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Iémen: Dez civis, mulheres e crianças, mortos em ataque dos rebeldes

Dez civis, sete crianças e três mulheres, foram mortos e dezenas ficaram feridos em bombardeamentos dos rebeldes Huthis nos últimos dois dias no Iémen, disseram hoje fontes locais à agência de notícias France Presse.

Iémen: Dez civis, mulheres e crianças, mortos em ataque dos rebeldes
Notícias ao Minuto

10:12 - 01/12/20 por Lusa

Mundo Conflitos

Em Taez (sudoente), duas raparigas, uma com nove meses, chegaram mortas ao hospital na segunda-feira à noite. Deram entrada ainda sete feridos, incluindo algumas crianças, segundo fontes médicas.

O "crime foi cometido pelos Huthis" num ataque a um bairro sob controlo do governo, asseguraram fontes governamentais.

Os rebeldes xiitas iemenitas não se pronunciaram sobre o ataque.

Através da rede social Twitter, a organização não-governamental Médicos sem Fronteiras (MSF) no Iémen apelou a "todos os grupos armados para respeitarem a lei internacional humanitária e tomarem todas as precauções necessárias para evitar perdas civis".

O incidente ocorre um dia depois da morte de oito civis, cinco crianças, uma com quatro meses, e três mulheres, num bombardeamento a bairros residenciais em Al-Durayhimi, na região costeira de Hudeida (oeste), segundo fontes médicas e governamentais.

A ONU confirmou este balanço, sublinhando que a violência se intensificou nos últimos meses em Hudeida, onde se localiza um porto estratégico do Mar Vermelho.

"Este ataque contra as mulheres e as crianças é inaceitável e injustificável", declarou num comunicado Altaf Musani, coordenador humanitário para o Iémen.

O conflito no Iémen opõe desde 2014 as forças do governo reconhecido pela comunidade internacional aos rebeldes Huthis, apoiados pelo Irão. Desde 2015, uma coligação internacional liderada pela Arábia Saudita ajuda militarmente o governo.

Especialistas da ONU consideram que todas as partes cometeram "vários crimes de guerra" durante o conflito no Iémen, que causou a pior crise humanitária do mundo.

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