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Bangladesh condena à morte 6 jihadistas pela morte de 2 ativistas LGBT

Um tribunal do Bangladesh condenou hoje à pena de morte seis membros de um grupo islâmico local, ligado ao movimento jihadista Al-Qaida, pelo assassínio de dois ativistas da comunidade LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transgénero) no país.

Bangladesh condena à morte 6 jihadistas pela morte de 2 ativistas LGBT

O Tribunal Antiterrorista de Daca declarou seis dos oito acusados, incluindo o major do exército Syed Ziaul Haque, culpados do assassínio, em 2016, dos ativistas Xulhaz Mannan e Mahbub Tonoy, disse à agência noticiosa espanhola EFE o procurador Golam Sharuar Khan.

Cada um dos condenados tem ainda de pagar uma multa de 50.000 takas (à volta de 507 euros), adiantou.

No momento da condenação apenas quatro réus estavam presentes no tribunal, já que os restantes, incluindo Syed Ziaul Haque, andam fugidos.

Os condenados pertenciam ao grupo extremista Ansar al-Islam, organização proibida em 2017, que reivindicou o assassínio nas redes sociais.

Segundo o procurador, cinco dos condenados já tinham outras duas penas de morte pelos assassínios do escritor ateu Avijit Roy e do seu editor Faisal Arefin Dipan, em 2015.

Mais de 70 pessoas, incluindo escritores, intelectuais, ativistas, membros de minorias religiosas e estrangeiros, foram mortas numa série de ataques 'jihadistas' dirigidos entre 2013 e 2016 no Bangladesh.

O Governo responsabilizou os grupos extremistas do país de maioria muçulmana.

Leia Também: Pelo menos 21 mortos e 50 desaparecidos em naufrágio no Bangladesh

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