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Prémio Nobel da Literatura entregue a Louise Glück

Academia Sueca agraciou a poetisa norte-americana de 77 anos esta quinta-feira.

Prémio Nobel da Literatura entregue a Louise Glück

O Prémio Nobel da Literatura foi entregue a Louise Glück, poetisa norte-americana de 77 anos, natural de Nova Iorque, anunciou, esta quinta-feira, anunciou hoje a Academia Sueca. Antes desta distinção, a autora já tinha vencido um Prémio Pulitzer, em 1993, e um National Book Award, em 2014, entre outras. 

O prémio foi justificado pela sua "inconfundível voz poética que, com uma beleza austera, torna universal a existência individual". Além de poetiza, Louise Glück é professora de Inglês na Universidade de Yale. 

No anúncio do prémio, o secretário permanente da Academia Sueca, Mats Malm, disse ter falado momentos antes com a laureada, que recebeu a notícia "com surpresa, mas bem-vinda", tanto quanto foi possível perceber tendo em conta a hora.

Gluck, por publicar em Portugal, fez a sua estreia literária com 'Firstborn', em 1968, e foi "rapidamente aclamada como uma das mais proeminentes poetas na literatura contemporânea americana". Está representada na coletânea 'Rosa do Mundo - 2001 Poemas para o Futuro', da Assírio & Alvim (2001), com o poema 'O Poder de Circe'.

Numa lista de contemplados largamente masculina, Gluck torna-se na sétima mulher a ser distinguida este século e a 16.ª, desde o começo, entre as 117 pessoas a quem foi atribuido o Nobel da Literatura.

Quem eram os favoritos?

Contudo, a escritora Maryse Condé, natural de Guadalupe, território francês situado no mar das Caraíbas, a russa Lyudmila Ulitskaya, o japonês Haruki Murakami - um dos nomes recorrentes entre os favoritos -, a canadiana Margaret Atwood e o queniano Ngugi Wa Thiong'o, lideravam a lista dos mais cotados deste ano, segundo o Nicer Odds, 'site' que agrega as tendências das casas de apostas.

A favorita era mesmo Maryse Condé, uma autora negra, feminista e ativista, difusora da história e da cultura africana nas Caraíbas, conhecida por uma obra versátil - ficção histórica, contos, romances, ensaios, poemas, entre outros géneros -, que questiona as atrocidades cometidas durante e após o colonialismo.

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