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Atropelamento em marcha de 'orgulho gay' nos EUA foi "acidente trágico"

O atropelamento, que provocou no sábado um morto e um ferido numa marcha de 'orgulho gay' em Wilton Manors, no estado da Florida, no sudeste dos Estados Unidos, foi um "acidente trágico", disseram no domingo as autoridades.

Atropelamento em marcha de 'orgulho gay' nos EUA foi "acidente trágico"
Notícias ao Minuto

06:49 - 21/06/21 por Lusa

Mundo Polícia

No sábado, o condutor de uma carrinha que atropelou participantes num desfile LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgénero) foi detido pela polícia, levantando questões sobre se o incidente teria sido intencional.

"Hoje [domingo] sabemos que o incidente de ontem foi um acidente trágico, e não um ato criminoso dirigido contra uma pessoa ou contra um qualquer grupo de pessoas", disse a polícia de Wilton Manors, localidade situada perto de Fort Lauderdale, em comunicado.

Também a polícia de Fort Lauderdale indicou que o condutor, de 77 anos, era um dos participantes no evento, tendo sido escolhido para conduzir a carrinha que liderava a marcha por sofrer de "doenças que o impediam de andar".

A carrinha arrancou antes do início do desfile e "acelerou subitamente, atingindo dois peões", antes de embater na vedação de um estabelecimento comercial, precisou a polícia de Fort Lauderdale, na mesma nota.

Os dois homens atingidos pela viatura foram transportados para o hospital, onde uma das vítimas acabou por morrer. O segundo homem continua hospitalizado.

O presidente do Coro de Homens Gays de Fort Lauderdale, o grupo a que o condutor e as vítimas pertenciam, também declarou que o incidente não foi um ataque deliberado contra a comunidade LGBT.

"Que eu saiba, isto não foi um ataque à comunidade LGBTQ. Prevemos mais pormenores a seguir e pedimos o amor e o apoio da comunidade", escreveu o responsável, Justin Knight, em comunicado.

O autarca de Fort Lauderdale, Dean Trantalis, chegou a afirmar que a carrinha tinha como alvo a viatura onde se encontrava um membro da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, a democrata Debbie Wasserman Schultz, e que se teria tratado de "um ataque terrorista contra a comunidade LGBT".

Leia Também: EUA: Condutor de carrinha atropela pessoas em marcha LGBT. Há um morto

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