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Alemanha deixa de informar sobre envio de armamento a Kyiv

O Governo alemão vai deixar de prestar informações sobre o fornecimento de armamento a Kyiv, alegando razões de segurança, depois da extensão da ofensiva russa ao oeste da Ucrânia para impedir o abastecimento das Forças Armadas ucranianas.

Alemanha deixa de informar sobre envio de armamento a Kyiv

A informação foi avançada pela agência espanhola Efe, que cita fonte do executivo da Alemanha.

De acordo com o porta-voz do Ministério da Defesa, Arne Collatz, parte da estratégia da Rússia passa por "bloquear as rotas de abastecimento da Ucrânia com a finalidade de dificultar a defesa" do país.

Também as imagens captadas nas autoestradas da Alemanha vão deixar de estar disponíveis para consulta pela Internet. Vários órgãos de comunicação social do país já tinham reportado que as imagens estavam indisponíveis para consulta.

A autoridade responsável pela gestão das autoestradas já tinha informado que houve "um aumento de atividade" nas vias alemãs de "atores relevantes em matéria de política de segurança".

O porta-voz adjunto do Governo, Wolfgang Büchner, disse, entretanto, que a indisponibilidade das imagens estava relacionada com a guerra na Ucrânia.

"Para não incorrer em qualquer risco para a segurança, não haverá quaisquer informações", referiu Büchner.

A informação foi ainda corroborada pelo porta-voz do Ministério dos Transportes, Tim Alexandrin: "Devido à atual evolução dos acontecimentos em matéria de segurança na Europa, as câmaras de trânsito nas autoestradas federais não estão à disposição [dos automobilistas]".

A Rússia lançou a 24 de fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que já causou pelo menos 636 mortos e mais de 1.125 feridos entre a população civil e provocou a fuga de pelo menos 4,5 milhões de pessoas, entre as quais 2,5 milhões para os países vizinhos, segundo os mais recentes dados da ONU.

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas a Moscovo.

Leia Também: Ucrânia e Portugal "concordam" no aumento de pressão sobre a Rússia

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