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Reino Unido com mais 1.820 mortos, o número mais elevado de óbitos em 24h

De ontem para hoje, foram também reportados mais 38.905 mil infetados com o novo coronavírus.

Reino Unido com mais 1.820 mortos, o número mais elevado de óbitos em 24h

O ministério da saúde britânico informou, esta quarta-feira, que, nas últimas 24 horas, foram registados mais 38.905 mil infetados e 1.820 vítimas mortais devido à Covid-19, no Reino Unido. Este é, assim, o dia em que foram reportados mais óbitos diários, desde o início da pandemia, em todo o território britânico. O número foi superior em 210 ao anterior recorde de 1.610 mortes registadas na véspera.

Nos últimos sete dias, o Reino Unido tem reportado cerca de 1.218 mortes por dia, um aumento de cerca de 15% no que diz respeito à semana anterior.

Quanto ao número de infetados, os valores também continuam a subir, sendo que ontem, tinham sido contabilizados mais 33.355 novos casos.

No total, o Reino Unido soma agora, desde o início da pandemia, 93.290 vítimas mortais e 3.505.754 infeções do novo vírus.

Os últimos dados dão conta de 39,068 infetados hospitalizados, dos quais quase quatro mil ligados a ventiladores.

De acordo com a tutela, no espaço de um dia, mais 343.163 pessoas receberam a primeira dose da vacina contra a Covid-19, elevando o número total de inoculados no Reino Unido para 4.609,740.

Hoje, o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, disse que será o Comité Conjunto de Vacinação e Imunização [Joint Committee on Vaccination and Immunisation, JCVI] a decidir se será dada prioridade a funcionários públicos de serviços críticos, como polícias, profissionais de saúde em serviços de emergência ou professores nas próximas fases.

"Temos de confiar no que diz o JCVI e sobre as prioridades que os especialistas determinaram. Queremos ver esses grupos vacinados o mais depressa possível", afirmou no Parlamento, no debate semanal com os deputados.

A ministra do Interior, Priti Patel, manifestou-se favorável a que a polícias e bombeiros possam ser vacinados rapidamente, em declarações hoje à BBC.

"O ministro da saúde [Matt Hancock] e eu estamos a trabalhar para que isso aconteça. Serei muito clara sobre isso. Não é apenas algo em que estamos a pensar, O Governo está a fazer muita coisa agora. Se o Comité Conjunto de Vacinação e Imunização disser que é uma possibilidade, podemos fazê-lo acontecer", garantiu.

O Comité ainda não decidiu em que ordem vai vacinar o resto da população, ou seja, adultos com menos de 50 anos.

O plano atual é de vacinar os nove grupos prioritários identificados, começando pelos cerca de 15 milhões das primeiras quatro categorias (residentes e trabalhadores em casas de repouso, profissionais de saúde, pessoas com mais de 70 anos e pessoas clinicamente vulneráveis até meados de fevereiro.

Este grupo representa cerca de 88% das mortes de Covid, pelo que a sua imunização é considerada importante para aliviar os serviços de saúde.

Os outros 17 milhões de pessoas nas cinco categorias seguintes (maiores de 50 anos e outros adultos com problemas de saúde graves estão previstos receber uma primeira dose no início da primavera.

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