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Empregada recusa-se a levar vacina contra a Covid-19 e é despedida

Mulher quer ser mãe e teme consequências da vacina.

Empregada recusa-se a levar vacina contra a Covid-19 e é despedida

Uma empregada de balcão foi despedida em Nova Iorque por se ter recusado a levar a vacina contra a Covid-19.

Bonnie Jacobson, de 34 anos, planeia ser mãe em breve, motivo pelo qual se recusou a ser inoculada contra a Covid-19, dado que não existem ainda dados concretos sobre a forma como a vacina contra a Covid-19 pode interferir gravidez.

Mas a decisão custou-lhe emprego no Brooklyn’s Red Hook Tavern.

À NBC, a mulher conta que pretendia ser mãe em abril do ano passado, contudo com a chegada da pandemia este foi um desejo que ela e o marido decidiram adiar para 2021.

"Embora apoie a existência da vacina e entenda a sua importância, acredito que a sua administração deve ser uma escolha de cada pessoa", justifica Bonnie, denunciando a situação em que se viu envolvida.

A mulher diz que não é anti vacina e explica que a sua preocupação está apenas relacionada com a falta de estudos sobre os efeitos que pode ter em mulheres grávidas e nos fetos.

Mas a sua opinião não foi bem aceite pela sua entidade empregadora, que uma semana depois decidiu 'abrir-lhe as portas da saída'.

A responsável pelo espaço confirma o sucedido e refere que considera que a vacinação dos seus funcionários é uma forma de garantir que pode reabrir o seu espaço comercial, sem representar riscos para os clientes.

Leia Também: EUA aproximam-se das 500 mil mortes por Covid-19

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