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Macau autoriza entrada de estrangeiros em Hong Kong com quarentena

As autoridades de Macau anunciaram hoje o levantamento da proibição de entrada de estrangeiros para pessoas que estejam há 21 dias em Hong Kong, para participar em atividades "importantes" ou frequentar estudos superiores, ficando obrigadas a realizar quarentena.

Macau autoriza entrada de estrangeiros em Hong Kong com quarentena
Notícias ao Minuto

12:04 - 09/09/21 por Lusa

Mundo Covid-19

"Pretendemos levantar as restrições para os não-residentes estrangeiros em Hong Kong que já permaneceram durante 21 dias [naquele território] e que nunca saíram para outros locais", informaram as autoridades de saúde, durante a conferência bissemanal sobre a situação da pandemia de covid-19.

Os pedidos podem ser apresentados por via eletrónica a partir de 15 de setembro, prevendo as autoridades que "as primeiras entradas" se realizem "a partir de 20 de setembro".

Hong Kong anunciou em 07 de setembro a autorização de entrada de residentes de Macau e da China continental sem quarentena obrigatória, uma medida que entra em vigor a partir de 15 de setembro, mas Macau não aprovou medidas recíprocas.

"Em determinadas situações, os estrangeiros [que estejam em Hong Kong] podem requerer autorização para a entrada em Macau", mas continuam a ter de cumprir quarentena, explicaram as autoridades de saúde.

"Antes, os estrangeiros nem podiam entrar em Macau. Agora, podem, mas precisam de cumprir 14 dias de observação médica", precisou a coordenadora do Centro de Prevenção e Controlo da Doença dos Serviços de Saúde de Macau, Leong Iek Hou.

Vão poder requerer a autorização de entrada em Macau "pessoas com autorização de residência, emitida pelo serviço competente" da Região Administrativa Especial de Macau (RAEM); "pessoas com autorização de permanência, na qualidade de TNR [trabalhador não residente], ou com título de entrada para fins de trabalho, e os seus familiares, portadores de autorização especial de permanência"; os "cônjuges ou parentes próximos de residentes de Macau"; e ainda os "indivíduos que se desloquem a Macau para participar em atividades importantes comerciais, académicas ou profissionais" e "alunos admitidos por escolas do ensino superior" no território.

Os requerentes com idade igual ou superior a 12 anos devem ainda "apresentar documento comprovativo da vacinação, reconhecido pelo Governo de Hong Kong", ou atestado médico que os dispense da vacina, tendo também de apresentar um teste de ácido nucleico negativo e cumprir 14 dias de observação médica.

Macau, que mantém fortes restrições fronteiriças, não registou qualquer morte entre os 63 casos detetados desde o início da pandemia de covid-19.

A China e as duas regiões administrativas especiais mantêm medidas de prevenção da covid-19 rigorosas, com as fronteiras fechadas aos turistas estrangeiros e quarentenas obrigatórias.

A covid-19 provocou pelo menos 4.583.765 mortes em todo o mundo, entre mais de 221,81 milhões de infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil ou Peru.

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