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Quatro anos de prisão e 12 milhões de multa por fogo em esquadra policial

Dylan Shakespeare Robinson foi um dos envolvidos no incêndio que destruiu uma esquadra de polícia em Minneapolis, no ano passado.

Quatro anos de prisão e 12 milhões de multa por fogo em esquadra policial

Um homem de 23 anos de idade foi condenado a quatro anos de prisão e dois anos de liberdade de condicional pelo envolvimento no incêndio a uma esquadra de polícia em Minneapolis, no ano passado, durante a primeira vaga de protestos pela morte do afro-americano George Floyd.

Dylan Shakespeare Robinson, natural de Brainerd, no mesmo estado do Minnesota, foi ainda ordenado ao pagamento de uma multa de 12 milhões de dólares (9,9 milhões de euros), noticia a BBC.

O homem tinha-se declarado culpado em dezembro do ano passado, de um crime de conspiração para incêndio premeditado. Outros três suspeitos declararam-se culpados de participar no crime e serão condenados numa data posterior.

Recorde-se que, a 28 de maio de 2020, três dias depois de George Floyd ter morrido sob custódia policial, um grupo de manifestantes invadiu a terceira esquadra de polícia de Minneapolis e incendiaram o edifício.

Um porta-voz da polícia local confirmou, na altura, que a terceira esquadra situa-se perto do local onde Floyd morreu. Num vídeo divulgado online, um grupo de pessoas entra no edifício, fazendo disparar os alarmes de incêndio e os aspersores usados no combate às chamas.

A cidade do estado do Minnesota registou ainda três dezenas de incêndios noutros locais e o saque de várias lojas, a maioria perto do local onde Floyd morreu. 

Derek Chauvin, de 45 anos, foi condenado nas três acusações que o visavam e declarado  declarado culpado nos pelo homicídio de George Floyd. Sob a legislação estadual, apenas pode ser condenado pela mais séria das três, a de homicídio involuntário em segundo grau. A leitura da sentença do antigo polícia foi adiada para 25 de junho.

Leia Também: Jurado falou sobre julgamento de Chauvin. "As provas eram esmagadoras"

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