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Bruxelas acorda com Kyiv acesso imediato a financiamento europeu na saúde

A Comissão Europeia e o governo de Kiev assinaram hoje um acordo que associa a Ucrânia ao programa EU4Health, abrindo acesso imediato a financiamento da União Europeia no âmbito da saúde.

Bruxelas acorda com Kyiv acesso imediato a financiamento europeu na saúde
Notícias ao Minuto

21:30 - 15/07/22 por Lusa

Mundo Guerra

A Ucrânia poderá, assim, beneficiar "rapidamente" do financiamento da União Europeia relacionado com a saúde "para apoiar de imediato o seu setor de cuidados de saúde e a reconstrução a longo prazo", destacou a comissária da Saúde, Stella Kyriakides, citada num comunicado hoje divulgado, após ter assinado, em Kiev, o acordo com o ministro da Saúde ucraniano, Viktor Liashko.

Este acordo, segundo Kyriakides, envia "mais um sinal claro o apoio total e inabalável da União Europeia à Ucrânia".

"A guerra da Rússia na Ucrânia está a causar um sofrimento físico e psicológico inimaginável a milhões de pessoas e está a exercer uma pressão enforme sobre um sistema de saúde público seriamente danificado", lamentou a comissária europeia, médica de formação.

Com a entrada em vigor do acordo que associa a Ucrânia ao EU4Health -- com um orçamento de 5,3 mil milhões de euros para 2021-2027 -- as autoridades de saúde ucranianas e a comunidade de saúde em geral poderão beneficiar das oportunidades de financiamento do programa, nas mesmas condições que os países a União Europeia, a Noruega e a Islândia.

O acordo será retroativo a 01 de janeiro de 2022, o que permitirá à Ucrânia começar a usufruir das oportunidades de financiamento de forma imediata.

O programa EU4Health apoiará na mitigação imediata dos danos relacionados com a guerra e financiará projetos públicos e privados ucranianos que ajudem na reconstrução do país.

A comissária aproveitou esta deslocação a Kiev para visitar um centro médico para crianças, bem como um centro de reabilitação.

"O que presenciei hoje, durante a minha visita, sobre a resiliência e estoicismo dos profissionais de saúde e dos pacientes foi muito preocupante", disse a comissária manifestando-se "profundamente comovida" e "triste" com a dor e sofrimento que viu como resultado da "invasão barbara e sem sentido da Rússia".

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