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EUA vão comprar 100 milhões de doses de uma vacina germano-americana

Os EUA vão pagar cerca de 1,7 mil milhões de euros por 100 milhões de doses de uma vacina do novo coronavírus, desenvolvida por uma parceria germano-americana, anunciaram hoje as autoridades e laboratórios.

EUA vão comprar 100 milhões de doses de uma vacina germano-americana
Notícias ao Minuto

14:31 - 22/07/20 por Lusa

Mundo Covid-19

"O Governo dos EUA fez um pedido inicial de 100 milhões de doses, pagando 1,95 mil milhões de dólares (cerca de 1,7 mil milhões de euros) e pode adquirir até 500 milhões de doses adicionais", disseram as empresas Biontech e Pfizer, que devem iniciar os ensaios clínicos da vacina muito em breve.

O secretário de Saúde dos EUA, Alex Azar, já confirmou a informação, lembrando que a vacina deverá ainda ser aprovada pelas autoridades sanitárias, antes de ser distribuída.

O acordo faz parte do programa governamental Warp Speed, lançado pelo Presidente Donald Trump, que abrange a compra de várias vacinas, que estão a ser desenvolvidas em simultâneo, contra o novo coronavírus.

Sob esta iniciativa, o Governo dos EUA está a promover o desenvolvimento de vacinas, de forma a poder comprar o número suficiente de doses, logo que estejam disponíveis e aprovadas.

Azar diz que o contrato coma Biontech e a Pfizer eleva para cinco o número de possíveis vacinas na luta contra a pandemia de covid-19 que estão na mira do Governo norte-americano.

Na terça-feira, Donald Trump tinha dito que "as vacinas estão a chegar e a chegar muito mais cedo do que se julgava possível", depois de admitir que a situação da pandemia nos Estados Unidos ainda se está agravar, tendo sido registados cerca de quatro milhões de casos de contágio, incluindo cerca de 140 mil mortes.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 616 mil mortos e infetou quase 15 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

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