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AO MINUTO: "Punição justa"; Coreia do Norte rejeita fornecimento de armas

Acompanhe aqui AO MINUTO os mais recentes desenvolvimentos sobre a guerra na Ucrânia.

AO MINUTO: "Punição justa"; Coreia do Norte rejeita fornecimento de armas
Notícias ao Minuto

08:16 - 21/09/22 por Notícias ao Minuto

Ao Minuto Mundo Rússia/Ucrânia

Após mais 200 dias de guerra na Ucrânia, o dia de hoje arrancou com um discurso do presidente da Rússia, Vladimir Putin. Naquela que foi a primeira vez que se dirigiu à nação desde que decidiu invadir o país vizinho, a 24 de fevereiro, Putin anunciou a assinatura de um decreto de mobilização militar parcial na Rússia para efetuar contraofensiva na Ucrânia.

Também a convocação de referendos sobre a anexação das autoproclamadas repúblicas de Donetsk e Lugansk, e das administrações de Kherson e Zaporíjia, na Ucrânia, continua a ser um tema em destaque, com várias críticas a nível mundial. A NATO fala num sinal de fraqueza da Rússia. 

Fim de cobertura

Daniela Filipe | há 2 semanas

Boa noite. Damos como terminada esta cobertura AO MINUTO sobre os principais acontecimentos na guerra da Ucrânia. Estaremos de regresso na manhã de quinta-feira, num novo registo. Obrigada, desde já, por ter estado desse lado.

Governador de Melitopol teme "mobilização parcial" russa na sua cidade

Daniela Filipe | há 2 semanas

O governador de cidade ucraniana Melitopol, Ivan Fedorov, recorreu, esta quarta-feira, à rede social Telegram, para apelar aos homens ucranianos da cidade que fujam "imediatamente", antes que sejam chamados para a "mobilização parcial", anunciada por Putin.

Governador de Melitopol teme "mobilização parcial" russa na sua cidade

A  "mobilização parcial" anunciada por Putin vai acontecer em Melitopol, segundo o governador local.

Beatriz Cavaca | 23:55 - 21/09/2022

 

O desespero, o asilo e a incerteza. As reações ao discurso de Putin cá

Daniela Filipe | há 2 semanas

A comunicação do presidente da Rússia ao país, esta quarta-feira, num discurso onde anunciou uma mobilização parcial de cidadãos na reserva para reforçar os contingentes destacados na Ucrânia, mas também onde ameaçou o Ocidente com "todos os meios", mereceu condenação da larga maioria dos líderes ocidentais.

Também por cá, algumas figuras de vários quadrantes políticos foram reagindo ao discurso de Putin e aos acontecimentos que se seguiram, num dia em que decorre a 77.ª Assembleia Geral das Nações Unidas, que acabou, inevitavelmente, por ficar marcada por aquele comunicado.

Fique a par.

Washington "leva a sério" a ameaça nuclear de Putin

Daniela Filipe | há 2 semanas

O presidente russo, Vladimir Putin, mobilizou hoje centenas de milhares de reservistas para relançar a ofensiva na Ucrânia e brandiu com a ameaça de recorrer a armas nucleares, algo que os Estados Unidos disseram que "levam a sério".

Mas o anúncio da mobilização parcial de reservistas provocou manifestações improvisadas em pelo menos 38 cidades russas, que levaram à prisão de pelo menos 1.332 pessoas, constituindo-se como os maiores protestos na Rússia desde os que se seguiram ao anúncio da ofensiva de Moscovo na Ucrânia no final de fevereiro.

Centenas de prisioneiros ucranianos libertados pelas forças russas

Daniela Filipe | há 2 semanas

Pelo menos 215 prisioneiros de guerra ucranianos foram libertados pelas forças russas, esta quarta-feira, segundo a Sky News.

De acordo com Andrii Yermak, chefe do gabinete presidencial ucraniano, os "heróis" foram trocados por 55 prisioneiros russos, incluindo o aliado do presidente Vladimir Putin, Viktor Medvedchuk.

Alguns dos prisioneiros libertados incluem combatentes da batalha pela siderúrgica Azovstal, em Mariupol, bem como comandantes ucranianos e mulheres grávidas.

A troca terá sido realizada com a mediação do presidente turco, Recep Tayyip Erdogan. Na verdade, o meio de comunicação bielorrusso Nexta indica que cinco dos soldados irão permanecer na Turquia em "condições confortáveis" até ao final da guerra.

Também o presidente Volodymyr Zelensky assinalou o feito, no seu habitual discurso à nação, publicado na rede social Facebook. Ao elencar alguns dos nomes dos prisioneiros libertados, o chefe de Estado realçou que esta "é uma vitória" para a Ucrânia mas, principalmente, para "215 famílias, que poderão ver os seus entes queridos, seguros".

"Lembramo-nos do nosso povo e tentamos salvar todos os ucranianos. Este é o significado da Ucrânia, a nossa essência, e é assim que nos diferenciamos do inimigo. Nós valorizamos cada vida! E não deixamos de fazer tudo para salvar todos os que estão em cativeiro russo", assegurou.

Já a primeira-dama ucraniana, Olena Zelenska, celebrou a libertação destes prisioneiros na rede social Twitter, assinalando que, para 215 famílias, o dia de hoje "trouxe felicidade".

Coreia do Norte rejeita alguma vez ter fornecido armas à Rússia

Daniela Filipe | há 2 semanas

A Coreia do Norte assegurou, esta quarta-feira, que nunca forneceu armas nem munições à Rússia - e não o planeia fazer no futuro -, segundo um comunicado divulgado pela agência estatal KCNA, e citado pela Reuters.

Coreia do Norte nega acusações de que vendeu armas à Rússia

O país mantêm relações muito próximas com o Kremlin e reconheceu a autonomia das autoproclamadas repúblicas separatistas pró-russas de Donetsk e Lugansk.

Notícias ao Minuto | 23:29 - 21/09/2022

Turquia condena referendos russos de anexação na Ucrânia

Daniela Filipe | há 2 semanas

A Turquia condenou hoje os referendos de anexação "ilegítimos" da Rússia em quatro regiões sob o seu controlo na Ucrânia.

"Tal facto consumado ilegítimo não será reconhecido pela comunidade internacional", indicou o Ministério dos Negócios Estrangeiros turco num comunicado.

A Turquia nunca reconheceu a anexação da península da Crimeia, na Ucrânia, por Moscovo, que ocorreu durante os primeiros meses de um conflito latente que eclodiu em 2014 e culminou com a invasão russa em 24 de fevereiro de 2022.

Além de várias cidades russas, também Varsóvia protesta contra Putin

Daniela Filipe | há 2 semanas

Depois de mais de mais de mil pessoas terem sido detidas na Rússia, esta quarta-feira, por protestos contra a "mobilização parcial" declarada pelo presidente Vladimir Putin, também Varsóvia, na Polónia, se juntou a estas manifestações.

Num vídeo partilhado nas redes sociais, é possível ver uma grande manifestação em frente da Embaixada russa da cidade polaca. 

Veja as imagens.

Sobe para mais de 1.300 o número de detidos em protestos na Rússia

Daniela Filipe | há 2 semanas

Pelo menos 1.385 pessoas foram detidas no âmbito de protestos na Rússia contra a mobilização parcial anunciada pelo presidente Vladimir Putin, esta quarta-feira.

Até às 00h51 (hora na Rússia), a organização de defesa dos direitos civis OVD-Info dava conta de 538 detidos em São Petersburgo, e de 535 em Moscovo.

Foram também registadas detenções em cidades como Yekaterimburgo, Perm, Ufa, Krasnoyarsk, Cheliabinsk, Irkutsk, Novosibirsk, Yakutsk, Ulan-Ude, Arkhangelsk, Korolev, Voronezh, Zheleznogorsk, Izhevsk, Tomsk, Salavat, Tiumen, Volgogrado, Petrozavodsk, Samara, Surgut, Smolensk, Belgorod, entre outras.

"Não foi apenas contra nós". Zelensky quer novas sanções à Rússia

Daniela Filipe | há 2 semanas

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, pediu esta quarta-feira, no seu discurso na ONU, uma "punição justa" contra a Rússia na sequência do conflito no seu país.

"A Ucrânia quer paz, a União Europeia quer paz, o mundo quer paz", afirmou, acusando que "há apenas um país que quer a guerra".

Nessa linha, defendeu que "as sanções contra o agressor fazem parte da fórmula para a paz", frisando que o conflito é "contra todos os países que têm assento nas Nações Unidas".

Zelensky foi autorizado a participar na Assembleia Geral das Nações Unidas, através de um discurso pré-gravado, na sessão de alto nível da Assembleia Geral.

Países bálticos respondem com cautela à mobilização russa

Daniela Filipe | há 2 semanas

Os três países bálticos -- Estónia, Letónia e Lituânia --, todos eles com fronteira com a Rússia, responderam hoje com cautela ao anúncio do presidente russo, Vladimir Putin, de uma mobilização parcial de reservistas para a guerra com a Ucrânia.

O vice-chefe da Defesa da Estónia, general Veiko-Vello Palm, declarou que a mobilização parcial da Rússia "não representa uma ameaça militar direta" ao seu país, embora tenha avançado que Talin está a preparar seu próprio pacote de medidas de resposta, sem, porém, especificar.

Kyiv promete "abater" os russos mobilizados para combates

Daniela Filipe | há 2 semanas

O comandante-chefe do exército ucraniano, Valery Zaluzhny, prometeu hoje "abater" os russos que combatem na Ucrânia, incluindo os que forem mobilizados na sequência do decreto do presidente russo, Vladimir Putin.

"Abateremos todos aqueles que vierem ao nosso território com armas nas mãos - seja voluntariamente ou por mobilização. Nenhuma declaração da liderança político-militar do país agressor irá afetar a nossa disposição de lutar pela nossa liberdade", escreveu no Facebook Zaluzhny, que raramente fala à imprensa ou utiliza as redes sociais.

Apesar dos planos de Putin, AIEA continuará trabalho em Zaporíjia

Daniela Filipe | há 2 semanas

O diretor da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), Rafael Grossi, assegurou, esta quarta-feira, que o organismo continuará a trabalhar para criar uma zona segura à volta da central nuclear de Zaporíjia [Zaporizhzhia], apesar das ameaças do presidente russo, Vladimir Putin, quanto à realização de um referendo na região.

"Mesmo nas piores condições, a diplomacia nunca deve parar. Não podemos baixar os braços e ouvir o que está a ser dito, ir embora, e esperar que algo aconteça para resolver a situação", justificou Rafael Grossi, à margem da 77.ª sessão da Assembleia-Geral das Nações Unidas, que decorre em Nova Iorque, nos Estados Unidos.

"É da nossa responsabilidade fazê-lo, através de propostas pragmáticas, e realistas", complementou, citado pela agência Reuters.

A chegada dos prisioneiros russos libertados à Arábia Saudita

Daniela Filipe | há 2 semanas

Os 10 prisioneiros de guerra transferidos pela Rússia para a Arábia Saudita, esta quarta-feira, já aterraram naquele país - e há imagens.

Um vídeo divulgado pela agência de notícias SPA mostra os cidadãos de diferentes nacionalidades no momento da chegada à Arábia Saudita, como parte de uma troca de prisioneiros entre Moscovo e Kyiv.

Filho de Peskov recusa-se a participar na mobilização militar

Daniela Filipe | há 2 semanas

O comentador político Dmitry Nizovtsev, que é apresentador do programa 'Popular Politics', criado por apoiantes de Alexei Navalny, no Youtube, decidiu telefonar, esta quarta-feira, ao filho do porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, para saber se este iria comparecer na mobilização de reservistas para a guerra. Para seu espanto, descobriu que este não estava a pensar fazê-lo, em direto.

Nizovtsev fingiu ser um recrutador militar e disse ao telefone ao filho do porta-voz do Kremlin, Nikolai Peskov, de 32 anos, que devia realizar os exames médicos necessários para iniciar o recrutamento militar obrigatório no dia seguinte, às 10h00 da manhã.

Mais de mil pessoas já foram detidas nos protestos contra a mobilização

Catarina Correia Rocha | há 2 semanas

Mais de mil pessoas já foram detidas, esta quarta-feira, em diversas cidades da Rússia, nas manifestações contra a "mobilização parcial" declarada pelo presidente Vladimir Putin. As informações são avançadas pela Agência France-Presse, que cita uma Organização Não-Governamental. 

Somam-se as detenções nos protestos contra mobilização parcial na Rússia

Veja as imagens.

Daniela Filipe | 20:23 - 21/09/2022

Duma apela à Assembleia Geral da ONU que condene ações dos EUA e NATO

Daniela Filipe | há 2 semanas

O parlamento da Rússia apelou hoje à Assembleia Geral das Nações Unidas, ao Parlamento Europeu e aos vários líderes mundiais para condenarem as ações dos Estados Unidos e da NATO no âmbito da guerra na Ucrânia.

"Os deputados da Duma (parlamento) estatal apelam à Assembleia Geral da ONU, aos políticos e aos parlamentares dos países de todo o mundo para condenarem veementemente as ações perigosas dos Estados Unidos e da NATO", disse o presidente da Comissão de Assuntos Internacionais, Leonid Slutski, numa declaração lida na assembleia.

Mais de 900 pessoas detidas em protestos na Rússia contra mobilização

Daniela Filipe | há 2 semanas

Pelo menos 928 pessoas foram detidas na sequência de manifestações em 38 cidades russas contra o anúncio de uma mobilização parcial naquele país, segundo a organização de defesa dos direitos civis OVD-Info.

O organismo indica que há, pelo menos, 361 detidos em Moscovo, e 320 em São Petersburgo.

Estas informações foram consultadas às 19h19 (hora em Lisboa).

Veja aqui imagens dos protestos.

Bruxelas e Londres veem sinais de que invasão está a falhar

Daniela Filipe | há 2 semanas

A presidente da Comissão Europeia e a primeira-ministra do Reino Unido consideraram hoje a decisão do Presidente russo de mobilizar os reservistas no contexto do conflito na Ucrânia "um sinal de que a invasão russa está a falhar".

Ursula von der Leyen e Liz Truss, que realizaram a sua primeira reunião bilateral à margem da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), "condenaram as ações russas na Ucrânia e concordam que os apelos de Putin para mobilizar milhares de reservistas são um sinal de que a invasão russa da Ucrânia está a falhar".

Ministros dos Negócios Estrangeiros da UE reúnem-se de emergência

Daniela Filipe | há 2 semanas

Os ministros dos Negócios Estrangeiros dos países que compõem a União Europeia (UE) agendaram uma reunião de emergência para esta quarta-feira, na sequência do anúncio feito esta manhã pelo presidente russo, Vladimir Putin, quando a uma mobilização parcial naquele país, avança a agência Reuters.

Recorde-se que os responsáveis encontram-se em Nova Iorque, nos Estados Unidos, a propósito da Assembleia das Nações Unidas.

MNEs da UE reúnem-se de urgência em Nova Iorque após discurso de Putin

Os ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia (UE) vão efetuar hoje uma reunião extraordinária em Nova Iorque para abordar os últimos acontecimentos em torno da guerra da Ucrânia, disse fonte diplomática à agência noticiosa Efe.

Lusa | 20:22 - 21/09/2022

Cinco britânicos libertados pelas forças russas a "são e salvo"

Daniela Filipe | há 2 semanas

Cinco cidadãos britânicos foram libertados "são e salvos", segundo confirmou a primeira-ministra do Reino Unido, Liz Truss, na rede social Twitter.

Entre os prisioneiros de guerra libertados estará Aiden Aslin, de 28 anos, que foi capturado pelas forças russas e acusado de ser um mercenário, em Mariupol.

Também os norte-americanos Alexander Drueke, de 39 anos, e Andy Tai Ngoc Huynh, de 27 anos, foram libertados, de acordo com informações fornecidas à agência Reuters. Ambos do Alabama, foram capturados em junho, quando lutavam no leste da Ucrânia.

"A mensagem do presidente Putin é uma grande desilusão"

Daniela Filipe | há 2 semanas

O primeiro-ministro reagiu hoje ao discurso do presidente russo, referindo que este foi "uma desilusão" para os que desejam a paz.

"A mensagem do presidente Putin é uma grande desilusão para todos os que desejam o fim rápido da guerra e o restabelecimento da paz na Ucrânia", afirmou António Costa em declarações aos jornalistas, à margem do 77.º período de sessões da Assembleia das Nações Unidas, em Nova Iorque.

"Não quero morrer por Putin". Centenas de detidos após mobilização

Daniela Filipe | há 2 semanas

O medo reina na Rússia após o anúncio de mobilização parcial para reforçar o exército daquele país no conflito com a Ucrânia. Acumulam-se os cidadãos detidos na sequência de protestos contra a medida, anunciada esta quarta-feira pelo presidente russo, Vladimir Putin, naquele que foi o seu primeiro discurso à nação, desde o brotar do conflito.

De acordo com o The Guardian, já ocorreram mais de 200 detenções. Contudo, segundo a organização de defesa dos direitos civis OVD-Info, pelo menos 364 pessoas foram detidas por se manifestar contra a medida, número que poderá crescer, tendo em conta a extensão dos protestos no país, que decorrem em cerca de 23 cidades.

Veja aqui as imagens.

Mali anuncia reforço da cooperação com a Rússia

Daniela Filipe | há 2 semanas

O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Mali anunciou hoje, durante a apresentação de credenciais do novo embaixador em Moscovo, que vai "reforçar e diversificar a cooperação com a Rússia, principalmente na luta contra o terrorismo".

De acordo com uma nota na rede social Twitter, citada pela agência Efe, o novo representante diplomático maliano na Rússia, Harouna Samake, apresentou hoje as credenciais ao Presidente russo, Vladimir Putin, e reafirmou a vontade de aprofundar as relações entre os dois países.

Líder sérvio bósnio oferece observadores para referendos na Ucrânia

Daniela Filipe | há 2 semanas

O membro sérvio da presidência bósnia, Milorad Dodik, declarou em Moscovo que está disposto a enviar observadores para o referendo nas regiões separatistas de Donetsk e Lugansk, leste da Ucrânia, para a sua integração na Rússia, indicaram hoje os 'media' bósnios.

O líder nacionalista dos sérvios bósnios, citado pelo portal Klix, considerou os referendos como uma decisão autónoma dos cidadãos, apesar de decorrerem num cenário de guerra e com ausência de garantias.

Rússia. Aumento na produção de armas obriga funcionários a horas extra

Daniela Filipe | há 2 semanas

Depois de Vladimir Putin anunciar que as empresas da indústria da defesa estão, neste momento, a melhorar o seu trabalho no contexto do conflito na Ucrânia, a agência russa TASS confirma que a maior empresa de defesa da Rússia, Rostec vai aumentar a produção de armas.

De acordo com a agência internacional, foram já adaptados os horários dos funcionários e obrigados a fazer horas extra.

Kyiv declara de "inadmissibilidade" dos referendos de adesão à Rússia

Daniela Filipe | há 2 semanas

O parlamento da Ucrânia aprovou hoje uma declaração de "inadmissibilidade" dos referendos de adesão à Rússia propostos pelas autoridades separatistas russófonas das regiões de Donetsk, Lugansk, Zaporíjia e Kherson.

Adecisão foi confirmada pelo deputado Yaroslav Zhelezniak na sua conta digital Telegram, ao referir que a proposta foi aprovada por 272 dos 450 deputados da Rada, o parlamento de Kyiv.

Chefe da diplomacia russa reúne-se com Grossi, Wang Yi e Touadéra

Daniela Filipe | há 2 semanas

O ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Serguei Lavrov, reúne-se hoje em Nova Iorque com o diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), Rafael Grossi, com o homólogo chinês Wang Yi e com o Presidente da República Centro-Africana, Faustin-Archange Touadéra.

"Manterá reuniões com o diretor-geral da AIEA, com o ministro dos Negócios Estrangeiros da China e com o Presidente da República Centro-Africana", informou fonte da delegação russa em Nova Iorque, onde o chefe da diplomacia russa participará na 77ª sessão da Assembleia geral da ONU, segundo a agência noticiosa russa Interfax.

Pesquisas de 'como partir um braço' aumentam na Rússia após mobilização

Daniela Filipe | há 2 semanas

"Tudo para se livrarem do combate". Quem o diz é Ian Bremmer, cientista político que, esta quarta-feira, apontou que as pesquisas na Rússia sobre 'como partir um braço' aumentaram exponencialmente após o anúncio de uma mobilização parcial naquele país, de modo a reforçar o exército russo no conflito com a Ucrânia.

Rússia terá libertado pelo menos 10 prisioneiros de guerra

Daniela Filipe | há 2 semanas

A Rússia terá libertado, pelo menos, 10 prisioneiros de guerra, segundo um oficial da Arábia Saudita, citado pelo The Guardian.

Entre eles estarão cidadãos nacionais de países como os Estados Unidos, Reino Unido, Suécia, Marrocos, e Croácia.

A libertação destes prisioneiros acontece após a mediação do príncipe da coroa saudita Mohammed bin Salman, sendo que o avião que os transportava já terá aterrado naquele reino.

Mais de 100 pessoas detidas em manifestações contra mobilização parcial

Daniela Filipe | há 2 semanas

Pelo menos 109 pessoas foram detidas, esta quarta-feira, na sequência de protestos que brotaram após o anúncio de uma mobilização parcial para reforçar as forças russas no conflito contra a Ucrânia.

Em Irkutsk, na Sibéria, pelo menos 10 dos 60 manifestantes que se reuniram numa praça central foram detidos, segundo o The Moscow Times, citado pelo The Guardian.

Já na terceira maior cidade da Rússia, Novosibirsk, um vídeo publicado nas redes sociais mostra um manifestante a gritar que não quer "morrer por Putin”.

Putin quer reservistas na guerra, mas as filas aumentam na fronteira

Daniela Filipe | há 2 semanas

Depois do presidente russo Vladimir Putin anunciar a  mobilização de 300 mil reservistas para combater no conflito na Ucrânia seria de esperar a total colaboração do povo russo, no entanto, na fronteira com a Finlândia, essa realidade não se observava na manhã desta quarta-feira.

Veja aqui o vídeo da fila de carros que se amontoava hoje na fronteira entre os dois países.

Putin diz que não vai ceder a "chantagem e intimidação"

Daniela Filipe | há 2 semanas

Minutos antes do discurso do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden na Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), o presidente Vladimir Putin, decidiu falar de novo num evento para marcar os 1.160 anos do Estado da Rússia.

Em declarações à imprensa, citadas pela agência Reuters afirmou que não vai ceder a "chantagens e intimidações", por parte do Ocidente.

Guerra na Ucrânia foi "escolhida por um homem", acusa Biden

Daniela Filipe | há 2 semanas

Perante a Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), o presidente norte-americano, Joe Biden, começou por realçar as "grandes revoluções" do último ano, entre elas a "crescente crise alimentar", assim como "na segurança e na energia", mencionando ainda fenómenos como "cheias, calor, Covid-19, e inflação", e, por fim, "uma guerra brutal, indesejada, desnecessária, escolhida por um homem".

"Vamos dizer as coisas como elas são. Um membro permanente do Conselho de Segurança da ONU invadiu o seu vizinho, tentando apagar um estado soberano do mapa. A Rússia, sem vergonha, violou a carta das Nações Unidas. Há uma proibição clara de que os países assumam o território do vizinho pela força", começou por lançar o chefe de Estado, realçando que, "hoje, o presidente Putin fez mais ameaças nucleares contra a Europa, desconsiderando as responsabilidades de um regime de não proliferação".

Guerra na Ucrânia foi "escolhida por um homem", acusa Biden

O presidente norte-americano acusou a Rússia de, "sem vergonha", violar a carta das Nações Unidas, considerando que o conflito na Ucrânia foi "escolhido por um homem".

Daniela Filipe | 16:36 - 21/09/2022

Santos Silva diz que "ninguém quer pôr em causa território" da Rússia

Carmen Guilherme | há 2 semanas

O presidente da Assembleia da República, Augusto Santos Silva, reafirmou hoje o apoio à "justa luta do povo ucraniano" e sublinhou que as autoridades russas devem considerar que ninguém quer pôr em causa a integridade territorial do seu país.

"Há um ponto que deve ser muito claro para todos, incluindo as autoridades russas: ninguém quer invadir a Rússia, nem quer pôr em causa a independência da Rússia, ninguém quer pôr em causa a integridade territorial da Rússia, ninguém quer atentar contra a liberdade do povo russo", disse.

Santos Silva diz que "ninguém quer pôr em causa território" da Rússia

O presidente da Assembleia da República, Augusto Santos Silva, reafirmou hoje o apoio à "justa luta do povo ucraniano" e sublinhou que as autoridades russas devem considerar que ninguém quer pôr em causa a integridade territorial do seu país.

Lusa | 15:38 - 21/09/2022

"A paz mundial está em perigo", alerta Borrell

Carmen Guilherme | há 2 semanas

O chefe da diplomacia da União Europeia, Josep Borrell, afirmou, esta quarta-feira, que a "paz mundial está em perigo", num comentário ao discurso de Vladmir Putin. 

"O anúncio de Putin de falsos referendos, mobilização militar parcial e chantagem nuclear são uma grave escalada. Ameaçar com armas nucleares é inaceitável e um perigo real para todos", disse no Twitter.

"A comunidade internacional deve unir-se prevenindo tais ações. A paz mundial está em perigo", acrescentou. 

Chechénia: Kyiv e NATO em "situação desesperada" após anúncio de Putin

Carmen Guilherme | há 2 semanas

O líder da Chechénia, Ramzan Kadyrov, considerou, esta quarta-feira, que o apelo do Presidente russo Vladimir Putin à mobilização militar parcial colocou "a elite de Kyiv e toda a NATO numa situação desesperada", em mensagem divulgada no Telegram.

"Apoio totalmente as decisões tomadas pelo presidente", indica no texto o líder da república russa do Cáucaso do Norte de larga maioria muçulmana, ao considerar que estas "medidas necessárias, importantes e preventivas" se destinam a proteger a integridade territorial da Rússia.

Chechénia: Kyiv e NATO em "situação desesperada" após anúncio de Putin

O líder da Chechénia, Ramzan Kadyrov, considerou, esta quarta-feira, que o apelo do Presidente russo Vladimir Putin à mobilização militar parcial colocou "a elite de Kiev e toda a NATO numa situação desesperada", em mensagem divulgada no Telegram.

Lusa | 14:50 - 21/09/2022

Putin "quer atirar mais homens para as chamas da guerra"

Carmen Guilherme | há 2 semanas

O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Dmytro Kuleba, afirmou que o presidente da Rússia, Vladimir Putin, quer, com a mobilização parcial, "atirar" mais homens para as "chamas da guerra" e considerou que esta decisão mostra "total desrespeito" pelos países que pediram diplomacia. 

"Putin mostrou total desrespeito à China, Índia, México, Turquia, outras nações asiáticas, africanas, do Oriente Médio e da América Latina que pediram diplomacia e o fim da guerra da Rússia contra a Ucrânia", escreveu no Twitter.

"Ele quer atirar mais homens para as chamas da guerra que não tem hipóteses de vencer", acrescentou.

NATO: "Guerra não está a ir de acordo" com planos de Putin

Carmen Guilherme | há 2 semanas

O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, criticou, esta quarta-feira, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, por usar uma retórica nuclear "perigosa e imprudente" e considerou que a mobilização militar anunciada pelo líder russo vai levar a uma escalada do conflito. 

Numa entrevista à Reuters, Stoltenberg disse que a decisão de Vladimir Putin de convocar reservistas para combater na Ucrânia não foi uma surpresa e demonstra  "que a guerra não está a ir de acordo com os seus planos".  Para o líder da NATO fica claro que o presidente russo cometeu "um grande erro de cálculo".

Já sobre o uso de armas nucleares, ameaça deixada pela Rússia, Stoltenberg disse que a NATO vai garantir que não há "mal-entendidos" em Moscovo.

"Vamos garantir que não haja mal-entendidos em Moscovo sobre como vamos reagir. Claro que depende do tipo de situação ou de que tipo de armas que eles podem usar. O mais importante é evitar que isso aconteça e isso é por que fomos tão claros nas nossas comunicações com a Rússia sobre as consequências sem precedentes", disse Stoltenberg.

Truss reafirmou apoio "firme" do Reino Unido à Ucrânia

Carmen Guilherme | há 2 semanas

A primeira-ministra do Reino Unido, Liz Truss, divulgou imagens na quais surge ao lado da primeira-dama da Ucrânia, Olena Zelenska, e o seu homólogo ucraniano, Denys Shmyhal, para dizer que reafirmou o apoio "firme" do Reino Unido à Ucrânia. 

"Ontem à noite reafirmei à primeira-dama ucraniana, Olena Zelenska, e primeiro-ministro, Denys Shmyhal, o firme apoio da Grã-Bretanha ao povo ucraniano enquanto luta para restaurar a sua soberania e integridade territorial", escreveu esta quarta-feira no Twitter.

 

Mobilização? "Ato de desespero", considera Scholz

Carmen Guilherme | há 2 semanas

O chanceler alemão, Olaf Scholz, disse, no Twitter, que a mobilização anunciada por Putin é um "ato de desespero".

"A Rússia não pode vencer esta guerra criminosa. Desde o início, Putin subestimou completamente a situação - a vontade de resistir da Ucrânia e a unidade dos seus amigos", acrescentou.

Protestos na Rússia contra mobilização anunciada por Putin

Carmen Guilherme | há 2 semanas

Há registo de manifestações em cidades e vilas da Rússia contra a mobilização militar parcial anunciada por Putin, esta quarta-feira, segundo destacou Matthew Luxmoore, do Wall Street Journal, que partilhou também imagens. 

Também o movimento antiguerra russo Vesna convocou manifestações por todo o país contra a mobilização para as 19h00 de Moscovo (17h00 em Lisboa). No seu site, os organizadores apelam aos militares russos em unidades e na linha de frente para que se recusem a participar na chamada "operação especial" ou que se rendam. 

"Não precisas de morrer por Putin. És necessário na Rússia por aqueles que te amam", indicam, segundo o Nexta, referindo ainda que Putin quer apenas transformar "milhares de homens russos", "pais", "irmãos e maridos", em "carne para canhão na guerra".

 

Declarações de Putin devem ser encaradas com "serenidade", diz Marcelo

Carmen Guilherme | há 2 semanas

"A Europa e a NATO têm tido a preocupação de funcionarem como atores de paz e não de conflito mostrando a firmeza de valores e de princípios", disse Marcelo Rebelo de Sousa aos jornalistas, em Nova Iorque, quando questionado sobre os últimos desenvolvimentos da guerra. 

Para o chefe de Estado, as declarações do presidente russo devem ser encaradas com "serenidade", uma vez que esta não é a primeira vez que as declarações russas "sobem de tom". 

Sobre a resposta da NATO e o apoio que esta terá de Portugal, Marcelo diz que o país tem "correspondido" e vai continuar a corresponder dentro das suas limitações". 

No que toca à invasão, "a NATO tem sido firme mas serena", disse ainda. 

Leia mais aqui.

Zelensky diz que "não acredita" que Putin vá usar armas nucleares

Carmen Guilherme | há 2 semanas

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, apelou ao Ocidente, esta quarta-feira, que não se deixe chantagear pela ameaça nuclear de Vladmir Putin, referindo ainda que não acredita que Moscovo vá recorrer a armas nucleares

"Eu não acredito que ele (Putin) vá usar essas armas. Eu não acho que o mundo vá permitir que ele use essas armas", disse o chefe de Estado ucraniano, numa entrevista à Bild TV. 

Na mesma entrevista, Zelensky disse ainda que o presidente russo "quer afogar a Ucrânia em sangue, inclusive no sangue de seus próprios soldados".

 

"Nós, cidadãos da Rússia". Petição contra mobilização reúne 179 mil nomes

Carmen Guilherme | há 2 semanas

Uma petição contra a mobilização, parcial ou total, na Rússia, reuniu mais de 179 mil assinaturas na plataforma Change.org, cujo número disparou após o Presidente russo, Vladimir Putin, ter mobilizado 300 mil reservistas para a Ucrânia.

"Nós, cidadãos da Rússia, homens e mulheres, pronunciamo-nos contra uma mobilização parcial ou geral. O presidente Vladimir Putin não tem, e não pode ter, fundamentos legais ou causas argumentadas e ponderadas para anunciá-la", afirma a petição.

O texto acrescenta que os russos não estão dispostos a submeter os seus irmãos, filhos, maridos, pais e avós a perigos físicos e morais na "situação atual de incerteza".

"Esta petição estará em vigor durante todo o período da operação militar especial no território da Ucrânia e até que termine", acrescenta a petição, que adicionou dezenas de milhares de assinaturas nas últimas horas.

"Nós, cidadãos da Rússia". Petição contra mobilização reúne 179 mil nomes

Uma petição contra a mobilização, parcial ou total, na Rússia, reuniu mais de 179 mil assinaturas na plataforma Change.org, cujo número disparou após o Presidente russo, Vladimir Putin, ter mobilizado 300 mil reservistas para a Ucrânia.

Lusa | 13:27 - 21/09/2022

Antigo reitor russo morre após cair de edifício de universidade

Carmen Guilherme | há 2 semanas

O ex-reitor do Instituto de Aviação de Moscovo Anatoly Gerashchenko morreu, na tarde de terça-feira, segundo noticia o The Moscow Post.

Gerashchenko, que atuava como assessor do reitor que o sucedeu, morreu após cair do edifício da universidade, numa morte descrita como um “acidente”. O óbito foi declarado no local. 

Sublinhe-se que nos últimos tempos têm ocorrido várias mortes, com contornos suspeitos, entre altos cargos com ligações ao Kremlin. 

 

"Ameaçar com armas nucleares pertence ao arsenal de um estado pária"

Carmen Guilherme | há 2 semanas

A primeira-ministra da Estónia, Kaja Kallas, pediu ao Ocidente que não vacile perante a chantagem nuclear do presidente russo, Vladimir Putin, que tem o objetivo de "alimentar o medo". 

"Esta é a primeira vez que a liderança do Kremlin se pronuncia após a contra-ofensiva da Ucrânia. Precisam mostrar que estão a tomar iniciativa. Se a Rússia não pode vencer convencionalmente, ameaça com armas nucleares e procura maneiras de demonstrar uma vitória política", disse, citada pelo Guardian.

"O discurso do presidente Putin pretendia assustar a comunidade internacional. Quanto às ameaças nucleares, o objetivo é o mesmo que tem sido até agora – é alimentar o medo e aterrorizar o público em geral. O Kremlin está a chantagear a comunidade internacional e quer assustar-nos e impedir-nos de ajudar a Ucrânia. A Europa não se cansará; continuaremos a defender e suportar os princípios da segurança europeia e do direito internacional", acrescentou.

"A NATO é uma aliança defensiva e uma aliança nuclear. Ao contrário da Rússia, não ameaçamos o mundo com uma catástrofe nuclear. Ameaçar com armas nucleares pertence ao arsenal de um estado pária. Isso é totalmente irresponsável e inaceitável", rematou.

Reservistas? Politóloga avisa que qualquer russo pode ser mobilizado

Carmen Guilherme | há 2 semanas

Quando anunciou, esta manhã, que ia decretar uma mobilização parcial - de 300 mil reservistas - no país, Putin limitou o grupo que será afetado por esta medida: “Só estarão sujeitos ao serviço militar obrigatório os cidadãos que se encontrem atualmente na reserva e, sobretudo, os que serviram nas forças armadas e tenham alguma especialidade militar”.

No entanto, essa especificação não consta do decreto. "De acordo com este texto, qualquer pessoa pode ser convocada, exceto funcionários do complexo militar-industrial", alertou a politóloga Ekaterina Shulman ao Nexta.

Além disso, de acordo com a norma avançada por Putin, os combatentes que já estão a lutar na Ucrânia e cujos contratos expirariam em breve, vão vê-los a ser prolongados indefinidamente "até o final do período de mobilização parcial".

Reservistas? Politóloga avisa que qualquer russo pode ser mobilizado

Fica ainda a dúvida sobre o ponto 7 do decreto.

Marta Amorim | 12:31 - 21/09/2022

Kremlin recusa dizer se poderá fechar fronteiras para evitar fugas

Carmen Guilherme | há 2 semanas

O porta-voz do Kremlin,  Dmitry Peskov, recusou comentar a possibilidade de a Rússia fechar as fronteiras após o anúncio da mobilização de reservistas russos. 

Segundo a Sky News, Peskov disse, no entanto, que serão dados novos detalhes nos próximos dias e confirmou que anunciará "muito em breve" quais as categorias de cidadãos que estão isentas da mobilização militar.

 

UE vê "sinal de desespero de Putin" em mobilização e referendos

Carmen Guilherme | há 2 semanas

A diplomacia da União Europeia (UE) considerou que a mobilização de reservistas anunciada hoje pela Rússia e a realização de referendos de anexação de territórios ucranianos são um "sinal de desespero" do Presidente russo, Vladimir Putin.

"O discurso do Presidente Putin e os anúncios que fez, tanto sobre estes referendos como sobre a mobilização parcial, são novas provas de que ele não está interessado na paz, que está interessado em escalar a sua guerra de agressão, o que é também mais um sinal do seu desespero com a forma como a sua agressão está a ir contra a Ucrânia", reagiu o porta-voz principal da Comissão Europeia para os negócios estrangeiros e da política de segurança, Peter Stano, falando na conferência de imprensa diária da instituição, em Bruxelas.

Segundo o também porta-voz do Alto Representante da UE para a política externa, tais anúncios são "também um sinal claro para toda a comunidade internacional, especialmente durante esta semana crucial na Assembleia Geral das Nações Unidas em Nova Iorque, [...] de que Putin só está interessado em continuar e avançar na sua guerra destrutiva".

"Apoiamos a legítima luta justificada da Ucrânia para defender o seu povo o seu território e os ucranianos lutam não só pelo território e independência e soberania da nação, mas também pelos nossos princípios e valores", insistiu. 

Opositor russo prevê "enorme tragédia" com mobilização parcial

Carmen Guilherme | há 2 semanas

O opositor russo Alexei Navalny previu uma "enorme tragédia" com a mobilização parcial dos cidadãos anunciada hoje pelo Presidente, Vladimir Putin.

"Tudo isso levará a uma enorme tragédia e a uma enorme quantidade de mortes", declarou o principal opositor russo, que atualmente se encontra preso, durante uma audiência de um dos vários processos que enfrenta na Rússia, num vídeo divulgado pelos meios de comunicação russos.

"É claro que a guerra criminosa que atualmente ocorre só se agrava e aumenta, e Putin tenta envolver o maior número possível de pessoas", lamentou Navalny, empregando uma palavra proibida pelo Kremlin [guerra], que classifica a invasão da Ucrânia como uma "operação militar especial".

Leia mais aqui.

"Apoio da UE à Ucrânia permanecerá firme"

Carmen Guilherme | há 2 semanas

O presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, garantiu, esta quarta-feira, que o apoio da União Europeia à Ucrânia permanecerá "firme".
Através do Twitter, o responsável lembrou que o anúncio de mobilização militar, feito esta quarta-feira, coincide com a data em que se assinala o Dia Internacional da Paz. 

"O Kremlin anuncia mobilização no Dia Internacional da Paz 2022 enquanto na Assembleia-Geral da ONU os países trabalham pela cooperação, segurança e prosperidade", começou por escrever.

"Nesta guerra, há apenas um agressor, a Rússia, e um país agredido, a Ucrânia. O apoio da UE à Ucrânia permanecerá firme", acrescentou.

Autoridades alemãs realizaram buscas em residências de oligarca russo

Carmen Guilherme | há 2 semanas

A polícia alemaã realizou buscas, esta quarta-feira, em residências do oligarca russo Alisher Usmanov. Em causa estarão suspeitas de violação das sanções aplicadas pelo Ocidente, e de lavagem de dinheiro.

Cerca de 250 agentes do Departamento Federal de Investigação Criminal (BKA, na sigla em alemão) e da polícia fiscal participaram na operação, que teve lugar na Baviera, no sul do país, em Baden-Württemberg, no sudoeste, em Schleswig-Holstein, e em Hamburgo, no norte, segundo adianta a AFP.

Com 69 anos, o magnata russo e ex-presidente da Federação Internacional de Esgrima é suspeito de ter contratado uma empresa de segurança para monitorizar os seus bens imobiliários com os fundos congelados devido às sanções impostas pela União Europeia (UE), a 28 de fevereiro, após o início da ofensiva russa na Ucrânia. Terá, assim, violado a proibição de utilizar essas quantias.

Além de buscas em 24 propriedades, outras quatro pessoas foram questionadas, por serem suspeitas de terem participado no ‘esquema’.

Polícia alemã faz buscas em propriedades de oligarca próximo de Putin

Além de 24 propriedades, outras quatro pessoas foram questionadas, por serem suspeitas de terem participado num 'esquema'.

Notícias ao Minuto | 15:48 - 21/09/2022

 

Lituânia coloca forças de reação rápida em alerta máximo

Carmen Guilherme | há 2 semanas

O ministro da Defesa da Lituânia, Arvydas Anušauskas, anunciou que o país vai colocar as suas forças de reação rápida em alerta máximo.

"Como a mobilização militar da Rússia também ocorrerá perto de nossas fronteiras (região de Kaliningrado), a Força de Reação rápida da Lituânia está a ser colocada em alerta máximo para evitar qualquer provocação da Rússia", anunciou no Twitter.

Voos só de ida para fora da Rússia esgotam após anúncio de Putin

Carmen Guilherme | há 2 semanas

Os voos só de ida para fora da Rússia esgotaram rapidamente esta quarta-feira, depois Vladimir Putin ordenar a convocação imediata de 300 mil reservistas, através da aprovação do mecanismo de mobilização parcial.

Segundo a Reuters, os dados do Google Trends mostraram um aumento nas buscas pelo Aviasales, o site mais popular da Rússia para comprar voos.

Os voos diretos de Moscovo para Istambul, na Turquia, e Yerevan, na Arménia - ambos destinos que permitem a entrada de russos sem visto - estavam esgotados já esta quarta-feira, segundo dados da Aviasales.

Algumas rotas com escalas, incluindo as de Moscovo para Tiblissi, também não estavam disponíveis, enquanto os voos mais baratos da capital para Dubai custavam mais de 300.000 rublos (mais de cinco mil euros), cerca de cinco vezes o salário médio mensal do país. 

Voos só de ida para fora da Rússia esgotam após anúncio de Putin

Putin anunciou a mobilização de 300 mil pessoas para a guerra.

Marta Amorim | 11:22 - 21/09/2022

Polónia reitera apoio à Ucrânia e Finlândia acompanha situação "de perto"

Carmen Guilherme | há 2 semanas

O primeiro-ministro polaco, Mateusz Morawiecki, reiterou o apoio da Polónia à Ucrânia, acrescentando que o objetivo da Rússia é "destruir" o país liderado por Zelensky.

"Faremos tudo o que pudermos com os nossos aliados, para que a NATO apoie ainda mais a Ucrânia para que se possa defender. Os relatos sobre a mobilização parcial foram confirmados. A Rússia tentará destruir a Ucrânia e tomar parte de seu território. Não podemos permitir isso", disse, citado pela Reuters.

Já o ministro da Defesa da Finlândia, Antti Kaikkonen, disse que a situação na Rússia está a ser acompanhada de perto.

“Em relação aos arredores da Finlândia, posso dizer que a situação militar é estável e calma”, disse Kaikkonen, em declarações à mesma agência noticiosa, acrescentando que as "forças de defesa" do país "estão bem preparadas e a situação é monitorizada de perto".

ONU. Draghi condena referendos para integrar Donbass na Rússia

Carmen Guilherme | há 2 semanas

O primeiro-ministro italiano, Mario Draghi, condenou, esta quarta-feira, a decisão de Moscovo de convocar referendos para a integração na Rússia de regiões que ocupou na Ucrânia, considerando que se trata de uma violação do direito internacional.

No seu discurso no debate geral da 77.ª sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, que decorre em Nova Iorque, nos Estados Unidos, Draghi sublinhou que a ação mostra que "a Rússia não quer o fim do conflito".

Olena Zelenska presente na 77.ª sessão da Assembleia-Geral da ONU

Carmen Guilherme | há 2 semanas

A primeira-dama da Ucrânia esteve presente esta terça-feira, dia 20, na 77.ª sessão da Assembleia-Geral da ONU.

"A minha visita à 77.ª sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas começou de forma especial", escreveu Olena Zelenska numa publicação na rede social Twitter. 

"Em conjunto com as primeiras-damas da Polónia e da Lituânia - Agatha Kornhauser-Duda e Diana Nausediene - criámos o nosso próprio formato 'Triângulo de Lublin'", escreveu, apontando para o "desenvolvimento de cooperação e projetos humanitários conjuntos".

Olena Zelenska presente na 77.ª sessão da Assembleia-Geral da ONU

Esta é a primeira Assembleia Geral desde o início da guerra na Ucrânia e a primeira em formato presencial desde o início da pandemia.

Notícias ao Minuto | 10:50 - 21/09/2022

Letónia não vai oferecer asilo a russos em fuga

Carmen Guilherme | há 2 semanas

A Letónia, membro da União Europeia que faz fronteira com a Rússia, esclareceu, esta quarta-feira, que não vai oferecer asilo a cidadãos russos em fuga face à mobilização militar que hoje entrou em vigor no país.

"A Letónia consultará aliados e parceiros sobre ações conjuntas relacionadas à mobilização iniciada pela Rússia. É necessário discutir mais apoio à Ucrânia e discutir possíveis medidas de segurança adicionais na região. O nível de ameaça militar à Letónia ainda é baixo", escreveu o ministro dos Negócios Estrangeiros da Letónia, Edgars Rinkēvičs, no Twitter.

"Por razões de segurança, a Letónia não emitirá vistos humanitários ou outros tipos de vistos para os cidadãos russos que evitem a mobilização, nem alterará as restrições de passagem de fronteira para cidadãos russos com vistos Schengen introduzidos desde 19 de setembro", acrescentou.

Posição da China quanto à Ucrânia "sempre foi clara"

Carmen Guilherme | há 2 semanas

A China também já reagiu ao tema que domina o dia de hoje: o discurso de Vladmir Putin. Em conferência de imprensa, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da China disse que a posição do país quanto à guerra da Ucrânia "sempre foi clara".

"Sempre sustentámos que a soberania e a integridade territorial de todos os países devem ser respeitadas, os propósitos e princípios da Carta da ONU devem ser observados, as preocupações legítimas de segurança de todos os países devem ser levadas a sério e todos os esforços conducentes à resolução pacífica de crises devem ser apoiados", disse Wang Wenbin aos jornalistas, após ser questionado sobre a declaração do presidente da Rússia.

Alemanha diz que mobilização é "mais um passo errado" de Putin

Carmen Guilherme | há 2 semanas

O vice-chanceler alemão Robert Habeck considerou que a mobilização militar anunciada pela Rússia é "mais um passo errado" de Putin.

Foi "mais um passo mau e errado da Rússia", disse, citado pela Sky News.

"Agora vamos, claro, debater e consultar a nível político qual será a melhor forma de responder", acrescentou.

Mark Rutte fala em "sinal de pânico" do Kremlin

Carmen Guilherme | há 2 semanas

O primeiro-ministro holandês, Mark Rutte, disse, esta quarta-feira, que a ordem de mobilização militar da Rússia é um "sinal de pânico" do Kremlin. 

"A mobilização, pedindo referendos em Donetsk, é tudo um sinal de pânico", disse Rutte à emissora holandesa NOS, comentando o discurso de Putin.

"A sua retórica sobre armas nucleares é algo que ouvimos muitas vezes antes, e isso deixa-nos frios. Faz parte da retórica que conhecemos. Aconselho a manter a calma", rematou.

 

Papa Francisco: Ucrânia está a ser "martirizada"

Carmen Guilherme | há 2 semanas

O Papa Francisco afirmou, esta quarta-feira, na sua audiência geral semanal, no Vaticano, que a Ucrânia está a ser "martirizada". 

O Sumo Pontífice não falou diretamente na Rússia, mas condenou a "selvageria, monstruosidades e tortura" na Ucrânia, nomeadamente ao referir-se à descoberta de mais de 440 sepulturas numa floresta perto da cidade de Izyum.

Izyum. Papa Francisca sublinha que Ucrânia é "martirizada"

O Papa Francisco denunciou, esta quarta-feira, "as monstruosidades" e a "selvajaria" que estão a acontecer na Ucrânia, onde está atualmente o seu representante, o cardeal Konrad Krajewski.

Lusa | 10:44 - 21/09/2022

 

O que se diz em Portugal após o discurso de Putin

Carmen Guilherme | há 2 semanas

O historiador e jornalista José Milhazes considerou que o presidente russo, Vladimir Putin, "mente" quando diz que o Ocidente tem ameaçado a Rússia com "armas nucleares"

"A propaganda russa já chegou a um ponto em que se pode dizer que o discurso do presidente Putin é moderado”, começou por afirmar. “Putin mente com todos os dentes, mas nem sequer se preocupa (...)  Eu ainda não ouvi nenhum dirigente de um país da NATO fazer chantagem nuclear com a Rússia, mas já vi - ainda ontem [Dmitry] Medvedev disse o mesmo - que a Rússia pode utilizar todos os meios que tem à disposição”, considerou o historiador", acrescentou. 

Perante a mobilização de mais 300 mil russos para a guerra na Ucrânia, Ana Gomes considerou que é "tempo de darmos asilo a russos que possam fugir da Rússia", bem como "tempo de escalarmos apoio militar" à Ucrânia.

Já Paulo Rangel, do PSD, disse que "o discurso de Putin revela desespero e prenuncia uma escalada no conflito ucraniano". "O apoio aos referendos-fantoche, a mobilização dos reservistas e a ameaça nuclear não auguram nada de bom", afirmou.

Mobilização? "Admissão de que a invasão está a falhar"

Carmen Guilherme | há 2 semanas

Também Ben Wallace, ministro da Defesa do Reino Unido, reagiu ao discurso de Putin, referindo que o anúncio de mobilização é a "admissão de que a invasão está a falhar".

"A quebra do presidente Putin das suas próprias promessas de não mobilizar partes da população e a anexação ilegal de partes da Ucrânia são uma admissão de que a sua invasão está a falhar", disse o governante.

"Ele e o seu ministro da Defesa enviaram dezenas de milhares de cidadãos para a morte, mal equipados e mal orientados. Nenhuma quantidade de ameaças e propaganda pode esconder o facto de que a Ucrânia está a ganhar esta guerra, a comunidade internacional está unida e a Rússia está a tornar-se numa pária global", concluiu. 

Anúncio de Putin é prova de Rússia "é o único agressor", diz Petr Fiala

Carmen Guilherme | há 2 semanas

Petr Fiala, primeiro-ministro da República Checa, disse no Twitter que o anúncio de mobilização parcial feito por Putin é “mais uma prova de que a Rússia é o único agressor” no conflito.

“A mobilização parcial anunciada por Vladimir Putin é uma tentativa de fazer escalar ainda mais a guerra lançada pela Rússia na Ucrânia e mais uma prova de que a Rússia é o único agressor. A ajuda à Ucrânia é necessária e temos de continuar a fazê-lo pelo nosso próprio interesse”, escreveu. 

 

Distrito de Kharkiv bombardeado durante a noite

Carmen Guilherme | há 2 semanas

As forças russas bombardearam, durante a noite, o distrito de Kholodnohirskyi, em Kharkiv, disse o autarca da cidade, Ihor Terekhov.

Dez pessoas foram socorridas num prédio residencial e há, pelo menos, um ferido. 

 

Discurso de Putin? "A vida tem um grande sentido de humor", diz Podolyak

Carmen Guilherme | há 2 semanas

Mykhailo Podolyak, conselheiro do presidente da Ucrânia, considerou, esta quarta-feira, que "a vida tem um grande sentido de humor", em reação ao discurso do presidente da Rússia, Vladimir Putin, que anunciou uma mobilização militar parcial. 

No Twitter, o conselheiro presidencial de Volodymyr Zelensky fez uma análise do discurso do líder russo, que dividiu em três pontos, e com traços de alguma ironia. 

"210º dia da 'guerra de três dias'", começou por escrever. "Mobilização, fronteiras fechadas com bloqueio de contas bancárias e prisão por deserção", descreveu.

"Ainda está tudo de acordo com o plano, certo? A vida tem um grande sentido de humor", completou.

Kyiv acusa Rússia de novo bombardeamento contra central nuclear

Carmen Guilherme | há 2 semanas

O operador ucraniano de energia Energoatom acusou esta quarta-feira a Rússia de ter voltado a bombardear a zona da central de Zaporíjia, no sul da Ucrânia, a maior da Europa.

"Os terroristas russos bombardearam outra vez a central nuclear de Zaporíjia durante a noite", indicou a entidade oficial ucraniana através da rede de mensagens Telegram. 

Na terça-feira, o Ministério da Defesa da Rússia afirmou que um ataque ucraniano contra a central nuclear, controlada pelas forças de Moscovo, tinha danificado um dos edifícios do complexo. 

O alerta sobre o novo ataque contra a zona da central nuclear foi dado pouco depois de o presidente russo, Vladimir Putin, ter anunciado a "mobilização parcial" de 300 mil reservistas russos. 

"Continuaremos com a Ucrânia pelo tempo que for necessário", dizem EUA

Carmen Guilherme | há 2 semanas

A embaixadora dos Estados Unidos na Ucrânia, Bridget Brink, já reagiu ao discurso de Vladimir Putin e garantiu que os norte-americanos vão apoiar a Ucrânia "pelo tempo que for necessário".  

"Referendos e mobilizações falsos são sinais de fraqueza, de fracasso russo. Os Estados Unidos nunca reconhecerão a alegação da Rússia de supostamente anexar o território ucraniano, e continuaremos com a Ucrânia pelo tempo que for necessário", escreveu no Twitter. 

Rússia. Mobilização equivale a cerca de 300.000 reservistas

Carmen Guilherme | há 2 semanas

O ministro da Defesa russo, Sergei Shoigu, disse que o decreto anunciado por Putin se aplicará "apenas àqueles com experiência militar anterior", o que equivale a cerca de 300.000 reservistas.

A Rússia está a lutar "não apenas contra a Ucrânia, mas contra o Ocidente coletivo", defendeu Shoigu, citado pela Sky News.

O governante russo alegou também que terão morrido 5.937 militares russos desde o início do conflito, um número muito inferior àquele que é avançado pela Ucrânia e pelos EUA, cujas últimas estimativas indicavam que já tinham morrido mais de 70.000 soldados das forças russas.

De realçar que, no Telegram, foi divulgada uma tradução do decreto que aprova a mobilização e que entra em vigor a partir desta quarta-feira, 21 de setembro. 

O decreto diz que "os contratos de passagem de serviço militar celebrados por militares continuam válidos até ao final do período de mobilização parcial".

As exceções para aqueles que são dispensados ​​do serviço militar são:  Idade - ao atingir o limite de idade para o serviço militar; Motivos de saúde - desde que com o reconhecimento pela comissão médica militar como inapto para o serviço militar; Em conexão com a entrada em vigor de um veredicto do tribunal sobre a imposição de uma pena de prisão.

 

 

Putin deixa ameaças ao Ocidente: "Não é bluff"

Carmen Guilherme | há 2 semanas

O chefe de Estado russo assegurou ainda que a Rússia tem armas "mais modernas" do que a aliança transatlântica NATO e que o Ocidente, deixando em cima da mesa uma ameaça nuclear.

"A chantagem nuclear também foi usada. Estamos a falar não só do bombardeamento da central nucelar de Zaporíjia – incentivado pelo Ocidente – que ameaça causar uma catástrofe nuclear, mas também de declarações de altos representantes dos países da NATO sobre a possibilidade e permissibilidade de usar armas de destruição em massa contra a Rússia: armas nucleares", disse.

"Gostaria de lembrar àqueles que fazem tais declarações sobre a Rússia que o nosso país também possui vários meios de destruição e, em alguns casos, são mais modernos que os dos países da NATO. Quando a integridade territorial de nosso país estiver ameaçada, é claro que usaremos todos os meios à nossa disposição para proteger a Rússia e o nosso povo. Isso não é bluff. E aqueles que tentam chantagear-nos com armas nucleares devem saber que o vento pode mudar e soprar contra eles", rematou. 

Líder russo apoia referendos e fala em "atos terroristas"

Carmen Guilherme | há 2 semanas

Além de anunciar o seu apoio aos referendos de Kherson, Zaporíjia, Donetsk e Lugansk, o presidente russo falou ainda numa política de "terror e violência", em que "os opressores neonazis matam, insultam as pessoas" nestas regiões.

"Atacam hospitais e escolas, são atos terroristas. Não temos direito nem qualquer moral para abandonar essas pessoas", disse. 

No mesmo discurso, Putin defendeu ainda que vai continuar a suportar "aqueles que o regime de Kyiv transformou em reféns", não fazendo alterações no objetivo inicial da sua "operação militar especial". 

Segundo o presidente da Rússia, a autoproclamada república popular de Lugansk está praticamente "livre de neonazis". “O nosso objetivo é libertar o Donbass”, asseverou. 

Putin apela à indústria de armamento da Rússia para aumentar produção

Carmen Guilherme | há 2 semanas

No discurso desta quarta-feira, Vladimir Putin disse pela primeira vez a palavra "guerra" e apelou à indústria de armamento russa para aumentar a produção para compensar o fornecimento de armas para a guerra na Ucrânia.

O líder russo justificou a decisão com ataques ucranianos contra civis russos, referindo os "mercenários do Ocidente que fornecem armamento às forças armadas ucranianas".

Putin apela à indústria de armamento da Rússia para aumentar produção

Líder russo usou pela primeira vez a palavra "guerra", num primeiro discurso à nação desde o início da guerra.

Marta Amorim | 07:27 - 21/09/2022

Putin anuncia mobilização militar parcial

Carmen Guilherme | há 2 semanas

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, anunciou, esta quarta-feira, uma "mobilização militar parcial". Segundo o chefe de Estado, o decreto já foi assinado e a medida entra hoje em vigor.

No discurso desta manhã, Putin afirmou que "apenas os cidadãos que se encontram atualmente na reserva e, sobretudo, aqueles que serviram nas Forças Armadas, têm certas especialidades militares e experiência relevante, serão sujeitos a alistamento". A decisão é justificada com a necessidade de proteger "o povo russo nas terras libertadas". 

BOM DIA!

Carmen Guilherme | há 2 semanas

Bom dia! Damos início a mais um acompanhamento AO MINUTO dos últimos acontecimentos relacionados com a guerra na Ucrânia. Poderá recordar o registo de terça-feira no link abaixo:

AO MINUTO: Putin adia discurso; Referendos? Há críticas (até) da Turquia

Acompanhe aqui AO MINUTO os mais recentes desenvolvimentos sobre a guerra na Ucrânia.

Notícias ao Minuto | 08:31 - 20/09/2022

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