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AR homenageia Ginsburg, "acérrima promotora" da igualdade de género

A Assembleia da República aprovou hoje, com abstenção do Chega, um voto de pesar pela morte da magistrada norte-americana Ruth Bander Ginsburg, lembrando-a como uma "acérrima promotora" da igualdade entre homens e mulheres e dos direitos humanos. 

AR homenageia Ginsburg, "acérrima promotora" da igualdade de género
Notícias ao Minuto

13:27 - 25/09/20 por Lusa

Mundo Ruth Bader Ginsburg

Num voto apresentado pelo PS e PAN, a juíza do Supremo Tribunal dos Estados Unidos da América, Ruth Bader Ginsburg, que morreu aos 87 anos, é lembrada como uma "acérrima promotora da igualdade de direitos entre homens e mulheres e uma defensora dos direitos humanos e sociais, lutando pela liberdade, pela justiça e contra a discriminação". 

"Entre as causas de Ginsburg estiveram a defesa dos direitos parentais de quem não tinha condições socioeconómicas, o alargamento do direito ao voto, a defesa do casamento entre pessoas do mesmo sexo, os direitos dos imigrantes e os cuidados de saúde transversais", enaltece o texto.

Pouco antes da votação, que contou apenas com a abstenção do deputado único do Chega, André Ventura, o vice-presidente da Assembleia da República Fernando Negrão salientou que o mundo perdeu uma mulher "séria e corajosa" que irá fazer falta não apenas nos Estados Unidos da América "como no mundo".

No passado dia 18, o Supremo Tribunal anunciou que Ruth Bader Ginsburg tinha morrido, aos 87 anos, na sua casa, de complicações de um cancro pancreático.

Nos últimos anos como juíza do Supremo Tribunal, Ginsburg, conhecida pelas iniciais "RBG", afirmou-se como líder inquestionável da ala progressista da instituição e na defesa dos direitos das mulheres e das minorias, conquistando admiradores entre várias camadas da população norte-americana.

O anúncio da morte de Ruth Bader Ginsburg abriu uma intensa batalha política a menos de dois meses das presidenciais, com os democratas a recearem que o Presidente norte-americano, Donald Trump, procure substituir a juíza por um outro juiz antes das eleições de 03 de novembro.

O Supremo Tribunal dos Estados Unidos é composto por nove juízes, com cargos vitalícios e que têm o poder de mudar as leis do país. Na prática, desempenham um papel crucial em temas como o aborto, os direitos dos imigrantes, a privacidade, a pena de morte e a posse de armas.

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