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Tribunal sul-africano adia caso de corrupção contra dirigente do ANC

Um tribunal sul-africano adiou hoje para novembro o caso de corrupção pública contra o secretário-geral suspenso do Congresso Nacional Africano (ANC, na sigla em inglês), o partido no poder na África do Sul.

Tribunal sul-africano adia caso de corrupção contra dirigente do ANC

Ace Magashule, que é acusado juntamente com mais 14 pessoas de fraude, corrupção e lavagem de dinheiro num caso de corrupção pública de 255 milhões de rands (15.061.907,17 euros), compareceu hoje no Tribunal Superior de Bloemfontein, onde exerceu o cargo de governador provincial do partido no poder até à sua nomeação para a direção do ANC.

A investigação refere-se ao seu alegado papel na atribuição em 2014 de um contrato de auditoria de amianto naquela província do centro do país.

O tribunal agendou nova audiência para 03 de novembro, data de aniversário de Magashule, onde deverá marcar uma data para o início do julgamento do caso contra o dirigente do ANC, segundo a imprensa local.

O caso havia sido adiado em 11 de agosto.

Magashule negou as acusações no final da breve audiência de hoje, no tribunal em Bloemfontein.

"Aos olhos do público, somos pessoas corruptas, nunca na minha vida estive envolvido em corrupção e nunca estarei envolvido em corrupção", declarou aos jornalistas o secretário-geral suspenso do ANC.

Em 13 de novembro do ano passado, o tribunal de Bloemfontein concedeu liberdade condicional a Magashule mediante o pagamento de uma fiança de 200.000 rands (10.842 euros).

Ace Magashule foi suspenso do cargo de secretário-geral do ANC em 03 de maio deste ano, segundo decisão do partido.

Leia Também: ANC governante acusado de fazer política com segurança do país

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