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Banguecoque instala hospital de campanha em aeroporto

As autoridades sanitárias da Tailândia vão instalar um hospital de campanha de grandes dimensões numa zona de mercadorias num aeroporto de Banguecoque, face ao aumento exponencial de casos de infeções e mortes por Covid-19 no país.  

Banguecoque instala hospital de campanha em aeroporto - As autoridades sanitárias da Tailândia vão instalar um hospital de campanha de grandes dimensões numa zona de mercadorias num aeroporto de Banguecoque, face ao aumento exponencial de casos de infeções e mortes por Covid-19 no país.  

Notícias ao Minuto

13:17 - 29/07/21 por Lusa

Mundo Covid-19

Um outro hospital de campanha está já em funcionamento na capital tailandesa porque as instalações hospitalares encontram-se lotadas. 

Os trabalhadores e funcionários sanitários estão a terminar o hospital de campanha com capacidade para 1.800 camas no Aeroporto Internacional Don Mueang com camas improvisadas.

Trata-se de um aeroporto de voos domésticos que cancelou as ligações aéreas há duas semanas. 

O aumento exponencial dos casos relacionados com a variante Delta do SARS-CoV-2 também estão a afetar o Camboja, que faz fronteira com a Tailândia, estando neste momento restringidas as deslocações nas zonas fronteiriças e que afetam oito províncias tailandesas. 

A Tailândia registou hoje 17.669 casos e mais 165 mortos, o valor mais elevador desde o início da crise sanitária. 

Destes casos, 7.875 infeções e 127 mortes ocorreram na região metropolitana de Banguecoque, habitada por quase 15 milhões de pessoas.  

Banguecoque e as províncias vizinhas estão sob medidas restritivas desde o princípio do mês, com recolher obrigatório noturno estando apenas permitidos os acessos a supermercados, farmácias hospitais e estabelecimentos de produtos essenciais.

De acordo com as autoridades, pelo menos 6.100 pacientes aguardam entrada nos hospitais, em Banguecoque. 

Dos doentes que esperam lugar nos hospitais da capital, 103 encontram-se em situação considerada grave.

Neste momento, cerca de 250 mil pessoas com sintomas da doença encontram-se em instalações médicas em todo o país.

A Tailândia regista um total de 561.030 caos e 4.562 mortes desde o início da pandemia: 90% dos casos e dos óbitos ocorreram depois do passado mês de abril.

O primeiro-ministro Prayuth Chan-ocha está no centro de fortes críticas relacionadas com a gestão da crise e pela lentidão do programa de vacinação.

A situação política agrava-se também porque algumas pessoas já morreram em casa sem tratamento.

A Tailândia espera 100 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 e inocular 70% da população até ao fim do ano.

Até ao momento foram administradas 16,6 milhões de doses da vacina a nível nacional.

Cerca de 85% da população recebeu pelo menos uma dose do composto e 5,5% está totalmente vacinada.

Na quarta-feira, a organização Swiss Humanitarian Aid enviou 100 máquinas de respiração assistida e um milhão de testes antigénicos para ajudar a controlar o surto.

O Reino Unido espera mandar para a Tailândia 415 mil doses da vacina fabricada pela farmacêutica AstraZeneca, nas próximas duas semanas. 

Entretanto, 1,5 milhões de doses da vacina Pfizer foram doadas pelos Estados Unidos e devem chegar ao país no sábado. 

Os Estados Unidos doaram igualmente um milhão de vacinas ao Camboja e que devem chegar ao país na sexta-feira para tentar estancar a propagação do novo coronavírus sobretudo entre as populações que vivem junto à fronteira com a Tailândia.

O ministro da Saúde do Camboja disse hoje que o país regista mais 765 novos casos e 11 óbitos.

No total morreram 1.339 pessoas de covid-19 no Camboja desde o início da pandemia.

O país regista um total de 75.152 casos até ao momento.

No Camboja, mais de 40% dos habitantes receberam uma dose da vacina contra o covid-19.

O país prevê inocular 12 milhões de pessoas em breve.

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