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Quase um terço da Ucrânia terá de ser desminado, diz Ministério

Quase 300.000 quilómetros quadrados do território são ainda considerados como estando "contaminados", segundo avançado pelos Serviços de Emergência da Ucrânia.

Quase um terço da Ucrânia terá de ser desminado, diz Ministério
Notícias ao Minuto

22:50 - 12/08/22 por Notícias ao Minuto

Mundo Guerra na Ucrânia

Cerca de 27% do território da Ucrânia terá de ser limpo com vista à eliminação das minas e explosivos que se encontram espalhados no terreno, reporta a Reuters, que cita as mais recentes estimativas do Ministério da Ecologia e Recursos Naturais do país.

Segundo a tutela, que atualiza o seu site diariamente, até esta sexta-feira mais de 175.000 munições já foram neutralizadas pelas autoridades, enquanto uma área de 67.639 hectares já foi analisada neste sentido.

Porém, quase 300.000 quilómetros quadrados do território são ainda considerados como estando "contaminados", segundo avançado pelos Serviços de Emergência da Ucrânia. De acordo com o governo, poderá demorar uma década para restabelecer a segurança em toda essa área.

Ainda assim, até ao momento as autoridades ucranianas limparam mais de 620 quilómetros quadrados de terra que estavam repletos de milhares de engenhos explosivos, incluindo 2.000 bombas lançadas por via aérea.

Os mais recentes esforços de desminagem concentraram-se na região nordeste de Sumy, onde as autoridades ucranianas conduziram explosões controladas na quinta-feira para potenciar a desminagem de minas terrestres. Essa é uma das regiões mais contaminadas do país, segundo acrescentou o ministro do Interior, Negys Monastyrskyi.

De acordo com o governante, a remoção de minas das águas territoriais da Ucrânia levaria provavelmente entre cinco a sete anos. "É o tipo de desminagem mais difícil", explicou.

O Ministério da Ecologia ucraniano disse que as forças russas cometeram 1.655 casos de crimes ambientais desde o início da guerra, correspondentes a um total de 204 mil milhões de hryvnias ucranianos (5,38 mil milhões de euros ao câmbio atual).

De recordar que a invasão russa sobre a Ucrânia teve início a 24 de fevereiro, tendo sido justificada pelo Kremlin como se tratando de uma "operação militar especial" que tinha em vista a "desmilitarização" e "desnazificação" do país.

Leia Também: Borrell. Central de Zaporijia deve estar à margem de operações militares

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