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David Sassoli. Itália começa despedidas ao "grande europeísta"

Presidente do Parlamento Europeu, morreu, na passada terça-feira, aos 65 anos. Draghi, Mattarella e Renzi entre os políticos que já prestaram homenagem a Sassoli.

David Sassoli, presidente do Parlamento Europeu, morreu, na passada terça-feira, aos 65 anos, após mais de duas semanas num hospital em Itália, devido a uma disfunção do seu sistema imunitário. Hoje, é dia de o seu país (e a Europa), começarem a despedir-se do "grande europeísta", como assim lhe chamou Marcelo Rebelo de Sousa. 

Em Roma, capital italiana, inúmeras personalidades marcam já presença nas homenagens ao presidente do Parlamento Europeu. O primeiro-ministro Mario Draghi, assim como o Presidente da República, Sergio Mattarella, estão entre os políticos que se despediram do governante. 

Também os ex-primeiros-ministros Enrico Letta, Matteo Renzi, Giuseppe Conte e a presidente do Senado italiano, Maria Elisabetta Alberti Casellati, já homenagearam Sassoli. 

Além de notar a importância que o presidente do Parlamento Europeu teve para o projeto a 27, os políticos fizeram ainda questão de cumprimentar Alessandra VIttorini e Livia Sassoli, viúva e filha de David Sassoli, respetivamente. 

David Sassoli foi um dos jornalistas mais reconhecidos em Itália, carreira que deixou para integrar o Partido Democrático, pelo qual foi eleito eurodeputado em 2009 e presidente do Parlamento Europeu em 2019.

Em setembro de 2021 contraiu uma pneumonia que o obrigou a receber tratamento hospitalar em Estrasburgo, França. Embora tenha recebido alta hospitalar uma semana depois, prosseguiu a recuperação em Itália e esteve mais de dois meses ausente das sessões plenárias, regressando no final do ano.

Na próxima semana, na primeira sessão plenária de 2022, o Parlamento Europeu deverá eleger um presidente da assembleia, algo que já estava previsto a meio da atual legislatura, e não relacionado com o estado de saúde de Sassoli.

A maltesa Roberta Metsola, do Partido Popular Europeu (PEE), é a favorita para suceder ao dirigente socialista italiano, que assumiu o cargo no verão de 2019.

Leia Também: Líder do PE recordado como "europeu dedicado" que lutou pelo "bem comum"

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