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Mitch McConnell admite votar destituição de Trump

O líder dos republicanos no Senado norte-americano, Mitch McConnell, admitiu hoje não descartar a possibilidade de votar a favor da destituição de Donald Trump no caso de um julgamento naquela câmara alta do Congresso.

Mitch McConnell admite votar destituição de Trump

"Não tomei uma decisão final sobre o meu voto. Pretendo ouvir os argumentos jurídicos quando forem apresentados ao Senado", escreveu McConnell aos colegas republicanos numa nota tornada pública.

Uma semana depois do ataque ao Capitólio, a Câmara dos Representantes prepara-se para indiciar o Presidente cessante dos Estados Unidos, Donald Trump, por "incitação a insurreição", cabendo, depois, ao Senado julgá-lo.

A Câmara de Representantes dos EUA iniciou hoje a discussão e vai votar de seguida a instauração de um processo de destituição ao Presidente Donald Trump, acusado de ter incitado um ataque ao Capitólio na passada quarta-feira.

Este procedimento segue-se a um pedido formal, discutido na terça-feira à noite, para que o vice-Presidente invocasse a 25.ª emenda da Constituição para retirar poderes a Trump, invocando os riscos da sua manutenção no cargo para a segurança do país, que Mike Pence recusou, alegando que não serve os interesses do país.

O artigo para o novo processo de 'impeachment' de Donald Trump - que, se vier a ser aprovado, como tudo indica, será o único Presidente a ser alvo de dois processos de destituição durante o mandato -- foi apresentado na Câmara de Representantes, na segunda-feira, acusando o líder republicano de "incitação a insurreição" por ter induzido os seus apoiantes a assaltar o Capitólio, na passada quarta-feira.

Os democratas lutam agora contra o relógio, para conseguir que o artigo de destituição seja aprovado na Câmara e levado a tempo de ser votado no Senado, antes da tomada de posse do Presidente eleito, Joe Biden.

A obtenção de uma maioria simples na Câmara de Representantes para iniciar o julgamento político de Trump parece exequível, mas mais difícil será obter a maioria de 2/3 no Senado, ainda controlado pelos republicanos, para conseguir a sua remoção do cargo.

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