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Navio com carvão russo atraca na cidade espanhola de Gijon

As sanções sobre as importações ainda não afetam todas as embarcações.

Navio com carvão russo atraca na cidade espanhola de Gijon
Notícias ao Minuto

19:19 - 09/05/22 por Notícias ao Minuto

Mundo Rússia

Um navio com bandeira de Malta atracou, esta segunda-feira, em Gijon, na costa norte de Espanha, enquanto transportava um carregamento de carvão proveniente da Rússia.

Segundo a agência Reuters, as sanções impostas pela União Europeia (UE) ainda não estão completamente em vigor, pelo que a embarcação, por não ter bandeira russa, pôde atracar no porto espanhol.

Em abril, a UE aprovou um embargo às importações de carvão, com o objetivo de impactar a economia russa como consequência da guerra na Ucrânia. Cerca de 45% do carvão importado para a UE vem da Rússia, um investimento que vale cerca de quatro mil milhões de euros à economia do país..

As autoridades espanholas, citadas pela Reuters, confirmaram também que outro navio maltês atracou na sexta-feira em Cartagena, no sul de Espanha, com um carregamento de crude russo.

As sanções que impõe um embargo às importações de petróleo ainda não estão completamente em vigor. No entanto, noutra situação, um navio maltês foi impedido de atracar em Barcelona porque acolheu uma transferência de combustível a partir de um cargueiro russo sob sanções.

A UE procura reduzir cada vez a sua dependência na energia importada da Rússia, e até a Alemanha aceitou a ideia, apesar da forte dependência do gás natural. No entanto, a intransigência da Hungria e do seu primeiro-ministro, Viktor Órban, criticado pela sua proximidade ao Kremlin e a Vladimir Putin, têm impedido progresso nesta questão.

A guerra na Ucrânia já fez mais de 3.300 mortos na população civil, segundo os dados do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, que adverte que o número real de baixas poderá ser muito maior, dadas as dificuldades em contabilizar os mortos em cidades bombardeadas e sitiadas pelas tropas russas.

Leia Também: Líderes da UE defendem que futuro da Europa e da Ucrânia estão ligados

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