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Arábia Saudita permite peregrinação a Meca

As autoridades da Arábia Saudita vão permitir que a 'umra', a peregrinação menor a Meca, seja realizada num programa em quatro fases, que terá início em 04 de outubro, com a afluência de fiéis a aumentar gradualmente.

Arábia Saudita permite peregrinação a Meca
Notícias ao Minuto

23:12 - 22/09/20 por Lusa

Mundo Covid-19

Segundo revelou uma fonte não identificada do Ministério do Interior à agência oficial de notícias daquele país, SPA, foi decidido restabelecer a 'umra', que está suspensa desde o final de fevereiro como medida para travar a propagação da pandemia de covid-19.

A mesma fonte destacou que a primeira etapa terá início em 04 de outubro, onde até um máximo de 30% da capacidade, cerca de seis mil peregrinos, poderão entrar na Grande Mesquita de Meca.

Numa segunda fase, que começará em 18 de outubro, a lotação será aumentada para 75%, até cerca de 15 mil peregrinos, sendo que na terceira etapa, a partir de 01 de novembro, será alargada a 100% e permitida a entrada a fiéis de dentro e fora da Arábia Saudita.

"Na terceira fase, a chegada de peregrinos e visitantes de fora do Reino será gradual e permitida a países que o Ministério da Saúde decida que não há riscos relacionados com a pandemia de covid-19", acrescentou.

A quarta etapa envolve a abertura a toda a capacidade da Grande Mesquita e da Mesquita do Profeta, quando as autoridades decidirem que não há risco para a saúde.

Os peregrinos poderão fazer a 'umra' solicitando-a através de uma aplicação na internet.

A mesma fonte sublinhou que os prazos serão constantemente revistos e que o distanciamento social e os cuidados de higiene devem sem mantidos nos lugares sagrados.

Esta decisão surge "em resposta às expectativas de muitos muçulmanos", quer da Arábia Saudita quer de outros países, em fazer a peregrinação.

As autoridades sauditas suspenderam a pequena peregrinação em 27 de fevereiro, quando a pandemia começou a atingir os países muçulmanos.

O 'hach', a grande peregrinação, aconteceu no final de julho com um número limitado de cerca de mil fiéis, que receberam permissão para fazer a viagem aos lugares sagrados.

A Arábia Saudita é um dos países mais atingidos pela pandemia causada pelo novo coronavírus, registando mais de 330 mil casos e 4.500 mortes.

Segundo a Organização Mundial de Saúde o número de novas infeções no país tem mantido uma tendência de diminuição desde o final de julho.

A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 965.760 mortos e mais de 31,3 milhões de casos de infeção em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Os Estados Unidos são o país com mais mortos (200.252) e também com mais casos de infeção confirmados (mais de 6,8 milhões).

Seguem-se, em número de mortos, o Brasil (137.272 mortos, mais de 4,5 milhões de casos), Índia (88.935, mais de 5,5 milhões de infetados), México (73.697, mais de 700 mil infetados) e Reino Unido (41.825 mortos, mais de 403 mil casos).

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