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França insiste no acordo no Líbano para formação de Governo

França instou hoje novamente as forças políticas no Líbano a chegarem a um acordo para formar um Governo, incentivando-os a "finalmente escolherem a recuperação em vez da paralisia e caos".

França insiste no acordo no Líbano para formação de Governo
Notícias ao Minuto

21:49 - 16/10/20 por Lusa

Mundo Líbano

"A formação de um governo de missão capaz de implementar as reformas necessárias continua atrasada, apesar dos compromissos reafirmados por todas as forças políticas libanesas", destacou, em comunicado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros.

Segundo noticia a agência AFP, o Governo francês lembra que é da responsabilidade das forças políticas do Líbano o "bloqueio prolongado que impede qualquer resposta às expectativas expressas pela população libanesa".

O comunicado sublinha também que Paris está "pronta para acompanhar o Líbano no caminho das reformas, o único capaz de assegurar a mobilização da comunidade internacional".

"Cabe às autoridades libanesas finalmente fazerem a escolha da recuperação em vez da paralisia e do caos. É do interesse do Líbano e do povo libanês, que exige isso", acrescenta.

O Líbano tem de nomear um novo primeiro-ministro, depois de uma primeira tentativa falhada de formar um Governo de independentes, que é exigido pela população e pela comunidade internacional.

Após semanas de negociações, o primeiro-ministro Moustapha Adib, nomeado no final de agosto, demitiu-se em 26 de setembro, por falta de consenso nacional.

Um novo Governo devia ter colocado em prática as reforças essenciais para desbloquear a ajuda internacional dentro de duas semanas, anunciadas pelo presidente francês Emmanuel Macron durante sua visita ao Líbano no início de setembro.

A falha neste prazo naquele país do Médio Oriente multirreligioso e habituado a conflitos intermináveis entre os partidos no poder, que são acusados de corrupção nas ruas, causou a irritação no Presidente Francês, que apelidou a situação de uma "traição coletiva", num discurso proferido um dia seguinte à demissão de Moustapha Adib.

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