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Teve Covid-19 e adotou um cão. Meses depois, Sadie salvou-o após um AVC

"Sinto que estava destinado", disse Brian Myers, que sofreu um AVC, em janeiro, quando estava apenas acompanhado pela sua recém-adotada cadela.

Teve Covid-19 e adotou um cão. Meses depois, Sadie salvou-o após um AVC

Um homem norte-americano escapou sem sequelas a um acidente vascular cerebral (AVC), em janeiro, graças ao pastor alemão que adotou de um abrigo para animais cinco meses antes.

Brian Myers caiu ao chão, na noite de 16 de janeiro, sem sentir o lado esquerdo do corpo e sem se conseguir levantar, ficando prostrado entre a cama e a parede do quarto, com o telemóvel pousado num móvel do outro lado da divisão. Sem se conseguir mexer, num momento "assustador", o homem de 59 anos de idade sentiu Sadie, o pastor alemão, a lamber-lhe a face. "Ela estava a lamber e a chorar, eu só consegui levantar a mão para lhe fazer uma festinha e agarrei-me à coleira", disse, ao Washington Post.

O que aconteceu a seguir foi uma surpresa, segundo o próprio. A cadela, com cerca de 45 quilos, começou a recuar e a arrastar Brian, centímetro a centímetro, do local onde estava caído, dirigindo-se para a frente da cama. "Ela não foi treinada como cão de auxílio, mas estava em aflição com o que se estava a passar e conseguia perceber que algo não estava bem. Não sei como", indicou o dono.

Vários minutos depois, Brian estava em frente à cómoda e conseguiu alcançar o telemóvel e ligar a pedir ajuda.

No hospital Englewood Health, nessa mesma noite, Brian foi informado de que sofrera um AVC e que Sadie, "muito provavelmente", lhe tinha salvado a vida.

Brian Myers é reformado e mora sozinho, em Teaneck, na Nova Jérsia. Tomou a decisão de adotar Sadie em setembro do ano passado depois de ter ficado infetado com Covid-19, no início do ano. "Achei que era uma boa ideia arranjar um cão depois de todo o tempo que passei sozinho em casa", disse. Depois de recuperar, um amigo enviou-lhe uma foto do pastor alemão, que estava num abrigo próximo e que era "difícil de adotar" por ter um comportamento agressivo.

"Foi a melhor decisão que eu tomei, adotá-la. Sinto que estava destinado", disse o norte-americano, que teve alta no mês passado e que recuperou totalmente a sua mobilidade, após fisioterapia.

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