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Serviços secretos dizem ter evitado assassínio do ministro da Defesa

O Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU) revelou esta segunda-feira que neutralizou uma tentativa de assassínio do ministro da Defesa e do chefe de inteligência militar ucranianos, acrescentando que deteve dois suspeitos do "serviço secreto russo".

Serviços secretos dizem ter evitado assassínio do ministro da Defesa

Os serviços secretos ucranianos referiram que prenderam "assassinos do serviço secreto russo que estavam a planear os ataques" contra o ministro da Defesa Oleksiï Reznikov e o chefe da inteligência militar Kyrylo Boudanov.

Numa publicação divulgada na rede social Telegram, a mesma fonte divulgou um vídeo das detenções, onde é visível um grupo armado a derrubar e algemar dois homens vestidos à civil, enquanto estes se dirigiam para um carro.

A detenção destes dois homens, um dos quais chegou da Rússia à Ucrânia via Bielorrússia, ocorreu em Kovel, no noroeste do território ucraniano.

De acordo com o SBU, os detidos estavam a preparar "a eliminação física" destas duas altas autoridades da Defesa ucraniana e ainda de um "conhecido ativista ucraniano", cujo nome não foi divulgado.

Cada um destes assassínios seria recompensado com uma quantia que variava entre os 100.000 e os 150.000 dólares, acrescentou o SBU.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de quase 17 milhões de pessoas de suas casas -- mais de seis milhões de deslocados internos e mais de dez milhões para os países vizinhos -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Também segundo as Nações Unidas, cerca de 16 milhões de pessoas necessitam de assistência humanitária na Ucrânia.

A invasão russa -- justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de "desnazificar" e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia - foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que está a responder com o envio de armamento para a Ucrânia e a imposição à Rússia de sanções que atingem praticamente todos os setores, da banca à energia e ao desporto.

A ONU confirmou que 5.401 civis morreram e 7.466 ficaram feridos na guerra, que hoje entrou no seu 166.º dia, sublinhando que os números reais deverão ser muito superiores e só serão conhecidos quando houver acesso a zonas cercadas ou sob intensos combates.

Leia Também: Pentágono diz que 80.000 soldados russos foram mortos ou feridos na guerr

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