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Governo cubano nega libertação de dois médicos raptados no Quénia

O Governo cubano negou hoje a libertação de dois dos seus médicos, raptados em 2019 no Quénia, anunciada algumas horas antes por uma fonte policial queniana.

Governo cubano nega libertação de dois médicos raptados no Quénia
Notícias ao Minuto

16:21 - 07/10/20 por Lusa

Mundo FMI

"Nego as informações que circularam ao amanhecer sobre a suposta libertação dos dois médicos cubanos raptados, Assel Herrera Correa e Landy Rodriguez Hernández", escreveu na rede social Twitter o diretor de Comunicações do Ministério dos Negócios Estrangeiros cubano, Juan Antonio Fernandez Palácios.

Horas antes, uma fonte dos serviços secretos somalis tinha assegurado, sob anonimato, que os médicos resgatados teriam sido entregues "em segurança" às autoridades cubanas.

Esta fonte disse que os médicos, raptados no Quénia e mantidos durante um ano e meio na vizinha Somália, foram libertados durante o fim de semana e após meses de negociações com os seus raptores, refere a agência AP.

A mesma fonte recusou-se a dar mais pormenores, tendo falado na condição de anonimato, porque não estava autorizado a falar aos meios de comunicação social.

Várias fontes disseram à AP que os serviços secretos somalis, agindo a pedido do Governo cubano, negociaram a libertação dos médicos depois de terem obtido um vídeo que os mostrava há alguns meses.

Segundo esta informação, o ministro dos Negócios Estrangeiros de Cuba, Bruno Rodriguez, confirmou esta libertação e agradeceu ao Governo somali pela sua ajuda, tendo afirmado que falou com o ministro dos Negócios Estrangeiros da Somália, Ahmed Isse Awad.

Os suspeitos de serem extremistas islâmicos terão raptado os médicos no Condado de Mandera, no Quénia, quando iam trabalhar em abril de 2019, matando um dos seus guarda-costas da polícia. O cirurgião ortopédico e o médico tinham sido destacados em 2018.

Na altura, o grupo Al-Shebab, sediado na Somália, era suspeito do rapto. O grupo extremista jurou vingança contra o Quénia por ter enviado tropas para a Somália para combater os extremistas.

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