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Contributo de 100 milhões da Alemanha "significativa" para forças rápidas

O chanceler alemão, Olaf Scholz, assegurou hoje que os 100.000 milhões de euros que a Alemanha vai canalizar para modernizar as suas forças armadas serão uma "contribuição significativa" também para a NATO e as forças de resposta rápida.

Contributo de 100 milhões da Alemanha "significativa" para forças rápidas

"Vamos dar uma contribuição significativa para a estabilidade e segurança que a NATO proporciona, para a paz, que tanto nos preocupa a todos", afirmou à chegada à cimeira da Aliança Atlântica, que decorre em Madrid.

O valor, adiantou Scholz, também contribuirá para proteger melhor os Estados da zona leste da NATO, permitindo "mais cooperação e envio de mais militares para defender as fronteiras em caso de ataque".

O chanceler alemão referiu-se ainda ao aumento das forças de resposta rápida da NATO (Organização do Tratado do Atlântico Norte) para mais de 300.000 efetivos e sublinhou que "é essencial" fortalecer a capacidade de defesa da Aliança em todos os momentos.

"A Alemanha dará a sua contribuição proporcionada. Já disse que temos capacidades muito, muito grandes e que teremos ainda maiores no futuro, graças aos recursos adicionais que colocámos em marcha", sublinhou.

Em relação à Ucrânia, Scholz garantiu que a NATO vai apoiar aquele país "durante o tempo e com a intensidade que for preciso para que possa defender-se" da invasão da Rússia.

Por outro lado, qualificou como muito especiais e importantes as adesões da Suécia e da Finlândia à NATO, dois países que "se encaixam muito bem" na Aliança.

"Nesse sentido, será uma adesão importante para a NATO, num momento muito importante da nossa história, e uma contribuição muito importante para garantir a segurança do mundo", concluiu.

A cimeira, que decorre no Parque das Exposições, em Madrid, junta 44 chefes de Estado e de Governo da Aliança Atlântica, incluindo de Portugal, o número mais alto de delegações numa cimeira da NATO.

Esta reunião tem sido designada como "chave", "transformadora", "crucial" ou "histórica" pelos dirigentes dos Estados-membros e da própria aliança militar, atendendo à invasão russa da Ucrânia, em 24 de fevereiro.

Leia Também: "Precisamos de um plano", diz Scholz sobre guerra na Ucrânia

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