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Passe "super verde" em Itália aperta cerco aos não-vacinados

Novo passe condiciona ainda mais a vida daqueles que escolhem não vacinar-se contra a Covid-19 e nem o teste negativo lhes servirá.

Passe "super verde" em Itália aperta cerco aos não-vacinados

Num dia em que Itália registou o maior número de casos desde maio, o governo italiano aperta o cerco aos não-vacinados e o primeiro-ministro Mario Draghi anunciou os detalhes do novo passe "super verde", que entra em vigor a 6 de dezembro.

Segundon Draghi, graças a este documento, o Natal poderá ser mais próximo do normal, pelo menos para os vacinados. O passe "super verde" exclui os não-vacinados de atividades de lazer para conter o aumento de casos de covid-19.

Este passe denominado passe "super verde" só será válido para os recuperados da Covid-19 ou vacinados, ou seja, os testes negativos deixarão de ser válidos para os não-vacinados. 

Portanto, quem rejeitar a vacina não poderá entrar em bares, restaurantes, museus, estádios ou ginásios.

A validade do certificado digital também será reduzida de 12 para nove meses. 

Este super certificado entrará em vigor a partir de segunda-feira, dia 6 de dezembro, e prolongar-se-á até 15 de janeiro. A partir dessa data, Itália prevê tornar a vacinação obrigatória também para todos os funcionários das escolas, policias e militares.

As doses de reforço, atualmente disponíveis para pessoas com mais de 40 anos, serão disponibilizados para todos os adultos.

Leia Também: Itália regista 12.448 novos casos, o número mais alto desde maio

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