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Acordo entre Geórgia e EUA sobre novo programa de treino militar

Os Estados Unidos e a Geórgia acordaram hoje um novo programa de treino militar que visa ajudar este país do Cáucaso a proteger melhor as suas fronteiras, durante a visita do secretário da Defesa norte-americano, Lloyd Austin.

Acordo entre Geórgia e EUA sobre novo programa de treino militar
Notícias ao Minuto

18:02 - 18/10/21 por Lusa

Mundo EUA

Um protocolo de acordo sobre uma nova cooperação militar e um novo programa de treino foi assinado por Austin, que efetua uma digressão pela região do mar Negro, e o seu homólogo georgiano, Djuancher Burtchualadze.

O primeiro líder do Pentágono a deslocar-se ao país desde 2014, Lloyd Austin defendeu um apoio reforçado à Geórgia, que há vários anos pede para se tornar membro de pleno direito da NATO, uma aspiração que desagrada a Moscovo.

As tropas russas estão estacionadas em duas regiões separatistas georgianas, a Abkházia e a Ossétia do Sul, e a Rússia opõe-se a qualquer decisão no sentido de uma evolução do estatuto da Geórgia na NATO, de país parceiro a membro plenamente integrado.

"Os Estados Unidos condenam a ocupação russa da Geórgia, que prossegue, e as suas tentativas de estender a sua influência na região do mar Negro através de coerção militar e atividades nefastas", declarou Austin ao primeiro-ministro georgiano, Irakli Garibachvili.

"O nosso apoio à soberania e à integridade territorial da Geórgia é inabalável", sublinhou.

Os Estados Unidos realizam há anos programas militares com o exército georgiano, centrados na interação com a NATO e na defesa territorial. O atual programa deverá terminar em dezembro.

"Assinámos um documento muito importante que conduz a uma nova fase a cooperação com os Estados Unidos: contribui para fortalecer as capacidades de defesa da Geórgia e garante o mais alto nível de dissuasão e conformidade com os padrões da NATO", congratulou-se, por seu lado, Burtchuladze.

Depois da Geórgia, Austin deslocar-se-á a outros dois países do mar Negro, a Ucrânia e a Roménia, com a mesma mensagem de apoio contra a Rússia.

O Pentágono vê esta região como um potencial ponto de conflito, particularmente desde que a Rússia anexou a Crimeia (retirando-a à Ucrânia) em 2014.

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