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Pandemia já matou pelo menos 5.173.915 pessoas em todo o mundo

A pandemia provocada pelo novo coronavírus já fez pelo menos 5.173.915 mortos em todo o mundo desde que foi notificado o primeiro caso na China no final de 2019, segundo o balanço diário da agência France-Presse (AFP).

Pandemia já matou pelo menos 5.173.915 pessoas em todo o mundo
Notícias ao Minuto

12:34 - 25/11/21 por Lusa

Mundo Covid-19

Mais de 258.929.020 pessoas foram infetadas, até à data, pelo coronavírus SARS-CoV-2 em todo o mundo, de acordo com o balanço feito pela agência noticiosa francesa até às 11:00 de hoje, com base em fontes oficiais.

Na quarta-feira, registaram-se 8.865 mortes e 626.666 novas infeções, segundo os números coligidos e divulgados pela AFP.

Os países que registaram mais mortes nas últimas 24 horas foram os Estados Unidos (1.788), Rússia (1.238) e Ucrânia (628).

Os Estados Unidos continuam a ser o país mais afetado, tanto em número de mortes como de infeções, com um total de 775.397 óbitos e 48.091.937 casos, segundo os dados da Universidade Johns Hopkins.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil com 613.339 mortes e 22.043.112 casos, a Índia com 466.980 mortes (34.544.882 casos), o México com 293.186 mortes (3.872.263 casos) e a Rússia com 269.057 mortos (9.468.189 casos).

Entre os países mais atingidos, o Peru é o que apresenta o maior número de mortes em relação à sua população, com 609 mortes por 100.000 habitantes, seguido pela Bulgária (398), Bósnia-Herzegovina (378), Montenegro (361), Macedónia do Norte (359), Hungria (347) e República Checa (304).

Em termos de regiões do mundo, América Latina e Caraíbas totalizam 1.536.984 mortes para 46.537.071 casos, Europa 1.500.157 mortes (82.374.912 casos), Ásia 892.783 mortes (56.984.911 casos), Estados Unidos e Canadá 804.977 mortes (49.866.883 casos), África 222.030 mortes (8.616.303 casos), Médio Oriente 213.734 mortes (14.249.368 casos) e Oceânia 3.250 mortes (299.572 casos).

O balanço foi feito com base em dados obtidos pela AFP junto das autoridades nacionais e informações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Devido a correções feitas pelas autoridades e a notificações tardias, o aumento dos números diários pode não corresponder exatamente à diferença em relação aos dados avançados na véspera.

Leia Também: Três em cada 10 mulheres adiaram maternidade devido à pandemia

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