de anexação, hoje no seu segundo dia, enquanto residentes e fontes ucranianas denunciam coação para participar na consulta. Segundo o líder da autoproclamada república de Donetsk, Denis Pushilin, a participação no primeiro dia de votação foi de 23,64%, enquanto na vizinha Lugansk foi de 21,97%.

Mariupol, Bucha ou Irpin. "A Ucrânia nunca perdoará a Rússia"

Márcia Guímaro Rodrigues | há 1 mês

O jornalista russo Dmitry Muratov, galardoado com o Prémio Nobel da Paz em 2021, considerou, em entrevista à agência de notícias Reuters, que a Ucrânia “nunca perdoará” a Rússia pela invasão iniciada há sete meses e pelos crimes de guerra cometidos.

“A Ucrânia nunca perdoará a Rússia”, frisou o editor do jornal de investigação Novaya Gazeta, que teve de suspender as suas atividades “até ao fim da operação especial a Ucrânia”, após receber duas ordens de aviso do Roskomnadzor - o órgão estatal que monitoriza a área da comunicação na Rússia.

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Mobilização. "Ou se tornam cúmplices de Putin ou saem da Rússia"

Márcia Guímaro Rodrigues | há 1 mês

O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Dmytro Kuleba, considerou, este sábado, que a mobilização parcial anunciada pelo presidente russo, Vladimir Putin, “afeta diretamente” as empresas internacionais que continuam na Rússia.

“A mobilização de Putin também afeta diretamente as empresas internacionais que continuam a trabalhar na Rússia”, começou por afirmar na rede social Twitter, acrescentando que “são agora obrigadas por lei a ajudar as autoridades”. “A escolha é ou tornar-se cúmplices na guerra bárbara de Putin ou retirar-se imediatamente da Rússia”, atirou.

Macron criticado por "declarações desastrosas" no início da invasão russa

Carmen Guilherme | há 1 mês

O ex-secretário-geral da NATO Anders Fogh Rasmussen criticou o presidente francês, Emmanuel Macron, pela posição tomada no início da invasão russa da Ucrânia. Numa entrevista, publicada na sexta-feira pela revista Le Point, o dinamarquês considerou que os esforços diplomáticos foram “profundamente prejudiciais”.

Em causa está o facto de o presidente de França ter, em várias ocasiões, referido que não é necessário “humilhar a Rússia” para se alcançar a paz e de ter tentado, sem sucesso, conversar diretamente com o seu homólogo russo, Vladimir Putin, para chegar a um cessar-fogo na Ucrânia.

“Macron surpreendeu-nos no início da crise com a sua declaração, no mínimo, única e crítica de que Putin não devia ser humilhado e ofereceu uma rampa de saída. Tais declarações foram desastrosas e profundamente prejudiciais”, disse Rasmussen, citado pela Reuters.

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Soldados russos desertores podem enfrentar 10 anos de prisão

Carmen Guilherme | há 1 mês

Os soldados russos que se recusem a lutar, que desertem, que desobedeçam a ordens ou se rendam na Ucrânia vão agora enfrentar penas mais pesadas, depois de uma nova lei promulgada pelo presidente da Rússia, Vladimir Putin.

De acordo com o Moscow Times, Putin deu 'luz verde' a um projeto de lei que inclui longas penas de prisão para atos de guerra, incluindo deserção e rendição voluntária.

Segundo a nova lei, a rendição voluntária é agora punível com 15 anos de prisão, enquanto desertar durante o período de mobilização ou de guerra pode ser punido com até 10 anos de prisão.  A objeção de consciência pode ir até três anos de prisão e há ainda uma punição de até 15 anos por pilhagens durante a guerra e mobilização.

Putin aprova nova lei que introduz penas pesadas por deserção ou rendição

Introduzidos pela primeira vez no Código Penal russo conceitos como "mobilização, lei marcial e tempo de guerra".

Notícias ao Minuto | 16:08 - 24/09/2022

Sobe para 2 número de mortos em ataque com drones iranianos

Carmen Guilherme | há 1 mês

A Ucrânia atualizou para dois o número de mortos após os ataques russos levados a cabo em Odessa, alegadamente com drones iranianos.

Segundo revelou, este sábado, o Estado-Maior ucraniano, morreram duas pessoas e outras duas ficaram feridas, informa a Sky News.

Recorde-se que ontem a Ucrânia anunciou que decidiu retirar o credenciamento do embaixador iraniano em Kyiv e reduzir o número de diplomatas iranianos na capital, referindo que foram usados drones iranianos pela Rússia no porto de Odessa. O primeiro balanço dava apenas conta de uma vítima mortal. 

 

Rússia demite vice-ministro da Defesa

Carmen Guilherme | há 1 mês

O vice-ministro da Defesa russo, o general do Exército Dmitri Bulgákov, responsável pelo abastecimento e munições, foi demitido do cargo, informou hoje a Defesa, em comunicado.

Para o cargo foi designado o general coronel Mijaíl Mizíntsev, que até agora desempenhava funções como chefe do Centro de Comando Nacional da Defesa.

"O general do Exército Dmitri Bulgákov foi libertado do seu cargo de vice-ministro de Defesa da Rússia, por ter recebido outro destino", refere-se no comunicado, sem mais detalhes.

Rússia demite vice-ministro da Defesa

O vice-ministro da Defesa russo, o general do Exército Dmitri Bulgákov, responsável pelo abastecimento e munições, foi demitido do cargo, informou hoje a Defesa, em comunicado.

Lusa | 13:42 - 24/09/2022

Irão aconselha Ucrânia a não ser "influenciada por terceiros"

Carmen Guilherme | há 1 mês

O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão, Nasser Kanaani, aconselhou a Ucrânia a "abster-se de ser influenciada por terceiros que procuram destruir as relações entre os dos países", lamentando a decisão de Kyiv ontem conhecida.

Segundo a Reuters, a declaração foi feita este sábado e surge depois de a Ucrânia decidir retirar o credenciamento do embaixador iraniano em Kyiv e reduzir o número de diplomatas iranianos na capital, face à denúncia de que foram usados drones iranianos pela Rússia no porto de Odessa. O porta-voz alegou ainda que a decisão da Ucrânia foi tomada com base em relatórios não confirmados e disse que o Irão está a planear uma "ação proporcional" como resposta a Kyiv.

Irão planeia "ação proporcional" em resposta à Ucrânia

Ucrânia alega fornecimento de drones à Rússia por parte do Irão.

Notícias ao Minuto | 15:19 - 24/09/2022

Autoridades russas estarão a planear recrutar 1,2 milhões de pessoas

Carmen Guilherme | há 1 mês

As autoridades russas planeiam recrutar 1,2 milhões de pessoas para a mobilização militar parcial anunciada por Vladimir Putin para a guerra na Ucrânia. A notícia é avançada pelo jornal independente russo Meduza, que cita fontes próximas do Kremlin. 

Segundo as fontes citadas pelo jornal, as autoridades recomendaram "manter o recrutamento no mínimo" nas capitais regionais e apostar em pessoas "nas áreas rurais, onde não há média, oposição e onde há mais apoio à guerra".

Autoridades russas estarão a planear recrutar 1,2 milhões de pessoas

Número é amplamente superior ao anunciado pelo Ministério da Defesa, que apontava para a mobilização de 300.000 reservistas.

Notícias ao Minuto | 12:15 - 24/09/2022

Autoridades dizem que russos obrigam população a votar várias vezes

Carmen Guilherme | há 1 mês

As autoridades da região ucraniana de Kherson, sob controlo da Rússia, denunciaram que os militares presentes na zona obrigam a população a votar várias vezes no referendo de adesão a Moscovo proposto pelas autoridades pro-russas.

A região entrou hoje no segundo dia de votações de uma consulta que o vice-presidente de Kherson, Yuri Sobolevski, classificou na sua conta de Telegram como um "teatro do absurdo".

"Há 'comissões eleitorais' acompanhadas de militares armados que percorrem a região e vão a casa dos eleitores que tentam por todos os meios evitá-los. Alguns já tiveram azar duas vezes: tiveram de preencher o boletim e votar segunda vez", denunciou.

Fila de 10 quilómetros na fronteira da Rússia com a Geórgia

Carmen Guilherme | há 1 mês

Também a BBC dá conta de longas filas de carros que tentam deixar a Rússia em vários pontos da fronteira, face à mobilização militar anunciada por Putin.

Segundo a estação britânica, há uma fila de 10 quilómetros na fronteira com a Geórgia. 

N.º de pessoas que cruzaram fronteira da Rússia para a Finlândia duplicou

Carmen Guilherme | há 1 mês

O número de pessoas que cruzaram a fronteira da Rússia para a Finlândia duplicou nos últimos dias, comparativamente com a semana passada, revelou Satu Sikanen, autarca na região da Carélia finlandesa, à BBC News, acrescentando ainda que o número de vistos emitidos diminuiu. Esta informação foi também confirmada pela guarda fronteiriça finlandesa.

"É claro que esta é uma situação séria para a nossa região, mas quero enfatizar que temos fortes guardas de fronteira, temos fortes forças de defesa e a Finlândia está a juntar-se à NATO, então estamos seguros", disse. Sikanen.

Recorde-se que, ontem, Helsínquia anunciou a intenção de impedir completamente a entrada de turistas russos no país, mesmo que tenham visto, alegando que estes podem causar "um grave prejuízo para a posição internacional da Finlândia".

A medida, que entrará em vigor "o mais rápido possível", foi acordada pelo presidente finlandês, Sauli Niinistö, e pelo Comité de Relações Exteriores e Segurança do Governo finlandês, em resposta à crescente chegada de cidadãos russos, após o decreto de mobilização de reservistas para a guerra na Ucrânia anunciado por Vladimir Putin.

Finlândia com filas na entrada de cidadãos nas fronteiras com a Rússia

O número de pessoas que entram na Finlândia provenientes da Rússia quase duplicou e há filas nas fronteiras, após Helsínquia anunciar a decisão de bloquear a entrada a turistas russos, anunciou hoje a guarda fronteiriça finlandesa.

Lusa | 12:31 - 24/09/2022

Governador de Kharkiv denuncia ataques noturnos na região

Carmen Guilherme | há 1 mês

O nordeste da Ucrânia continua a ser alvo de vários ataques. Segundo Oleg Sinegubov, governador da região de Kharviv, vários locais ao longo da fronteira com a Rússia foram atingidos esta sexta-feira.

"O distrito de Kupyan é o que mais sofre com os bombardeamentos", denunciou no Telegram.

Segundo o responsável, cinco pessoas ficaram feridas neste distrito nas últimas 24 horas, incluindo duas irmãs de 10 e 17 anos.

Também um homem de 45 anos ficou ferido em Chuguyiv, depois de uma mina explodir enquanto colhia cogumelos. Um acidente semelhante ocorreu em Izyum, com um jovem, de 24 anos, que também colhia cogumelos.

"Lembro a todos mais uma vez que visitar as florestas agora é muito perigoso devido ao grande número de minas e munições não detonadas", alertou.

"Só no último dia, o Serviço de Emergência do Estado desarmou 578 objetos explosivos na região", revelou.

Charles Michel apoia abertura da UE aos objetores de consciência russos

Carmen Guilherme | há 1 mês

O presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, afirmou numa entrevista hoje publicada ser a favor de que a União Europeia abra as portas aos cidadãos russos que são objetores de consciência e que ignoram o apelo do Presidente russo, Vladimir Putin.

Numa entrevista ao jornal norte-americano Politico, o líder europeu afirma que o bloco tem de mostrar uma certa "abertura àqueles que não querem ser instrumentalizados pelo Kremlin".

"A União Europeia deve acolher aqueles que estão em perigo devido às suas opiniões políticas. Se as pessoas na Rússia estão em perigo pelas suas opiniões políticas, por não seguirem esta louca decisão do Kremlin de lançar esta guerra na Ucrânia, devemos ter isso em conta", disse Michel.

Leia mais aqui.

Dois mortos e três feridos em Donetsk

Carmen Guilherme | há 1 mês

Dois civis morreram e três ficaram feridos, na sexta-feira, após bombardeamentos russos na região de Donetsk. A informação foi avançada, este sábado, por Pavlo Kyrylenko, governador de Donetsk, no Telegram.

As mortes ocorreram em Bakhmut e Krasnohorivka.

Autoridades russas distribuem minutas de aviso em Zaporíjia e Kherson

Carmen Guilherme | há 1 mês

O Estado-Maior Geral das Forças Armadas da Ucrânia diz que as autoridades russas terão começado a distribuir minutas de aviso para homens em "idade de alistamento militar que renunciaram à cidadania ucraniana" em Zaporíjia e Kherson.

Os convocados nestas regiões, onde estão a ser realizados referendos para anexação à Rússia, têm agora passaportes russos.

Mobilização de reservistas "é sinal de desespero"

Carmen Guilherme | há 1 mês

Iuliia Mendel, ex-assessora do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, defendeu hoje em entrevista à Lusa que "a Rússia já falhou" os seus objetivos na guerra da Ucrânia e que a mobilização de reservistas é "um sinal de desespero".

"A Rússia já falhou no cumprimento dos seus objetivos: retirar a independência à Ucrânia, matar o Presidente, instituir um regime-fantoche, tomar Kyiv e tornar a Ucrânia uma baía da Rússia", disse à Lusa Iuliia Mendel, de 35 anos, secretária de imprensa e porta-voz de Zelensky entre 2019 e 2021.

Mobilização de reservistas "é sinal de desespero"

Iuliia Mendel, ex-assessora do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, defendeu hoje em entrevista à Lusa que "a Rússia já falhou" os seus objetivos na guerra da Ucrânia e que a mobilização de reservistas é "um sinal de desespero".

Lusa | 09:05 - 24/09/2022


  

Forças russas atacam barragens para inundar pontos de passagem da Ucrânia

Carmen Guilherme | há 1 mês

Os serviços de inteligência do Reino Unido acreditam que as forças russas estão a atacar barragens na Ucrânia para inundar pontos de passagem dos militares ucranianos.

O Ministério da Defesa britânico indicou que os ataques "provavelmente não causaram interrupções significativas nas operações ucranianas devido à distância entre as barragens danificadas e as áreas de combate".

As forças russas atingiram a barragem de Penchenihy, no rio Siverskyy Donets, com mísseis, na quarta e quinta-feira, após atingirem uma barragem perto de Krivyy Rih, no centro da Ucrânia, na semana passada.

O balanço russo do primeiro dia de votação

Carmen Guilherme | há 1 mês

Em Donetsk, a participação no referendo, na sexta-feira, foi de 23,6%, de acordo com a agência estatal russa Tass, que cita uma autoridade local.

Já segundo a russa Interfax, mais de 20,5% dos eleitores aptos a votar na região de Zaporíjia e 15% na região de Kherson também votaram ontem.

“Na nossa opinião, é suficiente para o primeiro dia de votação”, disse a chefe da comissão eleitoral russa instalada em Kherson, Marina Zakharova, citada pelo Guardian.

Luhansk: Pessoas forçadas a sair de casa para votar em referendo

Carmen Guilherme | há 1 mês

Serhiy Gaidai, governador ucraniano de Luhansk, revelou que na cidade de Starobilsk as pessoas foram forçadas a sair de casa para votar no "referendo". O Guardian escreve ainda que na cidade de Bilovodsk, um diretor de uma empresa disse aos funcionários que o voto era obrigatório e que qualquer pessoa que se recusasse a participar seria demitida e o seu nomes divulgado aos serviços de segurança.

Terminada exumação em Izyum com 447 cadáveres

Carmen Guilherme | há 1 mês

As autoridades de Kyiv terminaram a exumação de uma vala comum situada numa floresta perto da cidade ucraniana de Izyum, na região de Kherson, ocupada pelos russos, tendo contabilizado 447 mortes, entre eles 215 mulheres e cinco crianças.

"O trabalho prolongou-se por uma semana, sem interrupções. Foram retirados os corpos de 447 pessoas. Deste total, 215 são de mulheres, 194 homens, cinco crianças e 22 militares. Além disso, os restos mortais de 11 pessoas 447 corpos dos mortos foram retirados das sepulturas. Destes, 215 são mulheres, 194 são homens, 5 são crianças e 22 são militares", indicou o chefe da Polícia Nacional da Ucrânia.

Leia mais aqui.

Bom dia

Carmen Guilherme | há 1 mês

Bom dia.

Damos início a mais um acompanhamento AO MINUTO dos últimos acontecimentos relacionados com a guerra na Ucrânia. Poderá recordar o registo de sexta-feira no link abaixo:

AO MINUTO: Finlândia trava entrada de russos; Ucrânia castiga Irão

Acompanhe aqui AO MINUTO os mais recentes desenvolvimentos sobre a guerra na Ucrânia.

Notícias ao Minuto | 07:49 - 23/09/2022

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