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Dinamarca anuncia envio de uma centena de militares para o Mali

A Dinamarca prepara-se para enviar 100 militares para o Mali no início de 2022 para reforçar a unidade de forças especiais europeias Takuba, liderada pela França, anunciou hoje o Governo dinamarquês, num momento em que Paris tenta obter reforços.

Dinamarca anuncia envio de uma centena de militares para o Mali

Criada para treinar o Exército maliano no combate aos 'jihadistas', a 'task force' inclui atualmente, além da França, forças especiais de três países da União Europeia (Estónia, Suécia, República Checa), e opera na zona chamada de "três fronteiras", entre o Mali, o Níger e o Burkina Faso.

"A ameaça terrorista da organização estatal islâmica e da Al-Qaida continua elevada. Eles querem criar um oásis na África Ocidental para o regime extremista de violência e morte (...) Isto não deve acontecer", afirmam os ministros dos Negócios Estrangeiros e da Defesa dinamarqueses num comunicado conjunto.

"É por isso que a Dinamarca está agora a reforçar a sua participação com forças especiais", explicou o chefe da diplomacia dinamarquesa, Jeppe Kofod.

Os cerca de 100 homens que a Dinamarca vai enviar, que incluem, além das forças especiais, cirurgiões e oficiais do Estado-Maior, deverão ser destacados "no início de 2022", sob reserva da luz verde do parlamento dinamarquês, adiantam os dois ministérios.

Copenhaga também planeia enviar um avião de transporte militar, que contribuirá para a Missão de Estabilização Multidimensional Integrada no Mali (Minusma), liderada pela ONU.

Experiente, pela sua participação na maioria das intervenções militares ocidentais durante os últimos 20 anos (Afeganistão, Iraque, Líbia), o Exército dinamarquês já tinha enviado reforços para o Mali nos últimos anos, alguns dentro da força Barkhane francesa, bem como helicópteros.

A 'task force' Takuba, um agrupamento de forças especiais europeias concebidas para acompanhar os soldados malianos em combate contra os 'jihadistas', foi lançada em março de 2020, mas até agora as contribuições dos países europeus têm sido pequenas.

Além de algumas dezenas de estónios e checos, a força foi reforçada, no início de fevereiro, por cerca de 150 soldados suecos.

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