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Orbán promete apoiar candidatura da Ucrânia à União Europeia

Promessa terá sido feita numa conversa telefónica com Zelensky.

Orbán promete apoiar candidatura da Ucrânia à União Europeia
Notícias ao Minuto

15:48 - 21/06/22 por Notícias ao Minuto com Lusa

Mundo Ucrânia

O primeiro-ministro húngaro, o ultranacionalista Viktor Orbán, prometeu hoje ao presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, o apoio da Hungria à aspiração da Ucrânia em se tornar um país candidato à União Europeia (UE).

A informação foi transmitida pelo porta-voz de Orbán, Bertalan Havasi, que revelou que o primeiro-ministro húngaro teve uma conversa telefónica com Zelensky.

"Viktor Orbán salientou que a Hungria apoia a candidatura da Ucrânia ao estatuto de candidato à UE", disse o porta-voz.

Segundo a Efe, o chefe do Governo húngaro defendeu a necessidade de eliminar o quanto antes os obstáculos burocráticos para a adesão da Ucrânia e prometeu a Zelensky que defenderá essa postura na cimeira do Conselho Europeu prevista para quinta-feira em Bruxelas.

Em simultâneo, Orbán assegurou que a Hungria está disposta a cooperar com o país vizinho, sujeito a uma invasão militar da Rússia, no transporte de cereais ucranianos e na receção de estudantes ucranianos.

Segundo a MIT, após Orbán recordar que o seu país "recebeu 800.000 refugiados da Ucrânia", Zelensky "agradeceu a ajuda húngara em nome do povo ucraniano".

Orbán é considerado o maior aliado do Presidente russo, Vladimir Putin, na UE.

O seu Governo proibiu o transporte pelo território nacional de armamento destinado à Ucrânia e bloqueou durante semanas o sexto pacote de sanções adotado pela UE contra Moscovo, que inclui um bloqueio progressivo das importações de petróleo russo.

As relações entre Kyiv e Budapeste registaram no passado momentos de tensão, em particular durante a campanha eleitoral para as legislativas de 03 de abril, com Orbán a acusar Zelensky de ingerência num escrutínio que garantiu a reeleição do primeiro-ministro húngaro, no poder desde 2010 após um primeiro mandato entre 1998 e 2002.

O Presidente ucraniano tinha criticado o primeiro-ministro húngaro por não adotar uma posição firme contra a Rússia, na sequência da invasão militar da Ucrânia em 24 de fevereiro.

[Notícia atualizada às 16h25]

Leia Também: Ucrânia: 87% dos ucranianos a favor da adesão à UE

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