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Pelo menos 18 civis mortos em novo ataque no Níger

Pelo menos 18 pessoas foram mortas na quarta-feira no Níger, num ataque perto da zona ocidental de Banibangou, perto da fronteira com o Mali, onde outras 14 pessoas tinham sido assassinadas no domingo.

Pelo menos 18 civis mortos em novo ataque no Níger
Notícias ao Minuto

15:15 - 29/07/21 por Lusa

Mundo Níger

"O ataque foi perpetrado na manhã de quarta-feira por homens armados em motos e 18 pessoas morreram e quatro ficaram feridas na aldeia de Dèye Koukou, a 20 quilómetros da cidade de Banibangou", afirmou um responsável local à agência France-Presse (AFP) sob anonimato.

O responsável não deu pormenores sobre as circunstâncias do ataque, que ocorreu numa área onde civis são alvos regulares de alegados 'jihadistas'.

O ataque de quarta-feira eleva para 32 o número de civis mortos na região em menos de uma semana.

No domingo, 14 pessoas foram mortas na aldeia de Wiyé, na mesma comuna de Banibangou, a cerca de 50 quilómetros da fronteira com o Mali.

Após o ataque em Wiyé, o Ministério do Interior do Níger assegurou que "as medidas de segurança e saúde" iriam ser "reforçadas na área" e que tinha sido iniciado um inquérito para descobrir os perpetradores.

Composta por uma vasta área de quase 100.000 quilómetros quadrados, a região de Tillabéri situa-se na zona das "três fronteiras", que reúne Níger, Mali e Burkina Faso e é palco regular de ofensivas por grupos 'jihadistas' afiliados à Al-Qaida ou ao grupo Estado Islâmico.

Em março, alegados 'jihadistas' atacaram veículos que regressavam de um grande mercado semanal e provocaram a morte de 66 pessoas, segundo números oficiais.

A região continua instável, apesar dos esforços para garantir a segurança do território.

Um contingente de 1.200 soldados do Chade, considerado o mais aguerrido da região, foi destacado para a zona das "três fronteiras" como parte da força multinacional anti-'jihadista' do G5-Sahel, composta por Burkina Faso, Chade, Mali, Mauritânia e Níger.

De acordo com as Nações Unidas, em 31 de janeiro deste ano, a violência tinha forçado 100.000 pessoas a fugirem das suas aldeias na região de Tillabéri.

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