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Israel disponibiliza-se para dar ajuda médica e assistência ao Líbano

Israel somou-se à lista de países que ofereceram ajuda humanitária ao Líbano, com quem não tem relações diplomáticas, depois das explosões hoje ocorridas no porto de Beirute, que causaram dezenas de mortes, milhares de feridos e avultados estragos materiais.

Israel disponibiliza-se para dar ajuda médica e assistência ao Líbano

O Ministério da Defesa israelita informou que tinha comunicado com o país vizinho através de "canais de segurança e diplomáticos internacionais", para oferecer "ajuda médica humanitária" e "assistência imediata", depois das explosões que ocorreram na capital libanesa.

A iniciativa israelita é liderada pelos ministros da Defesa, Beny Gantz, e dos Negócios Estrangeiros, Gabi Ashkenazi.

Também o líder da oposição, Yair Lapid, se expressou sobre as explosões, escrevendo na rede social Twitter: "Envio as mais profundas condolências aos residentes de Beirute neste momento difícil e desejo uma pronta recuperação a todos os feridos".

Também no Twitter, o Presidente israelita, Reuvén Rivlin, escreveu: "Partilhamos a dor do povo libanês e oferecemos a nossa ajuda sincera neste momento difícil".

O primeiro-ministro libanês, Hassan Diab, falou hoje de "catástrofe", referindo-se às explosões, garantindo que os responsáveis "irão pagar pelo que fizeram".

Diab pediu também aos "países amigos e irmãos" para curar as "feridas profundas".

A França e os Estados Unidos já prometeram ajuda humanitária para o Líbano.

O ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Jean-Yves Le Drian, disse hoje que a França está "ao lado do Líbano" e ofereceu ajuda.

Também o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, lamentou "a horrível tragédia" em Beirute e prometeu "toda a ajuda necessária no salvamento dos milhares de feridos provocados pelas explosões".

Por outro lado, vários meios israelitas citaram fontes da política e da segurança israelitas que garantiram que Israel não tinha qualquer responsabilidade ou ligação à explosão.

As declarações destas fontes seguem-se a especulações que ligaram o incidente ao contexto de tensão atual entre Israel e a milícia xiita libanesa Hezbollah.

Duas fortes explosões sucessivas sacudiram hoje o porto de Beirute, semeando o pânico e causando um enorme cogumelo de fumo no céu da capital libanesa, disseram as autoridades libanesas.

De acordo com os dados mais recentes, citados pela Associated Press, mais de 70 pessoas morreram e pelo menos 3.700 ficaram feridas na sequência destas explosões.

Segundo um canal televisivo do país, o material armazenado era nitrato de sódio, um composto químico muito inflamável.

O Presidente libanês, Michel Aoun, convocou uma "reunião urgente" do Conselho Supremo de Defesa e Hassan Diab declarou um dia de luto nacional, na quarta-feira, "pelas vítimas da explosão".

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