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Sem vacina, 15 mil profissionais de saúde foram suspensos em França

O número foi avançado pelo ministro da Saúde francês, Olivier Véran.

Sem vacina, 15 mil profissionais de saúde foram suspensos em França

Cerca de 15 mil profissionais de saúde franceses terão sido suspensos por não terem sido vacinados. A estes números acrescem ainda "entre 1.500 e 2.000" demissões de cuidadores que rejeitaram a imunização, anunciou o ministro da Saúde francês, Olivier Véran, esta quarta-feira.

Desde que foi decretada a obrigação de vacinação para os profissionais de saúde, milhares de suspensões foram declaradas contra os incumpridores. De acordo com os dados mais recentes, divulgados pelo Ministério da Saúde, 0,6% dos profissionais sujeitos a esta obrigação estão suspensos desde 15 de setembro.

Os números foram avançados pelo ministro da Saúde numa entrevista à France Inter, mas o Ministério da Saúde esclareceu depois, ao Le Figaro, que se tratava de uma estimativa.

O Ministério da Saúde explicou ao jornal que "já foram registadas 7.000 suspensões a nível nacional", mas que é um número ainda incompleto, acrescentam, pois é baseado no feedback feito pelas respetivas unidades de saúde. No entanto, como ainda só cerca de 50 a 60% das unidades de saúde reportaram os números, o Ministério explica que se se extrapolar esse número para a quantidade de pessoas afetadas pela obrigação de vacinação, é possível deduzir que cerca de 15.000 funcionários de um total de 2,7 milhões foram suspensos.

Esta nova estimativa continua a ser muito superior à anterior - em meados de setembro, um dia após a entrada em vigor da medida, Olivier Véran anunciou "3.000 suspensões" de profissionais não vacinados. Um número visivelmente subestimado em comparação com a realidade no terreno. No entanto, o ministro considerou na entrevista o número de suspensões "muito baixo".

A obrigação de vacinação contra a Covid-19 dos profissionais de saúde, auxiliares de ação médica e outros cuidadores (como nos lares) foi anunciada pelo presidente francês, Emmanuel Macron, em julho deste ano, tendo determinado a suspensão de quem se recusasse fazê-lo.

Leia Também: Covid-19. França regista mais 53 mortes e 5.880 novos casos

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