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Governador de São Paulo é o candidato do PSDB às eleições presidenciais

O governador do estado de São Paulo, João Doria, de 63 anos, foi eleito no sábado como candidato presidencial do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) para as eleições de 2022.

Governador de São Paulo é o candidato do PSDB às eleições presidenciais
Notícias ao Minuto

06:29 - 28/11/21 por Lusa

Mundo Eleições presidenciais Brasil

De acordo com dados oficiais, Doria obteve 53,99% dos votos nas eleições internas, contra 44,66% do governador do Rio do Grande do Sul, Eduardo Leite, e 1,35% do ex-autarca de Manaus, Arhur Virgilio Neto.

Doria irá tentar quebrar o previsível duelo político bipolarizado nas eleições de 2 de outubro entre o esquerdista Luiz Inácio Lula da Silva e o Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro.

O resultado das eleições internas, nas quais cerca de 45.000 militantes participaram, foi anunciado pelo presidente do PSDB, Bruno Araújo, que apelou agora a que sejam ultrapassadas as divisões internas para se transformar o PSDB na opção mais viável para o centro político, entre a dualidade de Lula e Bolsonaro.

O resultado da votação, 'online' ou presencial, deveria ter sido anunciado no domingo passado, mas foi adiado para este sábado devido a problemas técnicos. Esta é a primeira vez que o PSDB escolhe o seu candidato presidencial numa eleição interna.

O PSDB governou o Brasil entre 1995 e 2022 sob o governo de Fernando Henrique Cardoso, um dos seus fundadores. Nas últimas eleições presidenciais, em 2018, o candidato do partido e ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, ganhou 5% dos votos.

Doria, um homem de negócios que entrou na política, foi o favorito nestas eleições internas. O seu peso está principalmente no estado mais populoso do Brasil, São Paulo, mas os analistas entendem que não tem projeção nacional suficiente para desafiar Lula e Bolsonaro.

Numa mensagem após a vitória, Doria prometeu combater a "corrupção e a incompetência" na administração pública e acusou Lula e a sua sucessora, Dilma Roussef, de estarem à frente do "maior Estado de corrupção" de sempre no Brasil.

"Os fins não justificam os meios", acrescentou Doria, referindo-se às políticas sociais do grupo de Lula, o Partido dos Trabalhadores (PT).

As eleições presidenciais brasileiras terão lugar a 02 de outubro, com uma segunda volta, se necessário, agendada para 30 de outubro de 2022.

Lula, que já disse que dirá em fevereiro ou março se vai concorrer nas próximas eleições, tem cerca de 45% do apoio nas sondagens, contra 26% para Bolsonaro.

Leia Também: Lula da Silva decidirá candidatura à presidência entre fevereiro e março

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