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Investigações iniciais apontam para negligência nas explosões de Beirute

As explosões provocaram mais de uma centena de mortos e milhares de feridos.

Investigações iniciais apontam para negligência nas explosões de Beirute

As investigações iniciais às explosões no porto de Beirute, no Líbano, sugerem anos de inação e negligência no armazenamento do material altamente explosivo, disse à Reuters uma fonte próxima do processo.

As duas explosões resultaram na morte de mais de uma centena de pessoas e milhares de feridos.

"Houve negligência", disse a fonte oficial à Reuters, acrescentando que o problema de armazenamento e a necessidade de guardá-lo em segurança já tinha surgido várias vezes e sido exposto a múltiplas comissões e juízes mas que "nada foi feito" para que fosse removido ou destruído.

A mesma fonte disse ainda que o incêndio começou no armazém portuário número 9 e que se propagou ao armazém 12, onde o nitrato de amónio estava guardado.

Outra fonte próxima de um funcionário do porto deu conta de que uma equipa tinha inspecionado o material há seis meses e alertado que poderia "explodir toda a Beirute" caso não fosse removido.

O primeiro-ministro e o presidente libaneses referiram que as 2.750 toneladas de nitrato de amónio usado em fertilizantes e bombas, tinham estado guardadas durante seis anos no porto sem quaisquer medidas de segurança e exigiram que fossem apuradas responsabilidades.

O governo concordou em pôr todos os funcionários do porto de Beirute, responsáveis por segurança e armazenamento desde 2014, em prisão domiciliária. O exército irá supervisionar as detenções até que sejam apuradas responsabilidades pelas explosões.

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