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Aumento militar na Ucrânia "não foi provocado e não foi explicado"

O aumento da presença militar russa visto perto da fronteira com a Ucrânia é segundo o chefe da NATO algo que "não foi provocado e não foi explicado".

Aumento militar na Ucrânia "não foi provocado e não foi explicado"

Esta terça-feira, reuniram-se os ministros dos negócios estrangeiros da NATO para discutir respostas para que a Rússia reduza a escalada de militarização na fronteira com a Ucrânia. A NATO diz-se solidária com a Ucrânia.

Em Riga, na Letónia, onde ministros dos negócios estrangeiros da NATO se reuniram, o secretário-geral Jens Stoltenberg, disse que o aumento de tropas russas e equipamento militar perto da fronteira com a Ucrânia "não foi provocado e não foi explicado", disse em comunicado.

"Vemos o aumento da presença militar russoa vemos armaduras pesadas, drones e tropas prontas para o combate", acrescentou.

“A Rússia precisa ser transparente e precisa reduzir as tensões e desacelerar”, apontou ainda.

O responsável ressaltou ainda que, embora a Ucrânia não seja um aliado da NATO e, portanto, não se enquadre no Artigo 5 para Defesa Coletiva, é "um parceiro altamente valorizado" pelos estados membros.

"Oferecemos apoio, apoio político e prático. Os aliados fornecem treino, capacitação, equipamento e estou absolutamente certo de que os aliados se comprometerão novamente e reafirmarão o seu forte apoio à Ucrânia também durante a reunião de hoje", disse.

Veja aqui o discurso de abertura deste encontro com o mote "Perspetivas da NATO para 2030 e para o futuro''.

Leia Também: Reino Unido avisa Rússia de que invasão da Ucrânia seria "estratégico"

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