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  • 17 SETEMBRO 2021
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Ministro espera que experiência europeia beneficie parceria africana

O ministro da Educação português, Tiago Brandão Rodrigues, afirmou hoje que a experiência obtida pelos países europeus no ensino durante a pandemia de Covid-19 poderá ser benéfica para a cooperação entre União Europeia e África.

Ministro espera que experiência europeia beneficie parceria africana

No evento "Construindo Competências para o Futuro", organizado pela União Europeia, União Africana e Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Tiago Brandão Rodrigues assinalou que a pandemia "evidenciou que uma melhor coordenação e mais cooperação são chaves para ultrapassar desafios mútuos, enquanto estabelecem os alicerces para alcançar (...) um modelo de crescimento sustentável conjunto".

"É esta experiência de cooperação acumulada que nós podemos pôr ao serviço da parceria entre UE e África no campo da educação, facilitando as melhores práticas e a troca de experiências com vista a assegurar uma aprendizagem mútua benéfica entre a União Europeia e a União Africana", afirmou o governante.

O ministro da Educação explicou que a pandemia "trouxe grandes desafios e alterações à forma" como se "leciona, ensina, comunica e colabora dentro e entre as comunidades" de ensino.

Tiago Brandão Rodrigues destacou que os países da UE "tiveram a capacidade para encontrar soluções e continuar" o processo de ensino em várias formas e contextos, assim como "garantir que todos os alunos, independentemente das suas circunstâncias socioeconómicas ou necessidades educativas, continuam a aprender".

O ministro da Educação português recordou que as relações entre UE e África "estão no centro das prioridades da presidência portuguesa do Conselho da União Europeia".

Tiago Brandão Rodrigues disse que, do lado da Europa, há um compromisso para intensificar a cooperação em múltiplas áreas, incluindo na transição verde e transformação digital, e que a educação é "uma parte integral e crucial para o sucesso da parceria" que a UE pretende continuar a construir e a aprofundar".

"Ações comuns, esforços conjuntos e a partilha de informação em tempo real devem ser as principais caraterísticas que orientam este novo quadro, tanto nos nossos respetivos continentes, Europa e África, como também no que diz respeito à parceria que desejamos crescer e prosperar juntos", apontou.

Tiago Brandão Rodrigues afirmou também que a UE acredita que a colaboração entre instituições em África e na Europa "ajuda a atrair os melhores talentos a nível mundial e a promover a aprendizagem entre pares e projetos internacionais conjuntos".

"Estamos convencidos de que uma educação de qualidade é, não só um direito humano, mas também essencial para uma recuperação equitativa, inclusiva e sustentável das nossas sociedades. Se aprendermos a cooperar melhor, alcançaremos os nossos objetivos comuns", concluiu o ministro da Educação português.

Leia Também: Educação é "prioridade" nos Açores e deve "comprometer" toda a sociedade

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