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Morre de cancro depois de ficar sem tratamentos devido à pandemia

Kelly será apenas uma das muitas pessoas que viram os seus tratamentos serem adiados por causa da Covid-19.

Morre de cancro depois de ficar sem tratamentos devido à pandemia

Dados do Gabinete de Estatísticas do Reino Unido indicam que mais de 27 mil pessoas morreram nas suas casas este ano, um número bastante mais elevado do que acontecia até agora. Os dados são preocupantes e serão o reflexo do caos causado pela pandemia nos Serviços Nacionais de Saúde.

Uma destas vítimas é Kelly Smith, de 31 anos, e natural de Cheshire, no Reino Unido. A mulher morreu vítima de cancro no intestino, em junho, depois de a pandemia ter cancelado os seus tratamentos, conta o seu pai.

O caso de Kelly levou à criação de uma petição a pedir o fim dos atrasos nos tratamentos de doenças como o cancro. Em apenas uma hora, a petição ja contava com 100 mil assinaturas. E terá sido a mesma a precipitar a divulgação dos dados relativos à mortalidade no país.

Os dados mostram que houve um aumento de 79% de mortes por demência, um aumento de 75% de mortes por cancro da mama e um aumento de 53% de mortes por cancro da próstata.

"O governo e os líderes do Serviço Nacional de Saúde têm de reagir perante esta tragédia nas unidades de combate ao cancro. Infelizmente, já é tarde para a Kelly, mas ainda há tempo para salvar outros", alerta a petição, criada pelos pais da jovem e que exige uma atitude a Boris Johnson, primeiro-ministro do país.

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