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Macron recusa qualificar Rússia como Estado terrorista

O Presidente francês, Emmanuel Macron, recusou hoje qualificar a Rússia como um Estado patrocinador do terrorismo, como pediu o seu homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, aos Estados Unidos.

Macron recusa qualificar Rússia como Estado terrorista
Notícias ao Minuto

13:42 - 28/06/22 por Lusa

Mundo Ucrânia

"Não precisamos de qualquer qualificação para levar a cabo estas sanções", disse Macron no final da cimeira do G7, em Elmau, sul da Alemanha, ao ser questionado sobre o pedido de Zelensky, citado pela agência noticiosa francesa AFP.

Na sequência de um bombardeamento de um centro comercial na cidade ucraniana de Kremenchuk, na segunda-feira, que provocou pelo menos 18 mortos e dezenas de desaparecidos, Zelensky pediu aos Estados Unidos que designassem a Rússia como um Estado terrorista.

"Esta manhã, exortei os Estados Unidos a reconhecerem a Rússia como um Estado patrocinador do terrorismo. A resolução relevante deve ser aprovada pela Comissão do Senado dos EUA e a decisão legal pode ser tomada pelo Departamento de Estado", disse Zelensky numa mensagem aos ucranianos, citada pela agência espanhola EFE.

Os líderes dos países mais industrializados (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido) e da União Europeia (UE) terminaram hoje uma reunião de três dias, que antecede a cimeira da NATO, em Madrid.

O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, partiu de Elmau para Madrid mais cedo do que o previsto, devido ao mau tempo no sul da Alemanha, noticiou a EFE.

A pedido da Ucrânia, o Conselho de Segurança das Nações Unidas vai reunir-se hoje, de emergência, para analisar os bombardeamentos russos contra alvos civis.

A Rússia negou ter atacado o centro comercial, que disse estar desativado, e atribuiu o incêndio da estrutura à "detonação de munições destinadas às armas ocidentais" que se seguiu a um ataque das suas forças.

As informações sobre os combates na Ucrânia divulgadas pelas duas partes não podem ser verificadas de imediato por fontes independentes.

A guerra na Ucrânia, que entrou hoje no 125.º dia, provocou um número ainda por contabilizar de vítimas.

A ONU confirmou a morte de mais de 4.600 civis, mas tem alertado que o balanço real será consideravelmente superior por não ter acesso a muitas zonas do país.

Leia Também: Partido de Emmanuel Macron quer inscrever direito à IVG na Constituição

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