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Parlamento do Equador rejeita moção para destituir presidente

O parlamento do Equador rejeitou na terça-feira uma moção para destituir o presidente, o conservador Guillermo Lasso, que enfrenta uma onda de protestos que já causaram seis mortos e cerca de 400 feridos.

Parlamento do Equador rejeita moção para destituir presidente
Notícias ao Minuto

07:07 - 29/06/22 por Lusa

Mundo Equador

A moção, apresentada pela bancada parlamentar da oposição da União para a Esperança (Unes), ficou a 12 votos do objetivo, já que era necessário garantir o apoio de dois terços dos deputados da Assembleia Nacional.

A iniciativa foi justificada pela "grave crise política e comoção interna" no contexto dos protestos contra o Governo, liderados pelo movimento indígena que se queixa do elevado custo de vida.

A votação no parlamento teve lugar após mais de 18 horas de debate, dividido em três dias e durante o qual discursaram 109 membros da Assembleia Nacional.

A bancada da Unes e parte do grupo parlamentar do movimento indígena e plurinacional Pachakutik, o braço político da Confederação de Nacionalidades Indígenas do Equador, o principal promotor dos protestos, votaram a favor da moção.

O partido no poder, que tem apenas 13 membros da assembleia, votou contra, mas foi apoiado pelo Partido Social Cristão e forças da oposição, como a Esquerda Democrática, que preferiu votar a favor da estabilidade.

Horas antes, Lasso anunciara a suspensão do diálogo iniciado na segunda-feira com os líderes dos manifestantes, justificando a decisão com a morte de um soldado num ataque na noite anterior.

Leia Também: Presidente do Equador rompe diálogo com os líderes indígenas

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